Sobre vetores e saúde pública: as baratas
As baratas, cujo nome vem do latim blatta, que significa inseto que evita a luz, são importantes do ponto de vista sanitário, pois se adaptam a domicílios, hospitais e restaurantes, veiculando e disseminando microrganismos.
As baratas são quase inofensivas para o homem e têm destacado papel ecológico ao incorporar nutrientes no meio ambiente. Quando consomem matéria orgânica, seus dejetos servem como fonte de alimentação para organismos microscópicos que o transformam em húmus ou terra vegetal. Ou seja, as baratas contribuem para a ciclagem de nutrientes, manutenção da estrutura e fertilidade do solo, tratamento de resíduos, controle das populações de organismos e também são uma fonte direta de alimento para inúmeras espécies animais.
Estes insetos, entretanto, são muito importantes para a saúde pública, pois são agentes transmissores de doenças devido a microrganismos patogênicos que se aderem a superfície dos mesmos ou ingeridos, tais como as bactérias causadoras da furunculose, lepra, tuberculose, poliomielite e a diarréia. Estudos recentes identificaram a possível relação entre a exposição a baratas e as reações alérgicas, onde as alergias podem ser causadas pelas baratas ou serem agravadas pelas mesmas, sensibilidade detectada principalmente nas crianças.
As baratas domésticas são responsáveis pela transmissão de várias doenças, principalmente gastrointestinais, carregando vários agentes patogênicos através de seu corpo, patas e fezes, pelos locais por onde passam, por isso, são consideradas vetores mecânicos. Podem ainda transmitir doenças do trato respiratório e outras de contágio direto, pelo mesmo processo.
Além de atuar como vetores mecânicos (vírus, fungos, bactérias e protozoários) e biológicos (ser hospedeiro intermediário de vermes), as baratas podem causar reações alérgicas (contato com as fezes e exúvias). Sobre o aspecto econômico elas podem estragar alimentos (deixam odor repugnante), e roer/sujar roupas e livros. As baratas podem ser também uma praga agrícola de relativa importância (roer raízes e atacar produtos armazenados).
Métodos de Controle
Os métodos de controle ambiental das baratas baseiam-se inicialmente em medidas preventivas. As baratas, como as demais pragas urbanas, invadem as residências na busca por alimento, água e abrigo. A prevenção tem a finalidade de evitar ou dificultar o acesso a esses três fatores, para que as baratas se alimentem das iscas. Assim, o manejo preventivo do ambiente consiste em uma série de medidas preventivas, interferindo nas condições de abrigo e alimento das baratas. Dependendo da situação, somente estas medidas são suficientes para manter o local ausente de baratas.
Medidas para prevenção:
1. Feche sempre muito bem o lixo. Coloque diariamente em sacos plásticos muito bem fechados e lave pelo menos de quinze em quinze dias a lixeira. Deixe-a sempre fechada e seca.
2. Conserve os alimentos bem fechados em vasilhas com tampas ou na geladeira. Conservar armários e despensas fechados, sem resíduos de alimentos. Olhar cuidadosamente qualquer material antes de guardá-los (caixas, pacotes, etc).
3. Limpe quinzenalmente as caixas de gordura e esgoto. Deixe-as sempre bem fechadas.
4. Limpe semanalmente os ralos de cozinha, banheiro e área de serviço. Colocar tampas em ralos não sifonados.
5. Use silicone para vedar todos os tipos de frestas e fendas. As frestas de armários e portas internas e externas, principalmente aquelas perto da pia, devem ser vedadas com borracha. Manter bem calafetados as junções de revestimentos de paredes e pisos.
6. Mantenha sempre a pia limpa e seca, principalmente à noite, e limpe diariamente o fogão e embaixo da geladeira.
7. Não guarde alimentos em caixas de papelão ou de madeira, pois neste tipo de material elas gostam de depositar ovos.
8. Verifique sempre as possíveis entradas de baratas para a casa como: condutos elétricos, vizinhança infestada, canos de águas pluviais, interruptores de luz e telefone. Colocar telas, grelhas, ralos do tipo “abre-fecha”, sacos de areia ou outros artifícios que impeçam a entrada desses insetos através de ralos e encanamentos.
