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Poluição Sonora e o Uso e Ocupação do Solo

Uma das medidas mais eficazes para diminuir a poluição sonora é disciplinar o uso e ocupação do solo, afastando as fontes das áreas receptoras.

A intensidade do som decresce inversamente com o quadrado da distância da fonte. Ou seja, quanto você se afasta o dobro da fonte de ruído, a intensidade do som diminui pela metade.

Portanto, uma forma eficaz de diminuir o impacto da poluição sonora sobre a saúde humana é fazer o disciplinamento do uso e ocupação do solo de uma cidade, através das seguintes medidas:

  • fazer zoneamento da área urbana, de modo que, os emissores de som de alta intensidade fiquem adequadamente afastados dos sensíveis ao barulho;
  • verificar sempre a direção predominante e a velocidade dos ventos;
  • tipo de cobertura do solo;
  • arranjo das edificações e as barreiras naturais e artificiais.

As vegetações que foram barreiras compactas, tipo touceiras, apresentam melhores atenuações.

setembro 18, 2014   Sem comentários

Controle da emissão de ruídos

Podemos diminuir a poluição sonora através do controle da emissão de ruídos, que pode ser feito:

  • através do aperfeiçoamento dos equipamentos de forma a reduzir o barulho produzido pelos mesmos. Ou seja, projetar equipamentos mais silenciosos;
  • manutenção dos equipamentos de lubrificação, alinhamento de rolamentos e eixos, e suportes antivibratórios;
  • isolamento das fontes de ruídos: paredes com materiais que impeçam a propagação do som (isolantes acústicos), e abafadores de ruídos;
  • Caixas de fumaças são abafadores de som que diminuem até 10 decibéis;
  • Regulagem dos motores dos veículo.
  • disciplinamento dos horários de funcionamento de equipamentos barulhentos.

Outra medida é usar Equipamentos de Proteção Individual como protetores auditivos individuais. Neste caso a medida consiste em não permitir a exposição das pessoas a ruídos excessivos através da redução do período de exposição ao som, isolamento acústico de ambientes internos, criação de barreiras contra a propagação de ruídos.

setembro 15, 2014   Sem comentários

Danos a saúde causados pela poluição sonora

A exposição do homem aos ruídos e poluição sonora pode causar diversos danos a saúde, dependendo dos seguintes fatores:

  • intensidade: quanto mais alto o nível de decibéis, mais danos;
  • faixa de frequência: quanto mais elevada, mais danos;
  • período de exposição: pessoas que permanecem muito tempo expostas a ruídos sofrem mais os seus efeitos;
  • intermitência ou continuidade: ruídos prejudicam a audição, ruídos intermitentes interferem no sistema nervoso, esses efeitos podem ocorrer em conjunto;
  • característica de cada indivíduo: susceptibilidade, lesões interiores no aparelho auditivo.

As principais consequências da poluição sonora à saúde humana são: perda gradativa da audição, incômodo, irritação, exaustão física, perturbação do sono, insônia, fadiga, stress, problema cardiovascular, gastrite, aumento da produção de hormônios da tireóide, redução da eficiência e ocorrência de acidentes nos locais de trabalho, prejuízo à saúde e bem estar do homem, com efeitos físicos, psicológicos, sociais ou econômicos.

O grande problema é que os efeitos da poluição sonora são sentidos a longo prazo.

setembro 12, 2014   Sem comentários

Barreiras Propagação de Som

As vegetações podem ser úteis contra a poluição sonora através de barreiras compactas que impedem a propagação do som, tipos touceiras, que podem atenuar os ruídos.

Algumas das melhores espécies vegetais tropicais são a palmeira bambu, o bambu e a vergonha de estudante.

A redução dos ruídos provenientes dos veículos automotores pode ser conseguida através da disposição adequada em vias de grande movimento, localizando-as afastadas de áreas residenciais, hospitalares e escolares e o incentivo a melhoria do transporte coletivo, reduzindo o número de veículos circulantes e proibição do tráfego de veículos pesados em áreas onde os níveis de ruídos não devem ser elevados.

