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	<title>Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções. &#187; Lista Problemas Ambientais</title>
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	<description>Informação para um mundo melhor! Idéias para o desenvolvimento sustentável!</description>
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		<title>Desaparecimento de insetos polinizadores: grave problema ambiental</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 13:34:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Problemas ambientais como a destruição dos habitats, desmatamento, uso extensivo de agrotóxicos no campo, degradação de áreas de proteção permanente e reserva legal estão causando o desaparecimento e a extinção de insetos polinizadores como as abelhas. Especialistas já documentaram o desaparecimento em massa de abelhas em vários países. Isto é um problema sério pois as [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Problemas ambientais</strong> como a destruição dos habitats, desmatamento, uso extensivo de agrotóxicos no campo, <strong>degradação de áreas de proteção permanente e reserva legal</strong> estão causando o desaparecimento e a extinção de insetos polinizadores como as<strong> abelhas</strong>. </p>
<p>Especialistas já documentaram o desaparecimento em massa de abelhas em vários países. Isto é um problema sério pois<br />
as <strong>abelhas</strong> são cruciais na nossa sociedade, na medida em que a polinização tem um papel essencial na <strong>preservação da biodiversidade</strong> e na manutenção da segurança alimentar de todo o mundo, não só pela produção de mel, mas pela polinização das culturas. </p>
<p>Daí a importância de áreas de conservação da biodiversidade como as Reservas Legais e Áreas de Proteção Permanente que existem no código florestal brasileiro, áreas que são feitas para garantir o equilíbrio ecológico da cadeia alimentar, do qual o homem é beneficiado através dos <strong>serviços ecossistêmicos</strong>.</p>
<p>Veja a reportagem abaixo para mais informações:</p>
<p><strong>Europa aprova resolução para proteger abelhas</strong></p>
<p>Por Bettina Barros, publicado no Jornal Valor Econômico de 18/11/2011 </p>
<p>O Parlamento Europeu aprovou nesta semana uma resolução para a adoção de ações mais contundentes para proteger a população de abelhas, que de alguns anos para cá desapareceram em larga escala no Velho Continente. O texto, aprovado por ampla maioria de 534 votos a favor, 92 abstenções e apenas 16 votos contrários, determina que mais fundos sejam destinados para a pesquisa com abelhas, novos incentivos para que a indústria farmacêutica desenvolva antibióticos e que os rótulos de advertência nos pesticidas do campo sejam mais claros.</p>
<p>Além de uma questão ambiental preocupante, o declínio dessas populações tem um impacto econômico que não se pode desprezar. Cálculos da Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, estimam que a polinização tem um valor econômico de € 22 bilhões para a região.</p>
<p>Cerca de 84% das espécies de plantas europeias e 76% da produção de alimentos da região dependem dela. A União Europeia produz anualmente cerca de 200 mil toneladas de mel. Bulgária, França, Alemanha, Grécia, Hungria e Romênia são os maiores produtores, empregando, direta ou indiretamente, 600 mil pessoas.</p>
<p>&#8220;<strong>As abelhas são cruciais na nossa sociedade, na medida em que a polinização tem um papel essencial na preservação da biodiversidade e na manutenção da segurança alimentar da Europa</strong>&#8220;, disse o legislador socialista Csaba Sandor Tabajdi, autor da resolução.</p>
<p>A falta de informações sobre a saúde dessas abelhas tem sido um obstáculo na identificação das causas do desaparecimento desses insetos. Por isso, a Comissão Europeia pretende lançar um programa-piloto de monitoramento no início do próximo ano.</p>
<p><strong>Especialistas já documentaram o desaparecimento em massa de abelhas em vários países, com um cenário mais crítico nos Estados Unidos, onde o fenômeno tem sido comumente chamado de &#8220;desordem de colapso das colônias&#8221;. A causa do problema ainda não é conhecida, mas a destruição dos habitats e o uso extensivo de agrotóxicos no campo (que pode ter afetado o sistema imunológico das abelhas) são possibilidades consideradas pelos especialistas.</strong></p>
<p>Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o número de colônias de abelhas caiu de 5,5 milhões em 1950 para 2,5 milhões em 2007. Somente na Califórnia, um dos principais berços agrícolas de pequenas culturas nos Estados Unidos, abelhas de quase 1,5 milhão de colmeias fazem o trabalho da polinização &#8211; uma média de duas colmeias por acre.</p>
<p>O Pnuma, braço ambiental da ONU, advertiu no início deste ano que a população mundial de abelhas continuará em declínio. Em relatório, o órgão defendeu o pagamento de incentivos a agricultores e proprietários rurais para que os habitats desses insetos sejam restaurados, como florestas com espécies de floração.</p>
