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Usos da água

São os seguintes os principais usos da água e dos recursos hídricos:

- abastecimento doméstico
- abastecimento industrial
- irrigação
- dessedentação de animais
- aqüicultura
-preservação da flora e da fauna
- recreação e lazer
- harmonia paisagística
- geração de energia elétrica
- navegação
- diluição de despejos

Destes usos, os primeiros (abastecimento doméstico, abastecimento industrial, irrigação e possivelmente dessedentação de animal) implicam na retirada da água das coleções hídrica onde se encontram. Os demais usos são desempenhados na própria coleção de água.

Em termos gerais, apenas os dois primeiros usos (abastecimento doméstico e abastecimento industrial) estão freqüentemente associados a um tratamento prévio da água, face aos requisitos de qualidade mais exigentes.

novembro 13, 2013   Sem comentários

Resumo Distribuição da água na terra

A água é o constituinte inorgânico mais abundante na matéria viva: no homem, mais de 60% do seu peso é constituído por água, e em certos animais aquáticos esta porcentagem sobe a 98%. A água é fundamental para a manutenção da vida na Terra, razão pela qual é importante saber como ela se distribui no planeta, e como ela circula de um meio para o outro. Os recursos hídricos do planeta não é nada mais do que o volume de água existente e disponível para uso.

Os 1,36 x 1018 m3 de água disponível existente na Terra distribuem da seguinte forma (vide Tabela 1):

Tabela 1 – Distribuição da água disponível existente na Terra

ÁGUA DO MAR 97%
GELEIRAS 2,2%
ÁGUA DOCE 0,8%
…………………(97% água subterrânea)
…………………(3% água superficial)
TOTAL 100 %

Observa-se que da água disponível, apenas 0,8% pode ser utilizada mais facilmente para abastecimento público. Desta pequena fração de 0,8%, apenas 3% apresentam-se na forma de água superficial, de extração mais fácil. Esses valores ressaltam a grande importância de se preservar os recursos hídricos na Terra, e de se evitar a contaminação da pequena fração mais facilmente disponível.

novembro 12, 2013   Sem comentários

Definição de Hidrologia, Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica

Hidrologia: A palavra HIDROLOGIA é originada das palavras gregas HYDOR, que significa “água” e LOGOS, que significa “ciência”. Hidrologia é, pois, a ciência que estuda a água. A Hidrologia estuda as fases do ciclo hidrológico, descrevendo seu passado, tentando prever seu futuro.

Definição: Hidrologia é a ciência que trata da água na Terra, sua ocorrência, circulação e distribuição, suas propriedades físicas e químicas, e sua reação com o meio ambiente, incluindo sua relação com as formas vivas relacionada com toda a água da Terra, trata também do efeito da água sobre o meio ambiente e sobre todas as formas da vida. (Definição proposta pelo US Federal Council for Sciences and Technology (Chow, 1959)). Por ser muito ampla, é difícil pensar numa ciência que não esteja incluída nesta definição. A Botânica, ao estudar o transporte de água através dos vegetais ou a Medicina, ao estudar a água no corpo humano, fariam parte da Hidrologia.

Ciclo hidrológico: Devido às diferentes e particulares condições climáticas, em nosso planeta a água pode ser encontrada, em seus vários estados: sólido, líquido e gasoso. O movimento da água entre os continentes, oceanos e a atmosfera é chamado de ciclo hidrológico. Na atmosfera, o vapor da água em forma de nuvens pode ser transformado em chuva, neve ou granizo, dependendo das condições do clima. Essa transformação provoca o que se chama de precipitação. A precipitação ocorre sobre a superfície do planeta, tanto nos continentes como nos oceanos. Nos continentes, uma parte das precipitações é absorvida pelos seres vivos e plantas e depois devolvida para a atmosfera, sob a forma de evaporação, uma segunda parte escoa superficialmente até atingir as redes de drenagem e finalmente acabam desaguando nos oceanos depois de percorrer os caminhos recortados pelos rios, enquanto uma terceira parte das precipitações é infiltrada no solo e irá abastecer as reservas de água subterrâneas. Os oceanos, portanto, recebem água de duas fontes: das precipitações e do desaguamento dos rios, e perdem pela evaporação.

Bacia Hidrográfica: “Área geográfica, delimitada pelos divisores de água (parte mais alta do terreno) e drenada por um curso de água perene ou temporário e seus eventuais afluentes. Constitui em ecossistema onde deve ser planejado o sistema de gestão ambiental em áreas urbanas e rurais. Área de drenagem de um curso de água ou lago” (SETTI, 1996).

“Conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes” (GUERRA, 1978).