Barreiras para impedir propagação de Som

setembro 10, 2014   Sem comentários

Poluição Sonora

A Poluição sonora ocorre quando os ruídos alcançam níveis prejudiciais a saúde e ao sossego público.

O ruído é um som indesejável, ou seja, desagradável ao homem.

A intensidade do som é expressa em unidade de pressão sonora, ou decibéis (db ou dB). Um sussurro muito baixo tem cerca de 10 db, enquanto uma conversa em tom normal tem cerca de 60 db. Já o som de um show de rock atinge cerca de 100 db.

As principais fontes de poluição sonora são:

  • meios de transporte como carros, ônibus e motocicletas;
  • atividades industriais;
  • construção civil;
  • oficinas mecânicas;
  • altos-falantes e carros de som;
  • aparelhos eletrodomésticos;
  • buzinas, campainhas, sirenes, apitos, bombas, etc.

setembro 10, 2014   Sem comentários

Sistemas de gestão ambiental nas organizações

As questões ambientais só passaram a ocupar algum espaço no cenário político, econômico e social a partir da década de 1970. Porém existem ainda muitas controvérsias a respeito da época exata em que o falso dilema, de que ecologia e desenvolvimento econômico eram rivais, deixou de existir. Alguns autores afirmam que esse dilema já foi desmascarado e ultrapassado, outros acreditam que a mudança de paradigmas ainda está ocorrendo.

Já os anos 80 foram marcados pelo amadurecimento da população, em geral, quanto às questões ecológicas. Essa evolução ocorreu devido à expansão da Ciência Ecológica em nível acadêmico e técnico, e devido ao seu início quanto movimento sócio-político. Essa consciência apesar de ter surgido nos países de primeiro e de terceiro mundo, ao mesmo tempo, era bem mais expressiva nas nações desenvolvidas, isso devido ao fato de que os seus cidadãos possuem um nível de qualidade de vida muito maior, e estão rodeados por uma quantidade extremamente menor de problemas sociais, o que significa espaço livre para um desenvolvimento mais amplo.

A efetivação do movimento ambiental como um movimento político, criou um cidadão consciente, crítico e exigente do ponto de vista ecológico. Esse novo homem passou a exercer pressão sobre a economia, intimando as empresas a produzir e a comercializar produtos ecológicos. Em um primeiro momento, esse novo contexto social gerou um choque entre a ainda não ecológica mentalidade do sistema de produção e serviços e a nova sociedade de consumo.

Além do comportamento exigente dos cidadãos e dos consumidores, por todos os lados começaram a surgir legislações ambientais, regulando e criando padrões para emissões e efluentes. Ao mesmo tempo, as Organizações Não Governamentais (ONGs) começavam a  demonstrar a sua força e o seu forte efeito fiscalizador.

As empresas estavam, então, cada vez mais encurraladas em uma sociedade com consciência ambiental em expansão. A saída foi encontrada através da efetivação de novas medidas que harmonizassem a produção de bens de consumo com a proteção e a conservação dos recursos naturais. Atualmente, as empresas já reconhecem que adotar sistemas de gestão ambiental representa aumentar o lucro e, portanto, a produtividade.

A consciência ambiental ainda é uma idéia relativamente nova, ainda hoje são inúmeras as ações e mudanças que precisam ocorrer para introduzir de vez essa idéia como uma base na nossa sociedade. Entretanto, tais mudanças dependem da transformação da sociedade e de seus paradigmas vigentes, “a mudança dos paradigmas depende de mudanças no campo das idéias”.