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		<title>Vazamento de Petróleo na Bacia de Campos &#8211; Problemas ambientais RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 22:35:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um vazamento de petróleo na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, começou no dia 18 de outubro de 2011, o vazamento foi detectado há 120 quilômetros da costa e o óleo escapou por uma fissura de cerca de 300 metros de extensão, a 1,2 mil metros de profundidade e a 130 metros do poço [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <strong>vazamento de petróleo</strong> na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, começou no dia 18 de outubro de 2011, o vazamento foi detectado há 120 quilômetros da costa e o óleo escapou por uma fissura de cerca de 300 metros de extensão, a 1,2 mil metros de profundidade e a 130 metros do poço de perfuração. A mancha, que tem oito quilômetros de comprimento, se espalhou pelo Campo do Frade, uma área de grande <strong>diversidade biológica</strong>, e pode acarretar em uma série de <strong>problemas e impactos ambientais</strong>. </p>
<p>Segundo informações do Jornal Hoje, a Agência Nacional do Petróleo calcula que o vazamento tenha atingido o total de mil barris de petróleo, mas a ONG americana Skytruth tem números diferentes e calcula que o vazamento pode ter chegado a 3,7 mil barris por dia. A Chevron afirma que não sabe a quantidade exata do óleo que vazou, contudo informou que o poço na bacia de Campos será fechado e a etapa de concretagem já começou. </p>
<p>Os <strong>vazamentos de petróleo são acidentes ambientais</strong> sérios, que podem acarretar em uma grande <strong>mortandande </strong>de animais marinhos, como tartarugas, aves, peixes e até baleias. Este vazamento especificamente, segundo o Jornal Hoje, aconteceu em um período crítico, a primavera, quando vários tipos de aves e baleias em extinção estão migrando. </p>
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		<title>Turismo sustentável e conduta consciente em ambientes naturais &#8211; Regras de visitação</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 13:32:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A conduta consciente em ambientes naturais é muito importante para garantir a preservação dos ambientes naturais visitados pelo homem, como os parques e reservas naturais. Assim, a conduta consciente em ambientes naturais é um dos componentes principais do turismo sustentável, e é muito importante seguir as regras de visitação para diminuir os impactos ambientais quando [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>conduta consciente em ambientes naturais</strong> é muito importante para garantir a preservação dos ambientes naturais visitados pelo homem, como os parques e reservas naturais.</p>
<p>Assim, a conduta consciente em ambientes naturais é um dos componentes principais do <strong>turismo sustentável, e é muito importante seguir as regras de visitação para diminuir os impactos ambientais quando visitando ambientes naturais.</strong></p>
<p><strong>Regras de visitação em am</strong><strong>bientes naturais:</strong></p>
<p>- Antes de começar sua visita nas trilhas dos parques, entre em contato com uma agência de turismo ou o ICMBIO local (orgão gestor de parques) para verificar se existem regulamentos e normas para a visitação.</p>
<p>- Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.</p>
<p>- Viaje em grupos pequenos, de até 6 pessoas, grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.</p>
<p>- Evite viajar para áreas populares durante feriados e férias.</p>
<p>- Certifique-se de que você possui uma forma adequada de acondicionar seu lixo para trazê-lo de volta.</p>
<p>- Observe os animais a distância, não se aproxime, mantenha respeito. Não dê alimentos aos animais, eles já possuem seus hábitos e alimentação natural.</p>
<p>- Diminua a quantidade de lixo, deixando em casa embalagens desnecessárias. Traga TODO o seu lixo de volta, jamais queime ou enterre qualquer tipo de lixo.</p>
<p>- Para ir ao banheiro, leve uma Fossa Seca Ambulante (informe-se sobre sua disponibilidade com os gestores do parque, condutores e agências da região). Caso não tenha, cave um buraco com 15 cm de profundidade, a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, e em locais onde não seja necessário remover a vegetação.</p>
<p>- Para lavar louça, não use sabão, e não lave as coisas em áreas de nascente, afaste-se pelo menos 60 metros das nascentes para lavar utensílios.</p>
<p>- Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.</p>
<p>- Não faça fogueiras, elas prejudicam o solo e representam grande risco de incêndios flroestais.</p>
<p>- Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio de acampamento. É muito mais fácil e rápido que uma fogueira. Para iluminar utilize um lampião ou lanterna do que a fogueira.</p>
<p>- Ande e acampe em silêncio, preservando a tranquilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece.</p>
<p>- Deixe aparelhos sonoros e instrumentos musicais em casa.</p>
<p>- Trate os moradores da região com gentileza, cortesia e respeito. Mantenha porteiras fechadas do jeito que encontrou, e não entre em casas e galpões sem pedir permissão.</p>
<p>- Contratar passeios, hospedagem, transporte e serviços de pessoas locais colabora para o desenvolvimento social e conômico da comunidade.</p>
