Category — Sustentabilidade
Turismo sustentável e conduta consciente em ambientes naturais – Regras de visitação
A conduta consciente em ambientes naturais é muito importante para garantir a preservação dos ambientes naturais visitados pelo homem, como os parques e reservas naturais.
Assim, a conduta consciente em ambientes naturais é um dos componentes principais do turismo sustentável, e é muito importante seguir as regras de visitação para diminuir os impactos ambientais quando visitando ambientes naturais.
Regras de visitação em ambientes naturais:
- Antes de começar sua visita nas trilhas dos parques, entre em contato com uma agência de turismo ou o ICMBIO local (orgão gestor de parques) para verificar se existem regulamentos e normas para a visitação.
- Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.
- Viaje em grupos pequenos, de até 6 pessoas, grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.
- Evite viajar para áreas populares durante feriados e férias.
- Certifique-se de que você possui uma forma adequada de acondicionar seu lixo para trazê-lo de volta.
- Observe os animais a distância, não se aproxime, mantenha respeito. Não dê alimentos aos animais, eles já possuem seus hábitos e alimentação natural.
- Diminua a quantidade de lixo, deixando em casa embalagens desnecessárias. Traga TODO o seu lixo de volta, jamais queime ou enterre qualquer tipo de lixo.
- Para ir ao banheiro, leve uma Fossa Seca Ambulante (informe-se sobre sua disponibilidade com os gestores do parque, condutores e agências da região). Caso não tenha, cave um buraco com 15 cm de profundidade, a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, e em locais onde não seja necessário remover a vegetação.
- Para lavar louça, não use sabão, e não lave as coisas em áreas de nascente, afaste-se pelo menos 60 metros das nascentes para lavar utensílios.
- Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.
- Não faça fogueiras, elas prejudicam o solo e representam grande risco de incêndios flroestais.
- Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio de acampamento. É muito mais fácil e rápido que uma fogueira. Para iluminar utilize um lampião ou lanterna do que a fogueira.
- Ande e acampe em silêncio, preservando a tranquilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece.
- Deixe aparelhos sonoros e instrumentos musicais em casa.
- Trate os moradores da região com gentileza, cortesia e respeito. Mantenha porteiras fechadas do jeito que encontrou, e não entre em casas e galpões sem pedir permissão.
- Contratar passeios, hospedagem, transporte e serviços de pessoas locais colabora para o desenvolvimento social e conômico da comunidade.
- Deixe seu animal doméstico em casa.
- Para chamar a atenção de uma equipe de socorro, tenha em sua mochila um plástico ou tecido de cor forte em caso de emergência. Mas use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual e o afugentamento dos bichos.
- Não construa estruturas como bancos, mesas e pontes. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo mortas ou tombadas.
- Não cate pedras, galhos, flores e conchas para levar como lembranças. Leve apenas suas memórias e fotografias.
- Mantenha-se na trilha, jamais saía dela.
- Não corte, nem arranque a vegetação ou remova pedras em locais para acampar. Acampe em locais pré-estabelecidos.
- Leve sempre itens essenciais como: lanterna, agasalho, capa de chuva, chapéu, estojo de primeiros socorros, alimentos e água, mapa e bússola, mesmo nas atividades mais fáceis.
outubro 9, 2011 No Comments
A forma certa de plantar mudas de árvores na cidade

Forma certa de plantar mudas - arborização urbana
Confira acima a figura que explica a forma certa de plantar mudas de árvores na cidade: uma questão de saúde pública e sustentabilidade!
setembro 6, 2011 No Comments
Normas éticas para apelos de sustentabilidade na publicidade
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade.
O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.
O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banaliza-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.
Um anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas. As informações devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida.
As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos. Este princípio está resumido nas frases que servem de introdução ao Anexo U:
“É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários. O Conar encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável”.
As novas normas entram em vigor em 1º de agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.