9. Ficar atento com os tetos rebaixados.
10. Remover e destruir ootecas (Ovos de baratas).
11. Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protegendo os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoitos, etc…
12. Praticar limpezas úmidas, tantas vezes por dia quanto necessário para manter desengordurados os móveis. Limpar cuidadosamente e regularmente os locais onde possam acumular poeira ou restos alimentares: fornos, armários, despensas, sob pias, etc.
março 9, 2010 Sem comentários
Impacto mínimo do Ecoturismo
Vídeo sobre como promover mínimo impacto ambiental na visitação turística:
Video Impacto Mínimo do Ecoturismo
A entrevistada é Luiza Coelho, diretora de sustentabilidade dos passeios Rio da Prata e Estância Mimosa, em Bonito, MS.
março 1, 2010 Sem comentários
Frase de efeito sobre a natureza
“No final, nossa sociedade será definida, não pelo que criamos, mas pelo que nos recusamos a destruir”
John C. Sawhill, Presidente da The Nature Conservancy (1990-2000)
Creio que não há mais o que adicionar. E para emocionar mais ainda, assistam ao vídeo: Um olhar sobre a natureza brasileira.
fevereiro 28, 2010 Sem comentários
Lixo eletrônico: novo problema ambiental
Já não basta o desmatamento, a poluição do ar, da água e do solo, a disposição inadequada dos resíduos sólidos domésticos e industriais, surge agora um novo problema ambiental: o lixo eletrônico.
Afinal, quais os problemas ambientais acarretados pelo lixo eletrônico? Leia no texto abaixo.
Lixo eletrônico: uma montanha de problemas
Por Stephen Leahy, da IPS

As montanhas de perigoso lixo eletrônico crescem cerca de 40 milhões de toneladas ao ano. No Brasil, China, Índia e África do Sul, o crescimento desses resíduos ficará entre 200% e 500% na próxima década, afirma um novo estudo. Esse aumento inclui apenas os restos de televisores, computadores e telefones celulares de uso interno, e não as toneladas de lixo eletrônico exportadas para esses países, a maioria de forma ilegal. As vendas de produtos eletrônicos no varejo explodiram nas economias emergentes, mas não há capacidade para recolher os restos, reciclar conteúdos tóxicos e convertê-los em materiais valiosos, afirma o estudo “Recycling – from E-waste to Resources” (Reciclando – de Lixo Eletrônico a Recursos), divulgado segunda-feira em Bali, na Indonésia.
A publicação coincide com uma reunião do Convênio da Basiléia sobre Controle de Movimentos Transfronteiriços dos Dejetos Perigosos e sua Eliminação, que começou segunda-feira. Os restos de telefones celulares serão, em 2020, sete vezes superiores aos de 2007 na China, e 18 vezes maior na Índia. A China já produz 2,3 milhões de toneladas, atrás dos Estados Unidos, com cerca de três milhões de toneladas. E apesar de proibir a importação deste lixo, a China continua sendo o principal destino destes resíduos procedentes dos países ricos.
“Este informe mostra a urgente necessidade de estabelecer processos obrigatórios, formais e ambiciosos para recolher e disponibilizar este lixo em instalações amplas e eficientes na China”, disse em Bali o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner. “Não é só a China que enfrenta este desafio. Brasil, Índia, México e outras nações também vivem riscos ambientais e sanitários se a reciclagem destes resíduos tóxicos ficar em mãos do setor informal”, acrescentou.
Não se trata da necessidade de desmontar manualmente os aparelhos eletrônicos, que de fato é uma tarefa essencial em muitos casos, diz Ruediger Kuehr, da Universidade das Nações Unidas e secretário-executivo da iniciativa Solving the E-waste Problem (StEP – Resolvendo o Problema do Lixo Eletrônico), um consórcio de organizações não governamentais, indústrias e governos. Mas o desmonte manual deve ser feito de maneira apropriada, em condições ambientais corretas, disse Kueher à IPS de seu escritório em Hamburgo (Alemanha). “A reciclagem eletrônica é muito complicada. Um telefone pode ter entre 40 e 60 elementos diferentes”, ressaltou.