<p>- Deixe seu animal doméstico em casa.</p>
<p>- Para chamar a atenção de uma equipe de socorro, tenha em sua mochila um plástico ou tecido de cor forte em caso de emergência. Mas use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual e o afugentamento dos bichos.</p>
<p>- Não construa estruturas como bancos, mesas e pontes. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo mortas ou tombadas.</p>
<p>- Não cate pedras, galhos, flores e conchas para levar como lembranças. Leve apenas suas memórias e fotografias.</p>
<p>- Mantenha-se na trilha, jamais saía dela.</p>
<p>- Não corte, nem arranque a vegetação ou remova pedras em locais para acampar. Acampe em locais pré-estabelecidos.</p>
<p>- Leve sempre itens essenciais como: lanterna, agasalho, capa de chuva, chapéu, estojo de primeiros socorros, alimentos e água, mapa e bússola, mesmo nas atividades mais fáceis.</p>
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		<title>Importância das florestas &#8211; Estudo mostra evolução das florestas de 11 países</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 13:15:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O texto abaixo mostra a importância das florestas e como o desmatamento é um dos grandes problemas ambientais mundiais. Mostra também como os países desenvolvidos estão trabalhando cada vez mais na recuperação das suas florestais originais e prevenção do desmatamento, pois reconhecem a importância da floresta para a manutenção do clima e da biodiversidade, ao [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo mostra a <strong>importância das florestas</strong> e como o <strong>desmatamento</strong> é um dos <strong>grandes problemas ambientais mundiais. </strong></p>
<p>Mostra também como os <strong>países desenvolvidos</strong> estão trabalhando cada vez mais na recuperação das suas florestais originais e prevenção do desmatamento, pois reconhecem a importância da floresta para a manutenção do clima e da biodiversidade, ao contrário do Brasil.</p>
<p><strong>Estudo mostra evolução das florestas de 11 países &#8211; por Daniela Chiaretti &#8211; São Paulo</strong></p>
<p>Jornal Valor Econômico &#8211; Pág. A7 &#8211; 7, 8 e 9 de outubro de 2011.</p>
<p>A Suécia tinha 56% de cobertura florestal em 1950 e hoje tem 69%. A China tinha entre 5% a 9% de florestas originais e plantadas há 60 anos, e hoje, com o intenso esforço de reflorestar, aumentou o percentual para 22%. O dado polonês era 24%, hoje é 30%. A ideia de que só o Brasil protege suas florestas e que os outros acabaram com elas para se desenvolver, argumento forte da bancada ruralista ao propor mudanças no Código Florestal, está em xeque em um estudo divulgado ontem pelo Greenpeace. O trabalho faz uma comparação do que aconteceu e o que acontece com as florestas de onze nações.</p>
<p>O estudo foi assinado por dois importantes institutos de pesquisa em floresta, o brasileiro Imazon e o britânico Proforest, ligado à Universidade de Oxford. Um dos objetivos era investigar &#8220;o quanto de verdade existe por trás de uma antiga crença &#8211; a de que o Código Florestal, como a jabuticaba, é só nosso&#8221;, diz o prólogo do estudo. A intenção era descobrir qual a trajetória das florestas de cada país, qual o marco legal em relação ao desmatamento e quais os incentivos para quem quer reflorestar.</p>
<p>Alguns países foram escolhidos porque são potências econômicas e também pelo tamanho do território, como China e Estados Unidos. A China, além do fato de ser a principal potência emergente contemporânea e ter desmatado muito até recentemente, está em curva ascendente sob o ponto de vista de cobrir de verde suas terras. Os EUA não poderiam faltar: o país desmatou apenas 1% em 100 anos, mas &#8220;é o que mais produz grãos no mundo&#8221;, lembra Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace. Também estão no estudo Alemanha, França e Japão, Índia, Indonésia, Holanda, Polônia, Suécia e Reino Unido.</p>
<p><strong>Em 1948, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Brasil tinha mais de 90% de seu território coberto, diz Adalberto Veríssimo, pesquisador sênior do Imazon e coordenador do estudo. Hoje, este percentual está em 56%. &#8220;Proporcionalmente, o Brasil tem menos floresta que Japão e Suécia&#8221;, diz ele. O caso japonês é surpreendente: país pequeno e populoso, tem 69% de cobertura vegetal.</strong></p>
<p>Segundo a FAO, o Brasil continua desmatando a uma taxa de 0,6% ao ano. &#8220;Se continuar assim, em 10 anos teremos perdido algo perto a 12 vezes o Estado do Rio de Janeiro&#8221;, diz Veríssimo.</p>
<p>O estudo mostra que a trajetória florestal dos países começa muito alta e depois há um decréscimo bastante relacionado à expansão da agricultura, diz Adario. Com a percepção de que o desmatamento prejudica a própria produção agrícola, ocorre pressão da sociedade e a curva muda de direção. Entre os 11 países analisados, apenas a Indonésia prossegue desmatando. &#8220;O Brasil não estabilizou o desmatamento, continua caminhando ladeira abaixo&#8221;, diz ele. &#8220;Temos que discutir exatamente isso: o Brasil quer ser moderno e manter floresta ou o quê?&#8221;</p>