Confira a íntegra das novas normas:
“Artigo 36 do Código
A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:
- a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;
- a poluição do meio ambiente urbano;
- a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;
- a poluição visual dos campos e das cidades;
- a poluição sonora;
- o desperdício de recursos naturais.
Parágrafo único
Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:
- veracidade – as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;
- exatidão – as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;
- pertinência – as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;
- relevância – o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.
Anexo U – Apelos de sustentabilidade
É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.
O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável.
REGRA GERAL
(1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade da Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade” toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.
(2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade para a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade” toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.
(3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade de Marketing relacionado a Causas” aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.
Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:
1. CONCRETUDE
As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação doanúncio.
2. VERACIDADE
As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor), etc.3. EXATIDÃO E CLAREZA
As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.4. COMPROVAÇÃO E FONTES
Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas.5. PERTINÊNCIA
É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.6. RELEVÂNCIA
Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente – em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.7. ABSOLUTO
Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS
A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.
As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.”
Texto original de: http://www.conar.org.br/
junho 20, 2011 No Comments
Palestra apresenta o tema Consumo Consciente
Vinícius Battistelli Lemos, Engenheiro Ambiental formado na UFMS, e Mestrando em Tecnologias Ambientais apresenta no dia 09/06/2011 às 17h00 (horário de Brasília) a palestra Consumo Consciente no Portal Porta Palestras.
A palestra online é gratuita, basta fazer a inscrição no portal e participar, e irá falar sobre o papel do consumidor consciente, aquele que entende como funciona o ciclo da natureza, e assim escolhe de produtos que tenham impacto reduzido no meio ambiente.
Por que participar?Os recursos naturais são limitados, e ainda não percebemos isso. Compramos e consumimos sem pensar nem analisar quais serão os impactos, ou o que faremos com o lixo depois. Entender como funciona o ciclo da natureza pode nos tornar consumidores mais conscientes.
Conteúdo que será abordado: Meio Ambiente; Seres Humanos; Processos naturais ; Processos antropogênicos ; Processos naturais X antropogênicos; Resíduos ; Poluição; Ciclo de Vida; 4 R’s; Consumo; Consumidor consciente; Indústria e comércio ; História das coisas.
junho 7, 2011 No Comments
Empresa social “Mamãe Natureza”
Oferecer opções sustentáveis para nosso dia a dia é uma das grandes preocupações de muitas empresas. Porém, oferecer uma solução sustentável, e ainda integrar a comunidade ao redor durante a produção é um grande desafio enfrentado pelas Empresas Sociais.
São empresas que além de buscar a sustentabilidade e rentabilidade de seus produtos, tem como princípio básico fazer a diferença socialmente, levando renda e desenvolvimento para os envolvidos nas suas atividades.
Um exemplo de empresa social de destaque é a Mamãe Natureza, que oferece alternativas sustentáveis de fraldas, sacolas e absorventes. Seus produtos são reutilizáveis e biodegradáveis, reduzindo o impacto no seu descarte e evitando a produção de toneladas de lixo que seriam resultado do uso de fraldas descartáveis comuns.
Além, a Mamãe Natureza envolve a comunidade local em sua produção. Surgiu em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, no início contando com uma única costureira. Assim que a demanda dos produtos aumentou, houve a preocupação de capacitar mulheres da comunidade local, para que pudessem gerar renda para suas famílias e ampliar a produção.
Conheça mais sobre a Mamãe Natureza em seu site: http://www.mamaenatureza.net/
dezembro 20, 2010 No Comments
24 de novembro é o Dia do Rio. Vamos preservar!
Rio, riacho, ribeirão, córrego, curso d’água. Até mesmo quem não cresceu perto de um rio reconhece a importância deste recurso hídrico, tanto para consumo, quanto para prática de atividades de aventura, pesca, geração de energia, etc. Um rio considerado próprio para banho é quase sinônimo de diversão e lazer. O Brasil é privilegiado neste quesito e conta com bacias hidrográficas relevantes, como a Bacia do Paraná e do Paraguai, além de abrigar o Rio Amazonas, considerado o maior rio do mundo.