O ouro é um desses elementos valiosos, e a reciclagem informal, praticada na China e na Índia, consegue extrair apenas 20% desse metal. No total, há centenas de milhões de dólares nos celulares que nunca são recuperados, disse Kuehr. As somas aumentam rapidamente para milhares de milhões de dólares de valiosos metais não recuperados quando são considerados os componentes das baterias.
Explorar e refinar novos metais, prata, ouro, paládio, cobre e outros, tem grande impacto ambiental, como uma grande quantidade de gases-estufa lançados na atmosfera, diz o informe. E alguns materiais estão se tornando escassos e, por isso, mais caros. O desenvolvimento de um sistema nacional sólido de reciclagem é complexo, e somente na base de financiamento e transferência de tecnologia do mundo rico não funcionará, segundo o documento. A falta de uma ampla rede de coleta destes resíduos, somada à competição do setor informal de baixo custo, impede o desenvolvimento de modernas unidades para esta atividade.
O informe, realizado em coautoria pela suíça Empa, Umicore e Universidade das Nações Unidas, todos membros do StEP, propõe facilitar a exportação de porções de produtos, como baterias ou paineis de circuitos de países pequenos para as nações da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), processadoras finais certificadas. As unidades de recuperação de materiais na Europa e América do Norte, que podem extrair quase todos os metais valiosos, são muito caras e precisam processar uma grande quantidade de lixo eletrônico para serem rentáveis.
Aí está a oportunidade de dar a volta na cadeia de fornecimento, com as nações em desenvolvimento desmontando seus produtos eletrônicos e enviando os materiais para a reciclagem final e recuperação no mundo rico, segundo Kuehr. “Recuperar elementos raros e valiosos, como o irídio, representa um difícil processo técnico. O mundo em desenvolvimento nunca terá recursos suficientes para construir suas próprias fábricas. É necessária uma solução global”, afirmou. Porém, há muitos impedimentos para semelhante solução, inclusive o fato de alguns setores, de vários países, estarem fazendo muito dinheiro graças à atual ineficiência, acrescentou Kuehr.
A classificação adequada do material (um computador que não funciona deve ser descartado ou pode se consertado facilmente e continuar em uso?) e um acordo internacional para estabelecer permissões são outros grandes obstáculos. Também existe a desconfiança sobre as declarações dos recicladores, a falta de certificação e de certeza de que os países que desmontam os produtos serão beneficiados ao enviá-los às nações da OCDE para sua recuperação final.
“Precisamos de um sistema global, mas não temos uma solução final sobre como chegar a isso”. Definitivamente, a sociedade mundial precisa avançar para a desmaterialização, onde o reuso domine completamente a reciclagem, que é intensiva em energia e recursos, mesmo quando não seja contaminante, segundo Kuher. As pessoas que compram computadores ou telefones celulares querem, na realidade, serviços de informática e comunicações, não produtos físicos. O caminho para o futuro é que as empresas tenham os produtos que ofereçam esses serviços e os atualizem uma e outra vez, fechando o círculo. “Isto tem mais sentido em muitos aspectos”, concluiu Kuehr.
Fonte: IPS/Envolverde
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fevereiro 24, 2010 Sem comentários
Consumo Consciente: a nova onda pós-sociedade de consumo
Extrato da reportagem “Corrida para Onde?” de Eduardo Shor publicada na edição de fevereiro de 2010 da revista Página 22:
“Homens e mulheres poderiam ter feito outra opção. No lugar da sociedade de consumo, a sociedade da abundância, na qual se preserva e economiza mais do que se destrói e se gasta. Mas isso não ocorreu. Trabalhamos cada vez mais, porque é fundamental ter cada vez mais. Por comprarmos itens além do necessário, precisamos aumentar a produção sempre. Quando as pessoas entram na lógica do consumo, elas perdem a figura do ”ser humano integral“, aquele que decide o que quer sem se atrelar ao último modelo de carro, à grife mais famosa, aos apelos do marketing e da propaganda.”