<p>&#8220;O estudo é uma contribuição ao debate&#8221;, diz Adario. &#8220;Mas o debate esteve marcado por premissas falsas, que, de tanto repetidas, viraram verdadeiras.&#8221; Uma delas é que o marco legal brasileiro amarra os proprietários, a agricultura nacional e que o País é único no mundo a proceder assim, diz. &#8220;O trabalho do Imazon-Proforest demonstra que isso não é verdade.&#8221;</p>
<p>Ele lembra que, na França, a conversão de florestas em terras particulares tem de ser justificada, e só pode ocorrer em áreas de até quatro hectares. Na Índia, onde quase todas as áreas florestais são estatais, uma decisão do governo central não pode ser revertida pelos Estados. O Código Florestal japonês não permite a conversão de florestas estatais ou privadas, exceto em casos muito específicos e raros. No Reino Unido, derrubar floresta para a agricultura não é permitido. A lei florestal chinesa, no geral, impede que florestas sejam suprimidas para dar lugar à mineração ou projetos de infraestrutura.</p>
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		<title>Aquecimento global &#8211; um impacto de caráter global</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 01:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[O aquecimento global está sendo causado devido ao aumento de gases estufa na atmosfera. Este aumento de gases é causado por: - Queima de combustíveis fosséis; - Desmatamento/queima de biomassa; - Aumento da população mundial/criação de animais. O Aquecimento global é causado pelo fato do gás carbônico reter um pouco da radiação solar que é [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>aquecimento global</strong> está sendo causado devido ao aumento de gases estufa na atmosfera.</p>
<p>Este aumento de gases é causado por:</p>
<p>- Queima de combustíveis fosséis;</p>
<p>- Desmatamento/queima de biomassa;</p>
<p>- Aumento da população mundial/criação de animais.</p>
<p>O Aquecimento global é causado pelo fato do gás carbônico reter um pouco da radiação solar que é refletida pela Terra. E como cada vez mais tem mais gás carbônico, mais radiação fica retida.</p>
<p>As consequências do efeito estufa, aquecimento global,  são: elevação da temperatura do planeta, alterações nas precipitações pluviométricas (regime de chuvas), elevação do nível do mar, perda de biodiversidade e de espécies.</p>
<p>O aquecimento global é um dos maiores <strong>problemas ambientais</strong> atuais.</p>
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		<title>24 de novembro é o Dia do Rio. Vamos preservar!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 11:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Solos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[degradacao dos solos]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 24 de novembro comemora-se o Dia do Rio.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio, riacho, ribeirão, córrego, curso d’água. Até mesmo quem não cresceu perto de um rio reconhece a <strong>importância deste recurso hídrico</strong>, tanto para consumo, quanto para prática de atividades de aventura, pesca, geração de energia, etc. Um rio considerado próprio para banho é quase sinônimo de diversão e lazer. O Brasil é privilegiado neste quesito e conta com bacias hidrográficas relevantes, como a Bacia do Paraná e do Paraguai, além de abrigar o Rio Amazonas, considerado o <strong>maior rio do mundo</strong>.</p>
<p>Para preservar a qualidade da água dos rios é necessário que as Matas Ciliares sejam preservadas. Localizadas nas margens de rios, lagos, represas e nascentes, contribuem para diminuir a erosão nas margens, facilitam a infiltração da água das chuvas no solo e melhoram a qualidade das águas. Sua importância é tamanha, que as áreas de matas ciliares são consideradas Áreas de Preservação Permanente – APP, pelo Código Florestal.</p>
<p>Pelo Código Florestal, todas as nascentes devem ter 50 metros de matas ciliares preservadas, e rios até 50 metros de largura devem ter 30 metros de matas ciliares. A largura da mata ciliar cresce conforme aumenta a largura do rio, chegando até o mínimo de 500 metros de APP nos rios com mais de 600 metros de largura.</p>
<p>Outro ponto importante na preservação dos recursos hídricos são os limites de lançamento de resíduos pelas indústrias e cidades. Por muito tempo o lançamento era indiscriminado, porém nas últimas décadas foram publicadas leis e resoluções que definem limites para os lançamentos, de maneira que os recursos hídricos não sejam afetados de maneira irreversível, e possam se recuperar naturalmente.</p>
<p>Um grande ganho se deu com a aprovação da Lei que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) e a criação da Agência Nacional de Águas (ANA) em 200, que tem como um dos objetivos gerir os recursos hídricos e promover o uso sustentável da água.</p>
<p><strong>O próprio Dia do Rio, comemorado anualmente no dia 24 de novembro, foi instituído como um alerta para a escassez da água no planeta e para incentivar ações de preservação e proteção desse recurso natural.</strong></p>
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		<title>Derramamento de óleo</title>