Nas últimas três décadas, a sociedade em seu contexto geral foi obrigada a assimilar em um curto espaço de tempo todo um rol de idéias novas e de transformações. Atualmente, já se sabe que é muito mais fácil prevenir os problemas ambientais do que corrigi-los, foi com esse pensamento que foi criado o selo ISO 14000, cuja Norma 14001, “especifica os requisitos relativos a um sistema de gestão ambiental, permitindo a uma Organização formular uma política e objetivos que levem em conta os requisitos legais e as informações referentes aos impactos ambientais significativos”. Dentre os mesmo requisitos estabelecidos pela Norma ISO 14001 está “A Organização deve identificar as necessidades de treinamentos. Ela deve determinar que todo o pessoal cujas tarefas possam criar um impacto significativo sobre o meio ambiente receba treinamento apropriado”.

Essa Norma aponta a educação ambiental como sendo uma perspectiva permanente e efetiva dentro de uma empresa. Em geral nas organizações a consciência ambiental é adquirida através de palavras, atividades de conscientização, seminários e cursos de treinamento, lembrando que “a participação é um comportamento chave para a educação ambiental”.

“Quando uma Organização resolve implantar um SGA dá um passo à frente. Quando implanta junto ao SGA um programa de educação ambiental dinâmico e eficiente garante uma longa caminhada. O processo de alfabetização ecológica propiciada pela educação ambiental acelera as transformações na cultura da organização”.

É fundamental que no futuro a sociedade tenha incorporado a conservação da natureza como uma prioridade e como um padrão de qualidade. Essa incorporação é um processo lento, no qual séculos de padrões históricos e tradições terão que ser revistos. Não é impossível atingir um futuro ambientalmente correto, a sustentabilidade ambiental não é uma utopia, considere que há menos do que 30 anos atrás praticamente não existia Ecologia, note o quanto já progredimos, ainda falta muito, porém é preciso sempre lembrar que os primeiros passos já foram dados.

dezembro 3, 2013   Sem comentários

Recursos Hídricos no Brasil

A quantidade total de água na Terra é distribuída da seguinte maneira: 97,5% de oceanos e mares; 2,5 de água doce; 68,9% (da quantidade geral de água doce) formam as calotas polares, geleiras e neves eternas que cobrem os cumes das montanhas altas da Terra; 29,9% restantes de água doce constituem as águas subterrâneas e 0,9% respondem pela umidade do solo e pela água dos pântanos (AMBIENTE BRASIL).

A água está presente em múltiplas atividades do Homem e, como tal, é utilizada para finalidades muito diversificadas, em que assumem maior importância o abastecimento doméstico e público, os usos agrícola e industrial e a produção de energia elétrica.
A industrialização, a expansão urbanística, a agricultura, a pecuária intensiva, a produção de energia elétrica – que estão estreitamente associadas à elevação do nível de vida e ao crescimento populacional – passaram a exigir o uso de grandes quantidades dos recursos naturais, principalmente da água.

Em termos globais, a água disponível é muito superior ao total consumido pela população. No entanto, a distribuição é extremamente desigual e não esta de acordo, na maioria dos casos, com a população e as necessidades para a indústria e agricultura. (ARAÚJO, 1988). Devemos considerar também a crescente degradação dos recursos hídricos, resultado da ação antrópica, tornado parte da água imprópria para diversos usos.

Como conseqüência da sua utilização irracional, muitas regiões do mundo apresentam problemas relacionados à escassez de água ou à qualidade inadequada. Desta forma é indispensável o planejamento e a gestão dos recursos hídricos, de forma a garantir a água na qualidade e na quantidade desejáveis aos diversos fins.

O Brasil é dotado de uma vasta e densa rede hidrográfica, sendo que muitos de seus rios destacam-se pela extensão, largura e profundidade. Em decorrência da natureza do relevo, predominam os rios de planalto que apresentam em seu leito rupturas de declive, vales encaixados, entre outras características.

novembro 28, 2013   Sem comentários

Planejamento e gestão de recursos hídricos

Plano é o resultado do processo de planejamento, é um documento que materializa, em textos, um planejamento, e viabiliza sua materialização em termos de ações. Os planos podem ser temáticos e ter uma maior ou menor abrangência espacial. O plano deve ser sempre atualizado, sempre revisto, para que seja adaptado aos novos cenários.