Podemos concluir então que a bola da vez é o consumo consciente! Saber o quê e porquê se compra, reconectar com a família, com os valores familiares, com a natureza, e não se deixar levar pelo consumismo desenfreado, que não aumenta a felicidade de ninguém, ao contrário, dívidas só trazem tristeza e desilusão.
fevereiro 21, 2010 Sem comentários
Sustentabilidade e o tempo
Lendo a Revista Página 22 de Fevereiro de 2010, me deparei com as seguintes frase escritas por Carolina Derivi:
“A busca da sustentabilidade é uma luta contra o tempo, considerando a urgência dos problemas ambientais.”
“O tempo da sustentabilidade é o da oportunidade, a brecha que se abre para rever e aprimorar modelos de desenvolvimento.”
Vale a pena pensar sobre o assunto!
fevereiro 21, 2010 Sem comentários
Culpas no lixo
Artigo escrito pela Profa. Dra. Sônia Corina Hess (UFMS)
Ela passou perto de mim carregando 4 sacos com latinhas de alumínio.
Era manhã de terça feira de carnaval, e seus pouco mais de um metro e meio de altura estavam quase que ocultos, sob os pesados sacos.
Me envergonhei, também, pela quantidade de garrafas plásticas e outros resíduos que vi pelas ruas. Sou humana, e o que os meus semelhantes fazem, repercute em mim. Certamente, pouca gente se importa com o destino dado aos resíduos gerados em suas atividades diárias.
Tenho uma vida confortável, carro, alimentos, moradia, todos os bens de que necessito para atender a minhas necessidades. O problema é que sei que, cada vez que me alimento, provavelmente, estou consumindo o produto de uma cadeia que começou no campo, onde trabalhadores pouco remunerados estiveram expostos a venenos e a precárias condições de vida.
Quando descarto embalagens, sei que a maioria vai ser transportada a algum aterro ou lixão, e me pergunto por que tem que ser assim.
Grande parte dos plásticos, cuja produção começa em poços de petróleo, passando por refinarias, indústrias petroquímicas, indústrias de transformação, produção de embalagens, indústrias de alimentos e outros produtos, distribuição e comercialização, têm como destino final quase certo o lixo, depois de terem sido úteis aos consumidores, efetivamente, por poucos minutos. Portanto, muita energia e materiais têm sido despendidos para produzir-se itens úteis por muito pouco tempo. Na melhor das hipóteses, alguns itens são reciclados, mas seu ciclo termina nos aterros.
O vidro, cuja produção começa com areia, em indústrias consumidoras de muita energia, praticamente não tem mercado para a reciclagem, sabendo-se que vão ser, mesmo, descartados nas ruas ou aterros.
Os metais ferrosos, que saem das jazidas e passam por indústrias siderúrgicas, consomem carvão vegetal ou mineral em seu processamento. No Brasil, grande parte do carvão utilizado em siderurgia provém de florestas nativas, incluindo a Amazônia, a Caatinga, o Cerrado e o Pantanal. Isto não é levado em consideração pelos consumidores, quando compram geladeiras, carros ou outros bens de consumo.
Os materiais orgânicos (provenientes de jardinagem, culinária, feiras, etc) podem ser transformados em adubo, mas geralmente são encaminhados a aterros ou lixões, constituindo mais de 60% dos resíduos das cidades brasileiras. Se convertêssemos os resíduos orgânicos em adubo e biogás (energia), também evitaríamos muitos danos causados pela produção, transporte e uso de adubos químicos, insumos importados pelo Brasil em grande quantidade.
Se muita gente se sentisse responsável pelo resultado de seu modo de vida, sobre seus semelhantes e o ambiente, teríamos uma revolução jamais vista nesta civilização. Cada item a ser adquirido passaria pelo crivo da consciência, verificando-se como foi produzido, no que resultou sua produção, e como se dará seu destino final.