		<link>http://www.problemasambientais.com.br/lista-problemas-ambientais/derramamento-de-oleo-catastrofe-ambiental-nos-mares/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 14:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poluição Marinha]]></category>
		<category><![CDATA[derramamento de óleo]]></category>
		<category><![CDATA[grandes problemas ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações do G1 notícias O derramamento de óleo é uma grande catástrofe ambiental que atinge os oceanos desde o início do século. Estes derramamentos acontecem por diversos motivos: acidentes com navios petroleiros, rompimento de cascos, e mais recentemente com a explosão de uma plataforma de petróleo no Golfo do México. Os impactos ambientais de [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com informações do G1 notícias</em></p>
<p>O <strong>derramamento de óleo </strong>é uma grande catástrofe ambiental que atinge os oceanos desde o início do século. Estes derramamentos acontecem por diversos motivos: acidentes com navios petroleiros, rompimento de cascos, e mais recentemente com a explosão de uma plataforma de petróleo no Golfo do México.</p>
<p>Os impactos ambientais de um derramamento de óleo são enormes, <strong>a mancha de óleo se propaga pelo mar, matando milhares de peixes, aves e corais, além de contaminar a água.</strong></p>
<p><strong>Sobre a explosão da plataforma no golfo do méxico que ocorreu no final de Abril de 2010:</strong></p>
<p>Cinco mil barris (quase 800 mil litros) de petróleo jorram diariamente no mar do Golfo do México depois da explosão de uma plataforma, na semana passada. O vazamento é cinco vezes maior que o previsto e foi considerado catástrofe nacional pelo governo norte-americano.</p>
<p>Até agora os esforços para conter o avanço da mancha, que incluem até uma barreira de lona, foram insuficientes. O governo americano reforça a ajuda à região para tentar evitar um desastre ambiental ainda maior.</p>
<p>Os estados do Alabama, Louisiania e Flórida declararam estado de emergência, alegando que a catástrofe é uma série ameaça ao ambiente e à economia.</p>
<p>Vários estados americanos estão em alerta por causa do vazamento de petróleo. Há temor de que praias e refúgios de vida selvagem sejam danificados em quatro estados. Lontras, pelicanos e outros pássaros estão no caminho da mancha de petróleo, e o serviço de preteção ambiental do país tenta proteger as espécies ameaçadas.</p>
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		<title>Radiações perigosas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde pública]]></category>
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		<category><![CDATA[Problemas Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[radiações eletromagnéticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Tese mostra correlação entre casos de morte por câncer e localização das antenas de telefonia celular Por Ana Rita Araújo Adilza Dode só usa celular em casos excepcionais: radiações estão associadas a vários tipos de neoplasia Para evitar exposição prolongada às radiações eletromagnéticas, a engenheira Adilza Condessa Dode usa celular apenas em casos de extrema [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tese mostra correlação entre casos de morte por câncer e localização das antenas de telefonia celular</em></p>
<p><strong>Por Ana Rita Araújo</strong></p>
<p>Adilza Dode só usa celular em casos excepcionais: radiações estão associadas a vários tipos de neoplasia<br />
Para evitar exposição prolongada às <strong>radiações eletromagnéticas</strong>, a engenheira Adilza Condessa Dode usa celular apenas em casos de extrema necessidade. A precaução decorre de estudos que desenvolve há cerca de uma década, com o intuito de descobrir os efeitos físicos, químicos e biológicos da radiofrequência nos seres vivos. Em tese defendida na UFMG, no final de março, Adilza Dode confirma a hipótese de que há correlação entre os casos de óbito por neoplasia e a localização de antenas de telefonia celular, em Belo Horizonte.</p>
<p>Por meio de geoprocessamento, a pesquisadora constata que a região Centro-Sul da capital mineira possui a maior concentração de antenas e a maior taxa de incidência acumulada de mortes por câncer. A menor taxa está na região do Barreiro, que também abriga o menor número de antenas instaladas. </p>
<p>“<strong>A poluição causada pelas radiações eletromagnéticas é o maior problema ambiental do século 21</strong>”, afirma a engenheira, que, em sua tese, recomenda a adoção, pelo governo brasileiro, do chamado princípio da precaução, aprovado na Conferência Rio-92. Segundo tal premissa, enquanto não houver certeza científica da inexistência de riscos, o lançamento de novo produto ou tecnologia deve ser acompanhado de medidas capazes de prever e evitar possíveis danos à saúde e ao meio ambiente. </p>
<p>Componente da banca que avaliou a tese de Adilza Dode, o professor Álvaro Augusto Almeida de Salles, do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), destacou que a pesquisa confirma resultados de estudos realizados na Alemanha e em Israel. “Com esse trabalho, Belo Horizonte coloca-se em uma importante posição na área”, comentou.</p>
<p><strong>A pesquisa</strong></p>