“São grandes superfícies limitadas por divisores de águas e drenadas por um rio e seus tributários” (CARVALHO, 1981).

Divisor de águas: Divisor que demarca os limites da área que fornece o escoamento superficial a uma bacia hidrográfica. É o perímetro de uma bacia hidrográfica. Em uma carta de topografia é a linha de separação que divide as precipitações que caem em bacias vizinhas e que encaminha o escoamento superficial resultante para um ou outro sistema fluvial. Ele atravessa o curso d’água apenas no ponto de saída.

Curvímetro: Instrumento utilizado para medir o comprimento de curvas e retas em uma superfície plana.

Planímetro: Instrumento que serve para medir uma área plana com qualquer formato, limitada por uma curva fechada, que, por simplicidade, supomos que não se auto-intersecta. Para tal percorre-se com o instrumento o traçado do perímetro da área a determinar. Um planímetro digital indica no display a distância real percorrida sobre o mapa, ele pode trabalhar em qualquer escala, bastando para isso pressionar o botão scale e digitar a escala desejada para conversão.

novembro 11, 2013   Sem comentários

Processos geradores de elfuentes comumente utilizados na indústria

Existem processos que são comumente utilizados na indústria que são grandes geradores de efluentes líquidos (descarte de água contaminada) e portanto possuem grande potencial poluidor e de geração de impactos ambientais e poluição.

 Processos comumente utilizados na indústria, que são geradores de efluentes:

• Decapagem química

  • Diversos processos de fabricação que envolvem partes metálicas incluem uma etapa de remoção de produtos da corrosão depositados sobre as mesmas.
  • Isto é feito pela imersão destas partes metálicas num banho de uma solução aquosa ácida (ácido sulfúrico) ou básica (hidróxido de sódio).
  • Após, se faz necessário uma lavagem para remover o residual ácido ou cáustico.
  • No caso de banho de ácido sulfúrico para a decapagem de metais ferrosos, parte do ferro é dissolvido no ácido na forma de FeSO4, que acaba por comprometendo a efetividade do banho.
  • O banho pode ser trocado totalmente ou de forma gradativa gerando a necessidade de tratamento da solução gasta.
  • O tratamento envolve neutralização e precipitação dos metais dissolvidos devendo-se ter o cuidado de garantir a completa precipitação dos metais antes da lançamento do efluente.
  • Assim como em outros processos de imersão, deve-se ter cuidado com o “dragout”, isto é, parcela da solução de decapagem que deixam o sistema aderidas as peças.

• Desengraxe com vapor

  • Industrias que trabalham, conformam, niquelam ou soldam metais, estão sempre aplicando às superfícies metálicas e, então removendo, substâncias que contenham óleos e graxas.
  • Na remoção destas substâncias pode ser utilizada a técnica do desengraxe com vapor, entre outros (por exemplo lavagem com solução cáustica quente com ou sem detergente).
  • O processo de desengraxe com vapor consiste dos seguintes elementos:
  1. Tanque aquecido para conter e volatilizar a substância desengraxante líquida;
  2. Câmara aberta para conter os vapores acima do tanque aquecido;
  3. Sistema de condensação de vapores;
  4. Sistema de cestas ou ganchos que transportem as peças a serem desengraxadas pelo ambiente acima do tanque aquecido.
  • Substâncias desengraxantes líquidas usadas: cloreto de metileno, metilclorofórmio, percloroetileno, tricloroetileno, tricloroeteno, percloroetano, propilbrometo, etc.
  • Diversas fontes de contaminação do banho quente acabam por tornar necessária a sua troca (banho gasto), são elas:
  1. Substância desengraxante contaminada que retorna ao tanque;
  2. Água condensada no ar ambiente;
  3. Água contida no dragout de processos anteriores;
  4. Água que permaneceu no tanque após sua lavagem;
  5. Vazamentos de radiadores de água e de vapor.
  • Periodicamente é necessário esvaziar o tanque, retirando-se a borra de fundo e tratando-se o banho gasto para disposição final.
  • A melhor forma de dispor do banho gasto é fazendo-se a recuperação da substância desengraxante original (destilação fracionada).
  • O que sobra da destilação fracionada, e a borra de fundo devem ser incineradas ou colocadas em aterros de resíduos perigosos.
  • Deve-se ter o cuidado de não colocar diretamente em aterros de resíduos perigosos o banho gasto (quando não tratado), por causa de suas propriedades tóxicas e por ser praticamente impossível garantir a sua contenção.