É possível mudar, enxergar, lutar. É preciso ver-se a dor associada a cada bem de consumo, para que as escolhas mudem. Sem consciência não há mudança. Já houve muita gente, na história da humanidade, que cometeu terríveis erros, por não querer vê-los claramente. Temos que sair desta nova era da obscuridade e assumirmos nossas culpas. Não adianta fingirmos que não as temos, porque os miseráveis que vivem do lixo que produzimos estão por aí, na rua, na nossa frente!!!! As enchentes, os esgotões a céu aberto também mostram, claramente, a natureza infame do comportamento dos brasileiros que se pensam civilizados, neste início do século 21.
fevereiro 17, 2010 1 comentário
Hidrelétrica de Belo Monte: Impactos Ambientais
Vale a pena ler e se inteirar da questão sobre todos os seus aspectos, que são muito bem esclarecidos pelos autores. A informação de qualidade é essencial para a tomada de decisões seguras.
O projeto, aprovado para licitação, embora afirme que as principais obras ficarão fora dos limites das Terras Indígenas, desconsidera e/ou subestima os reais impactos ambientais, sociais, econômicos e culturais do empreendimento. Além disso, é esperado que a obra intensifique o desmatamento e incite a ocupação desordenada do território, incentivada pela chegada de migrantes em toda a bacia e que, de alguma forma, trarão impactos sobre as populações indígenas.
fevereiro 14, 2010 2 comentários
Depoimento de Oscar Niemeyer aos jovens: é preciso de informar!
Na manhã de quarta-feira (10/02), logo após a solenidade de posse dos novos conselheiros integrantes das quatro câmaras especializadas do CREA Regional de Mato grosso do Sul, foi inaugurada uma placa com uma mensagem que o arquiteto Oscar Niemeyer dedicou aos jovens estudantes e profissionais das áreas tecnológicas.
O depoimento foi especialmente concedido por Niemeyer durante uma visita do presidente do Crea-MS, engenheiro Jary de Carvalho e Castro a seu escritório em Copacabana, no Rio de Janeiro em outubro de 2009.
Veja a transcrição do depoimento:
“Me interesso sempre em falar com a juventude, principalmente com os que estão estudando arquitetura, que é a minha profissão. Eu recomendo aos jovens que o importante hoje é ler, ler o que for possível. Geralmente, o jovem entra para a escola superior e o assunto do País é esquecido. Ele dedica-se apenas ao que trata da sua profissão. Isso faz dele um especialista. Um médico só fala em medicina, engenheiro só fala em engenharia e o jovem fica perdido nesse mundo tão difícil, cheio de problemas, do qual ele não pode se informar.
Eu tenho uma revista de arquitetura – Nosso caminho – e nessa revista a arquitetura é um pretexto. Ela é dedicada a levar aos jovens ensinamentos sobre os problemas da vida, do mundo, aos quais ele tem que se deter. De modo o que eu gostaria de lembrar a vocês é isso: a necessidade de se informar”.
Arquiteto Oscar Niemeyer
Com informações da Assessoria de imprensa do CREA-MS
fevereiro 13, 2010 Sem comentários
Poluição da água e do solo e Saneamento Básico
O que que o saneamento básico tem a ver com a poluição da água e do solo?
O saneamento básico, que são os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, coleta da drenagem pluvial, e coleta de lixo, é fundamental para a saúde pública.
Ele está diretamente associado aos problemas de poluição e/ou contaminação dos recursos hídricos e do solo, pois a deficiência de saneamento básico gera a disposição inadequada de esgotos, contaminando e poluindo os rios e córregos,e favorecendo a proliferação de vetores de doenças (por exemplo, nos lixões).
Conseqüentemente, se temos rios e córregos poluídos gastamos mais dinheiro para tratar a água para o abastecimento público. Ou seja, investimentos em saneamento básico economizam dinheiro gasto em hospitais, em tratamento de água, e aumentam a saúde e qualidade de vida da população.
fevereiro 11, 2010 Sem comentários