<p>Preocupada com a quase inexistência de dados sobre os efeitos de uma tecnologia que rapidamente se popularizou, Adilza Condessa Dode defendeu, em 2003, dissertação de mestrado orientada pela professora Mônica Maria Diniz Leão, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMG, em que provou a existência de sobreposição de radiação em áreas onde há antenas instaladas, o que causa contaminação eletromagnética. </p>
<p>Para o doutorado, <strong>trabalhou com a hipótese de relação entre mortes por câncer e a proximidade residencial com antenas – estações radiobase (ERB) – de telefonia celula</strong>r. Adilza Dode realizou pesquisa em bancos de dados preexistentes, cruzando informações sobre óbitos, em Belo Horizonte, de 1996 a 2006, com informações populacionais fornecidas pelo IBGE. </p>
<p>Entre os 22.543 casos de morte por câncer, no período de 1996 a 2006, a pesquisadora selecionou 4.924, cujos tipos – próstata, mama, pulmão, rins, fígado, por exemplo – são reconhecidos na literatura científica como relacionados à radiação eletromagnética. Para processar essas informações, ela contou com a co-orientação da professora Waleska Teixeira Caiaffa, uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte e do Grupo de Pesquisas em Epidemiologia da Faculdade de Medicina da UFMG. </p>
<p>Na fase seguinte do estudo, Adilza Dode elaborou uma metodologia inédita, utilizando o geoprocessamento da cidade, para descobrir a que distância das antenas moravam as 4.924 pessoas que morreram no período. “A até 500 metros de distância das antenas, encontrei 81,37% dos casos de óbitos por neoplasias”, conta a pesquisadora, professora do Centro Universitário Izabela Hendrix e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.</p>
<p>Ela comenta que, nos últimos anos, houve crescimento de casos de câncer de encéfalo no país, como atestam dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), e aumento no uso da telefonia celular. “Não posso afirmar que esta é a causa dos óbitos; mas qual é o fator novo nesse período? O fator ambiental que veio a público é a telefonia celular, não há outro”, analisa. Segundo ela, a literatura científica sugere a quem tem câncer e faz quimioterapia que evite exposição a campos eletromagnéticos.</p>
<p><strong>Níveis seguros?</strong></p>
<p>Há níveis seguros de radiação para a saúde humana? “Esse é exatamente o problema: até agora, ninguém sabe quais os limites de uso inócuos à saúde”, explica Adilza Dode, ao destacar que os padrões permitidos no Brasil são os mesmos adotados pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não Ionizantes (Icnirp), normatizados em legislação federal de maio de 2009. Para a pesquisadora, esses padrões são inadequados. “Eles foram redigidos com o olhar da tecnologia, da eficiência e da redução de custos, e não com base em estudos epidemiológicos”, assegura.</p>
<p>Segundo o professor Álvaro Augusto Almeida de Salles, da UFRGS, também não existem pesquisas epidemiológicas que demonstrem os efeitos das ondas emitidas por equipamentos de wireless, wi-fi e bluetooth, que irradiam em níveis mais baixos, mas contínuos. “Somos cobaias de tecnologias que ainda não se mostraram inócuas”, sentencia.</p>
<p>Adilza Dode informa que os <strong>campos eletromagnéticos interferem, também, em equipamentos biomédicos.</strong> “Por isso, é necessário desligar o celular ao entrar em hospitais, e não se deve, de forma alguma, instalar ERB em área hospitalar”, adverte, ao lembrar que mesmo as pessoas que não usam celular recebem radiação emitida, de forma contínua, pelas antenas. </p>
<p>Ela informa que países como Suíça, Itália, Rússia e China adotaram padrões bem mais baixos que os permitidos pela Icnirp. E no Brasil, o município de Porto Alegre editou lei que define níveis de emissões de radiações similares aos da Suíça. </p>
<p>Em sua tese, Adilza citou diversos estudos internacionais que procuram compreender os efeitos dos campos eletromagnéticos. Um deles, o projeto Reflex, financiado pela União Europeia, realizado em 2004 por 12 laboratórios especializados em sete países, afirma que a radiação eletromagnética emitida por telefones celulares pode afetar células humanas e causar danos ao DNA, ao alterar a função de certos genes, ativando-os ou desativando-os. Outro estudo, realizado em Naila (Alemanha), constatou a incidência três vezes maior de câncer em pessoas que viveram em um raio de até 400 metros das antenas de telefonia celular.</p>
<p>Em Netanya, em Israel, outro estudo mostrou o aumento de 4,15 vezes na incidência de câncer para os moradores que residiam dentro de um raio de até 350 metros das antenas de telefonia celular. Há, ainda, pesquisas que apontam riscos maiores para crianças, devido às especificidades de seu organismo. “A penetração das radiações eletromagnéticas no cérebro das crianças é muito maior que no dos adultos”, destaca Adilza Dode, que já se prepara para começar nova etapa de estudos. Seu objetivo agora é medir os níveis de exposição humana às radiações eletromagnéticas nas residências das pessoas diagnosticadas com câncer.<br />
<strong><br />
Recomendações</strong></p>
<p>“Não somos contra a telefonia celular, mas queremos que o Brasil adote o princípio da precaução, até que novas descobertas científicas sejam reconhecidas como critério para estabelecer ou modificar padrões de exposição humana à radiação não ionizante”, diz a pesquisadora.</p>