• Enxágüe

  • Processo comum em muitos processos de fabricação.
  • Tipicamente, partes e peças que passam por etapas de fabricação de onde emergem de banhos, acabam passando também por um banho de água para remover os resíduos do processo anterior.
  • Comumente se tem 3 enxágües em seqüência, com um sistema de lavagem contra-corrente.
  •  Exemplo de um processo de enxágüe em galvanoplastia.
  • Tratamento dos banhos gastos (niquelamento ou de lavagem) envolve a remoção das substâncias usadas no processo de galvanoplastia, além dos íons dissolvidos do objeto sendo trabalhado.

novembro 8, 2013   Sem comentários

Problemas Ambientais dos Efluentes Líquidos Industriais

Fontes principais de Efluentes Líquidos Industriais: a) águas ácidas de minas; b) agricultura e criação de animais; c) processos de manufatura (química, metais, papel e petróleo);

O principal problema ambiental causado pelos efluentes líquidos industriais é a poluição dos recursos hídricos, causada principalmente por:

a) Metais pesados

  • As industrias que mais contribuem são a de recobrimento de metais, curtumes, tintas e baterias;
  • A fusão de minérios é a fonte primária de arsênico, níquel e selenium;
  • Cádmio advém da manufatura de metais e da indústria química;
  • Antimônio, cromo, chumbo, cobre e mercúrio provém principalmente da manufatura de metais;
  • Cianeto é preocupante em relação a indústria de acabamentos de metais.

b) Nutrientes

  • Poluição difusa das águas naturais advinda da agricultura e da pecuária;
  •  Uso de detergentes a base de fosfatos (substituição);

c) Solventes e óleos

  • Muitos processos industriais são dependentes do uso de solventes orgânicos. Estes solventes produzem: toxicidade, redução da camada de ozônio e formação de nevoeiro fotoquímico;
  • Na indústria metal-mecânica é utilizado para remover ferrugem, graxas e outros contaminantes da superfície dos metais;
  • Exemplo de substituição: Best Lock Corporation – 94% de redução – (usava o cloreto de metileno – poluente prioritário): a) áreas limpas para armazenagem; b) redução das quantidades usadas a partir de balanço de massa; c) a solução que cobria protetivamente a superfície a ser tratada foi modificada de forma a necessitar menos solvente para remove-la.

d) Compostos orgânicos

  • Diferem dos anteriores por se tratar de um componente do produto final, enquanto solventes são componentes do processo (a perda como efluente afronta a ecologia industrial);
  • Poderão causar nevoeiro fotoquímico;
  • Muitos orgânicos vem do petróleo (reservas cada vez menores – preços cada vez maiores);

e) Ácidos

  • São usados largamente na indústria química (ácidos minerais fortes), além de serem produto final de algumas outras;
  • Objetivo do engenheiro ambiental é minimizar o seu uso e neutralizar os efluentes ácidos com outros básicos;
  • Mais difícil é controlar a drenagem ácida de mina (prevenir o contato do ar e da água com a pirita).

f) Sólidos suspensos

  • Causam problemas de transparência das águas naturais, que além de pouco estéticas, as águas turvas não são lugares adequados para a vida aquática;
  • As substâncias químicas tóxicas são absorvidas ou adsorvidas por partículas finas, assim como bactérias e vírus;
  • Deve-se levar em conta os problemas acarretados pelo assoreamento dos cursos d’água;
  • Para tratar água turvas, seja para uso doméstico ou industrial, é necessário uma ETA convencional.

Oportunidades de redução da poluição dos recursos hídricos:

a) segregação de despejos;

b) conservação de água;

c) mudanças no processo de fabricação;

d) reuso de esgotos municipais e industriais;

e) eliminação e descargas em batelada;

f) mudança de equipamento;

g) equalização e neutralização;

h) recuperação de subprodutos;

i) disposição como sólido; etc.

novembro 8, 2013   Sem comentários

O que são Produtos Orgânicos?

1) Os produtos orgânicos são produzidos sempre com a preocupação de não prejudicar o meio ambiente. A produção orgânica consegue se sustentar sem destruir os recursos naturais, seguindo os princípios da sustentabilidade.

2) Os produtores valorizam as espécies de animais e plantas da nossa natureza.

3) Todas as pessoas que participam de sua produção recebem cuidados, ganham condições dignas de trabalho e seus direitos são respeitados. O trabalho ajuda a melhorar a vida dessas pessoas.

4) Para produzi-los, toma-se muito cuidado para não destruir, nem desgastar, o solo. O solo é protegido ou recuperado para continuar fértil.

5) O agricultor orgânico não cultiva transgênicos porque não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza. Transgênicos são plantas e animais onde o homem coloca genes tomados de outras espécies.