Para preservar a qualidade da água dos rios é necessário que as Matas Ciliares sejam preservadas. Localizadas nas margens de rios, lagos, represas e nascentes, contribuem para diminuir a erosão nas margens, facilitam a infiltração da água das chuvas no solo e melhoram a qualidade das águas. Sua importância é tamanha, que as áreas de matas ciliares são consideradas Áreas de Preservação Permanente – APP, pelo Código Florestal.
Pelo Código Florestal, todas as nascentes devem ter 50 metros de matas ciliares preservadas, e rios até 50 metros de largura devem ter 30 metros de matas ciliares. A largura da mata ciliar cresce conforme aumenta a largura do rio, chegando até o mínimo de 500 metros de APP nos rios com mais de 600 metros de largura.
Outro ponto importante na preservação dos recursos hídricos são os limites de lançamento de resíduos pelas indústrias e cidades. Por muito tempo o lançamento era indiscriminado, porém nas últimas décadas foram publicadas leis e resoluções que definem limites para os lançamentos, de maneira que os recursos hídricos não sejam afetados de maneira irreversível, e possam se recuperar naturalmente.
Um grande ganho se deu com a aprovação da Lei que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) e a criação da Agência Nacional de Águas (ANA) em 200, que tem como um dos objetivos gerir os recursos hídricos e promover o uso sustentável da água.
O próprio Dia do Rio, comemorado anualmente no dia 24 de novembro, foi instituído como um alerta para a escassez da água no planeta e para incentivar ações de preservação e proteção desse recurso natural.
dezembro 1, 2010 No Comments
“The Story of Stuff”
O Projeto “The Story of Stuff” foi criado por Annie Leonard com o objetivo de ampliar a discussão sobre diversos aspectos ambientais, sociais e econômicos. Segue uma série de vídeos produzidos pelo projeto:
Você pode saber mais e assistir outros vídeos no site do projeto: http://www.storyofstuff.com/
outubro 9, 2010 No Comments
Dia da Árvore
Um texto muito interessante sobre as árvores, de autoria do Engº Osvaldo Esterquile Júnior.
“Cada ser vivo tem seu lugar na natureza e
realiza muitas tarefas. As árvores são muito
importantes, tanto para nossas vidas, como
para o equilíbrio do ecossistema”.
A Árvore
A árvore é nossa amiga, vamos pensar nas coisas boas que ela nos proporciona:
SOMBRA: Como é bom encontrar uma árvore quando o dia está quente e o sol está forte.
BELEZA: Uma árvore é sempre bonita.Mesmo quando não está florida, o verde de suas folhas nos acalma.
ALIMENTO: Como é bom saborear seus frutos… Que servem de alimento para homens e animais.
ABRIGO: Moradia para os pássaros e outras animais.
MADEIRA: Para móveis, celulose (papel), construções, óleosmedicinais, etc.
FOLHAS: Chás e óleos medicinais (algumas espécies), alimento para muitos animais, purificação do ar, reposição
de nutrientes no solo, etc.
UMIDECEM O AR: Parte da água que as árvores retiram da terra é liberada para o ar em forma de vapor, através
da transpiração.
ABAFAMO RUÍDO: As copas das árvores agrupadas minimizamo barulho na cidade e dos carros na rodovia.
PERMITE A INFILTRAÇÃO DA ÁGUA DAS CHUVAS: A camada de folhas em decomposição que se forma em cima do solo funciona como uma esponja absorvendo a água que cai de mansinho por entre a folhagem das copas.
PROTEGE O SOLO: A copa das árvores quebra o impacto das gotas de chuva evitando a erosão e, ao mesmo
tempo, o solo fica coberto por uma camada protetora de folhas e galhos secos.
CONTROLE DO CLIMA: A quantidade de vapor que as árvores colocam no ar vai ajudar a formar as nuvens de
chuva que depois caem sobre a própria região.