<p>Em um capítulo de sua tese, ela lista uma série de recomendações. Entre elas, a de que o Brasil adote os limites já seguidos por países como a Suíça. Sugere, ainda, que o governo não permita transmissão de sinal de tecnologias sem fio para creches, escolas, casas de repouso, residências e hospitais; crie infraestrutura para medir e monitorar os campos eletromagnéticos provenientes das estações de telecomunicação e desestimule ou proíba o uso de celulares por crianças e pré-adolescentes.</p>
<p><strong>Às indústrias, a tese recomenda a produção de telefones celulares com radiação no sentido oposto à cabeça do usuário, o investimento em pesquisa para descobrir limites seguros e a redução dos níveis de radiação emitidos pelas antenas.</strong> Aos usuários, Adilza sugere que não andem com celulares junto ao corpo; adotem a prática de envio de mensagens, evitando, ao máximo, sua proximidade ao ouvido; e afastem-se de outras pessoas ao recorrer ao aparelho. A autora aconselha, ainda, que cada prédio tenha área reservada para uso de celular, e que os moradores não aceitem a instalação de antenas. “Há uma crença segundo a qual o prédio onde se encontra uma antena de celular não recebe radiação. Isso foi desmentido por pesquisas recentes”, adverte a pesquisadora.</p>
<p><strong>Tese: Mortalidade por neoplasias e telefonia celular em Belo Horizonte, Minas Gerais</strong><br />
Autora: Adilza Condessa Dode<br />
Defesa: 26 de março de 2010,<br />
junto ao Programa de Doutorado<br />
em Saneamento, Meio Ambiente,<br />
e Recursos Hídricos (Desa)<br />
Orientadora: Mônica Maria Diniz Leão, professora do Departamento<br />
de Engenharia Sanitária e Ambiental,<br />
da Escola de Engenharia da UFMG<br />
Co-orientadora: Waleska Teixeira Caiaffa, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade<br />
de Medicina da UFMG<br />
Leia mais no site<br />
www.mreengenharia.com.br</p>
<p><strong>Fonte:</strong> http://www.ufmg.br/boletim/bol1690/4.shtml</p>
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		<title>Lixo eletrônico: novo problema ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já não basta o desmatamento, a poluição do ar, da água e do solo, a disposição inadequada dos resíduos sólidos domésticos e industriais, surge agora um novo problema ambiental: o lixo eletrônico. Afinal, quais os problemas ambientais acarretados pelo lixo eletrônico? Leia no texto abaixo. Lixo eletrônico: uma montanha de problemas Por Stephen Leahy, da [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não basta o desmatamento, a poluição do ar, da água e do solo, a disposição inadequada dos resíduos sólidos domésticos e industriais, surge agora um novo <strong>problema ambiental: o lixo eletrônico</strong>.</p>
<p>Afinal, quais os <strong>problemas ambientais</strong> acarretados pelo <strong>lixo eletrônico</strong>? Leia no texto abaixo.</p>
<p><em>Lixo eletrônico: uma montanha de problemas</em></p>
<p>Por Stephen Leahy, da IPS</p>
<p><img src="http://www.envolverde.com.br/fotos_novas/70059.jpg" border="0" alt="" align="right" /></p>
<p>As montanhas de perigoso <strong>lixo eletrônico</strong> crescem cerca de 40 milhões de toneladas ao ano. No Brasil, China, Índia e África do Sul, o crescimento desses resíduos ficará entre 200% e 500% na próxima década, afirma um novo estudo. Esse aumento inclui apenas os restos de televisores, computadores e telefones celulares de uso interno, e não as toneladas de lixo eletrônico exportadas para esses países, a maioria de forma ilegal. As vendas de produtos eletrônicos no varejo explodiram nas economias emergentes, mas não há capacidade para recolher os restos, reciclar conteúdos tóxicos e convertê-los em materiais valiosos, afirma o estudo “Recycling &#8211; from E-waste to Resources” (Reciclando &#8211; de Lixo Eletrônico a Recursos), divulgado segunda-feira em Bali, na Indonésia.</p>
<p>A publicação coincide com uma reunião do Convênio da Basiléia sobre Controle de Movimentos Transfronteiriços dos Dejetos Perigosos e sua Eliminação, que começou segunda-feira. Os restos de telefones celulares serão, em 2020, sete vezes superiores aos de 2007 na China, e 18 vezes maior na Índia. A China já produz 2,3 milhões de toneladas, atrás dos Estados Unidos, com cerca de três milhões de toneladas. E apesar de proibir a importação deste lixo, a China continua sendo o principal destino destes resíduos procedentes dos países ricos.</p>
<p>“Este informe mostra a urgente necessidade de estabelecer processos obrigatórios, formais e ambiciosos para recolher e disponibilizar este lixo em instalações amplas e eficientes na China”, disse em Bali o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner. “Não é só a China que enfrenta este desafio. Brasil, Índia, México e outras nações também vivem <strong>riscos ambientais e sanitários se a reciclagem destes resíduos tóxicos</strong> ficar em mãos do setor informal”, acrescentou.</p>