Abaixo, segue algumas definições de planos formulados visando à gestão de recursos hídricos:

  1. PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA – Mesmo que plano de recursos hídricos no âmbito de uma bacia hidrográfica.
  2. PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS – Relatório ou documento de planejamento, definido pela legislação de recursos hídricos, para orientar o uso, recuperação, proteção e conservação dos recursos hídricos.
  3. PLANO DE USO, CONTROLE E PROTEÇÃO DE ÁGUAS – Estudo prospectivo que busca adequar o uso, o controle e o grau de proteção dos recursos hídricos às aspirações sociais e/ou governamentais expressas formal ou informalmente em uma política de águas, através da coordenação, compatibilização, articulação e/ou projetos de intervenções.
  4. PLANO DIRETOR (EM RECURSOS HÍDRICOS) – Relatório ou projeto de engenharia no âmbito de planejamento em recursos hídricos, que compara alternativas, cenários e soluções possíveis em função das mais diversas técnicas disponíveis, levando em consideração o custo e benefício e a viabilidade econômica e financeira de cada possibilidade.
  5. PLANO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS – Relatório ou documento, definido pela legislação de cada estado, de orientação à atuação da administração pública estadual, no que diz respeito ao uso, recuperação, proteção e conservação dos recursos hídricos
  6. PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS – Relatório ou documento, definido pela Lei Nacional 9.433, de orientação à atuação da administração pública estadual, no que diz respeito ao uso, recuperação, proteção e conservação dos recursos hídricos no Brasil.

novembro 27, 2013   Sem comentários

Usos múltiplos e Usos prioritários dos recursos hídricos

Dos recursos naturais, a água talvez seja o mais utilizado pela humanidade, sendo utilizada para inúmeros fins: abastecimento doméstico, comercial e industrial; irrigação; dessedentação de animais; preservação da flora e da fauna; recreação e lazer; geração de energia elétrica; navegação e diluição de despejos. Daí tem-se os usos múltiplos da água. Já o uso prioritário das águas em caso de escassez é para o abastecimento humano e a dessedentação de animais.

Dependendo do uso a que se destina a água deve ter uma qualidade específica, daí a necessidade da classificação da água em classes. Á classe especial pertencem às águas destinadas ao abastecimento público, após simples desinfecção e à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas. As águas de classe 2 podem ser utilizadas para abastecimento público, após tratamento convencional. Atualmente, consideram-se 9 classes de águas, sendo 5 para águas doces, 2 para águas salobras e 2 para águas salinas (Resolução CONAMA no. 357/2005) .

Quando são considerados os usos industriais, a água deve atender os requisitos específicos, por exemplo: a água empregada em caldeiras não pode ocorrer carbonato de cálcio ou apresentar dureza, pois estes compostos causarão problemas de incrustações ou obstruções de canais. Águas destinadas a indústrias alimentícias devem possuir características especificas também. Quando o destino da água é irrigação, esta não pode conter alto teor de sais, nem coliformes fecais e, assim, para cada uso, a água deve apresentar qualidade diferente.

novembro 27, 2013   Sem comentários

Resumo Saúde Pública e Saneamento Ambiental

SAÚDE: é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade (Organização Mundial da Saúde).

SAÚDE PÚBLICA: é a ciência e arte de promover, proteger e recuperar a saúde, através de medidas de alcance coletivo e de motivação da população.

SANEAMENTO AMBIENTAL: é o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeito deletério, sobre seu bem-estar físico, mental ou social (Organização Mundial da Saúde).

DIREITO À SAÚDE: o gozo de melhor estado de saúde, constitui um direito fundamental de todos os seres humanos, sejam quais forem sua raça, sua religião, suas opiniões políticas, sua condição econômica e social (Preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde).

novembro 13, 2013   Sem comentários