VALOR COMERCIAL: É representado pelo que pode ser vendido: seus frutos, casca, folhas e madeira.
BARRAGEM: Minimiza a velocidade do ar protegendo as casas contra ventanias e controla as pragas das
lavouras.
Você não precisa amar, basta não maltratar.
Respeite a vida, respeite as árvores
setembro 21, 2010 No Comments
Componentes tóxicos em cosméticos
O Projeto Story of Stuff demonstra e comenta sobre vários problemas ambientais encontrados no cotidiano. Em seu vídeo mais recente foi analisado o problema dos componentes tóxicos nos cosméticos, algo que todos consideram seguros e na maioria das vezes nem imaginam que possam fazer mal a saúde.
Segue o vídeo:
agosto 30, 2010 No Comments
Aproveitamento de lixo para gerar energia elétrica
Os resíduos que produzimos podem ser reaproveitados para inúmeras atividades. Além da mais conhecida reciclagem de papeis, plásticos e metais, o reaproveitamento dos resíduos orgânicos gera inúmeros subprodutos, como adubos, fertilizantes, e energia elétrica!
Rio pode ter usina para transformar o lixo dos cariocas em energia elétrica
Por Carolina Gonçalves, da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe) começa a elaborar a proposta de construção de uma usina para transformar o lixo da capital fluminense em energia elétrica. O anúncio foi feito hoje (17) pelo coordenador técnico do projeto e pesquisador do Coppe, Luciano Basto, durante a assinatura do convênio entre o instituto e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb).
Com o acordo, pesquisadores das duas instituições vão analisar a viabilidade técnica e ambiental da instalação de uma unidade de tratamento no bairro do Caju, na zona portuária da cidade, por onde passa metade do lixo produzido pelos fluminenses. Luciano Basto acredita que o estudo, com o cálculo de custos e identificação de tecnologia, seja entregue à prefeitura do Rio em dois meses.
“O investimento pode ser até mais caro do que as tradicionais soluções para destinação de lixo e oferta de eletricidade. Mas como lixo é um combustível a custo negativo, pelo qual a sociedade paga para se livrar do problema, e o tratamento energético do lixo evitaria emissões de gases de efeito estufa, essas receitas adicionais podem ser contabilizadas como benefícios para esse tipo de aproveitamento energético”, estimou o pesquisador.
Basto disse ainda que o aproveitamento energético seria de 100%, considerando que a usina será instalada dentro da cidade, diferente, segundo ele, das hidrelétricas que atendem 80% da matriz energética do país. Por estarem distantes dos grandes centros urbanos, as hidrelétricas registram perda de cerca de 15% da eletricidade gerada.
Atualmente, o Rio de Janeiro produz 9 mil toneladas de lixo por dia. Os detritos são encaminhados a três estações de transferência da cidade: Caju (zona portuária), Irajá (zona norte) e Jacarepaguá (zona oeste). Dessas estações, o lixo é transportado para dois aterros sanitários.
A usina na estação do Caju, que recebe o maior volume de detritos da cidade, poderia chegar a 500 megawatts de potência instalada. Pelos cálculos do Coppe, a transformação de 9 mil toneladas de lixo em energia seria suficiente para abastecer 1,5 milhão de residências, com consumo médio de 200 quilowatt-hora por mês.
A presidente da Comlurb, Ângela Nóbrega Fonte, garantiu que a empresa vai fornecer todo o material para os estudos e espera abrir o processo de licitação para a construção da usina em seis meses. “Além do que já temos feito no aterro [sanitário] de Gramacho, minimizando a emissão de gases de efeito estufa, e em Seropédica, onde será construído um aterro sanitário controlado com licenciamento ambiental, essa novidade é muito importante para a população. Isso vai trazer mais recursos para a cidade e o meio ambiente vai agradecer”, comemorou Ângela Nóbrega.
Edição: Vinicius Doria
Fonte: (Envolverde/Agência Brasil)
agosto 24, 2010 4 Comments