<p>Não se trata da necessidade de desmontar manualmente os aparelhos eletrônicos, que de fato é uma tarefa essencial em muitos casos, diz Ruediger Kuehr, da Universidade das Nações Unidas e secretário-executivo da iniciativa Solving the E-waste Problem (StEP – Resolvendo o Problema do Lixo Eletrônico), um consórcio de organizações não governamentais, indústrias e governos. Mas o desmonte manual deve ser feito de maneira apropriada, em condições ambientais corretas, disse Kueher à IPS de seu escritório em Hamburgo (Alemanha). “A reciclagem eletrônica é muito complicada. Um telefone pode ter entre 40 e 60 elementos diferentes”, ressaltou.</p>
<p>O ouro é um desses elementos valiosos, e a<strong> reciclagem</strong> informal, praticada na China e na Índia, consegue extrair apenas 20% desse metal. No total, há centenas de milhões de dólares nos celulares que nunca são recuperados, disse Kuehr. As somas aumentam rapidamente para milhares de milhões de dólares de valiosos metais não recuperados quando são considerados os componentes das baterias.</p>
<p>Explorar e refinar novos metais, prata, ouro, paládio, cobre e outros, tem grande impacto ambiental, como uma grande quantidade de gases-estufa lançados na atmosfera, diz o informe. E alguns materiais estão se tornando escassos e, por isso, mais caros. O desenvolvimento de um sistema nacional sólido de reciclagem é complexo, e somente na base de financiamento e transferência de tecnologia do mundo rico não funcionará, segundo o documento. A falta de uma ampla rede de coleta destes resíduos, somada à competição do setor informal de baixo custo, impede o desenvolvimento de modernas unidades para esta atividade.</p>
<p>O informe, realizado em coautoria pela suíça Empa, Umicore e Universidade das Nações Unidas, todos membros do StEP, propõe facilitar a exportação de porções de produtos, como baterias ou paineis de circuitos de países pequenos para as nações da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), processadoras finais certificadas. As unidades de recuperação de materiais na Europa e América do Norte, que podem extrair quase todos os metais valiosos, são muito caras e precisam processar uma<strong> grande quantidade de lixo eletrônico</strong> para serem rentáveis.</p>
<p>Aí está a oportunidade de dar a volta na cadeia de fornecimento, com as nações em desenvolvimento desmontando seus produtos eletrônicos e enviando os materiais para a reciclagem final e recuperação no mundo rico, segundo Kuehr. “Recuperar elementos raros e valiosos, como o irídio, representa um difícil processo técnico. O mundo em desenvolvimento nunca terá recursos suficientes para construir suas próprias fábricas. É necessária uma solução global”, afirmou. Porém, há muitos impedimentos para semelhante solução, inclusive o fato de alguns setores, de vários países, estarem fazendo muito dinheiro graças à atual ineficiência, acrescentou Kuehr.</p>
<p>A classificação adequada do material (um computador que não funciona deve ser descartado ou pode se consertado facilmente e continuar em uso?) e um acordo internacional para estabelecer permissões são outros grandes obstáculos. Também existe a desconfiança sobre as declarações dos recicladores, a falta de certificação e de certeza de que os países que desmontam os produtos serão beneficiados ao enviá-los às nações da OCDE para sua recuperação final.</p>
<p>“Precisamos de um sistema global, mas não temos uma solução final sobre como chegar a isso”. Definitivamente, a sociedade mundial precisa avançar para a desmaterialização, onde o reuso domine completamente a reciclagem, que é intensiva em energia e recursos, mesmo quando não seja contaminante, segundo Kuher. As pessoas que compram computadores ou telefones celulares querem, na realidade, serviços de informática e comunicações, não produtos físicos. O caminho para o futuro é que as empresas tenham os produtos que ofereçam esses serviços e os atualizem uma e outra vez, fechando o círculo. “Isto tem mais sentido em muitos aspectos”, concluiu Kuehr.</p>
<p>Fonte: IPS/Envolverde</p>
<p>© Copyleft- É livre a reprodução exclusivamentepara fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</p>
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		<title>Municípios de Mato Grosso do Sul têm problemas ambientais</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 20:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que em Mato Grosso do Sul 88,4% dos municípios, ou seja, 69 de 78, registraram ocorrências que causaram <strong>impactos ao meio ambiente</strong> nos últimos 24 meses.</p>
<p>Esta proporção fica próxima da média nacional de municípios com <strong>problemas ambientais</strong>, que é de 90%.</p>
<p>Segundo a pesquisa , o<strong> desmatamento</strong> está presente em 44 municípios e as <strong>queimadas</strong>, em 42 dos 78 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul. Contudo a pesquisa também demonstra que os municípios do estado se destacam pela destinação de verbas para o setor ambiental.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">O assoreamento de cursos de água é o que mais atinge os municípios. Depois do <strong>assoreamento vêm o desmatamento, as queimadas, a poluição de cursos de água e a poluição do ar</strong>.</p>
</div>
<div id="_mcePaste"><em>Com informações de Campo Grande News</em></div>
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