6) É proibido usar agrotóxicos e outras substâncias sintéticas que possam contaminaro alimento ou o meio ambiente. Isso é bom porque, dessa maneira, esses produtos tóxicos, verdadeiros venenos, não entram no organismo das pessoas que produzem e consomem os produtos orgânicos. A saúde em primeiro lugar!

Produtos orgânicos, quanto mais frescos, melhor. Por isso, muitos consumidores preferem comprar direto dos agricultores familiares da sua região, em feiras e pequenos mercados. Também tem quem peça para o agricultor entregar uma cesta,
toda semana, em casa.  Nestes casos, os produtos são vendidos sem o selo SISORG. Mas também podem ser chamados de produtos orgânicos!

Para dar garantias ao consumidor, esses agricultores familiares devem estar vinculados a uma organização de controle social (OCS)
cadastrada nos órgãos do Governo. A organização de controle social pode ser uma associação, cooperativa ou consórcio de agricultores capaz de zelar pelo cumprimento dos regulamentos da produção orgânica.

FONTE: Cartilha_organico_ziraldo

Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Produtos orgânicos : o olho do consumidor / Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo. – Brasília : MAPA/ACS, 2009. 34 p. ; 20 cm. ISBN 978-85-99851-56-2

 

novembro 7, 2013   Sem comentários

Ecologia Industrial: conceito

Até meados dos anos 1950, concebia-se o sistema produtivo separado do meio ambiente, portanto, os problemas ambientais situavam-se fora das fronteiras do sistema industrial. Sob esse ponto de vista, os estudos se focalizavam nas conseqüências da poluição na natureza e seus impactos ambientais, não, nas causas. Atualmente esta forma de encarar o problema é chamada de “tratamento de final de tubo” (em inglês, end-of-pipe) (ERKMAN, 1997).

O termo Bolsa de Resíduo busca o mesmo ideal que a Ecologia Industrial, a qual é definida por Araujo et al. (2003) de várias formas:

  1. É uma metodologia sistêmica, abrangente, que possui uma visão integrada de todos os componentes do sistema industrial e seus relacionamentos com a biosfera;
  2. Enfatiza o substrato biofísico das atividades humanas, isto é, os complexos padrões do fluxo de material dentro e fora do sistema industrial, em contraste com a abordagem atual, que considera a economia em termos de unidades monetárias abstratas;
  3. Considera a formação de parques industrias (eco-redes) como um aspecto chave para viabilizar o ecossistema industrial;
  4. Leva em conta os limites da capacidade de carga do planeta e da região;
  5. Induz o projeto e a operação, a modelar-se como as atividades dos sistemas biológicos (mimetismo), otimizando o ciclo de materiais de forma a aproximar-se de um ciclo fechado, utilizando fontes de energia renováveis e conservando materiais não renováveis.

Assim como a Bolsa de Resíduos preconiza (FONSECA, 2002), a Ecologia Industrial estuda os fluxos de matéria e energia dentro e fora da indústria, busca uma forma de fabricação de produtos onde não há (ou é mínima) a produção de resíduos, uma vez que os materiais que não são aproveitados no próprio processo ou indústria passam a ser insumo de outros. A figura 3.1 mostra a otimização dos fluxos de materiais/energia devida à formação da rede. Os fluxos de produto não estão representados na figura, mas somente aqueles que caracterizam uma eco-rede (ARAUJO et al., 2003).

FONTE: ESTUDO DA VIABILIDADE DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE BOLSA DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE – MS por Daniel de Castro Jorge Silva – Trabalho de Conclusão de Curso submetido ao Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – 2008

novembro 7, 2013   Sem comentários

Ciclo de produção do plástico

A cadeia produtiva do plástico (ciclo de produção do plástico) abrange um conjunto de processos organizados em três gerações industriais: indústria petroquímica básica (1ª geração); produtoras de resinas termoplásticas (2ª geração) e indústria de transformação (3ª geração). Essa seqüência de etapas envolvidas no processo de transformação dos insumos utilizados na indústria do plástico tem como base inicial o setor petroquímico, no qual, a partir da extração e refino do petróleo, é produzida a nafta, matéria-prima principal para a produção das resinas termoplásticas (DIEESE, 2005).

Descrição do ciclo de produção do plástico.

FONTE: ESTUDO DA VIABILIDADE DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE BOLSA DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE – MS por Daniel de Castro Jorge Silva – Trabalho de Conclusão de Curso submetido ao Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – 2008

novembro 6, 2013   Sem comentários

Playground de madeira

Escorregador – Playground de Madeira

Playground de madeira instalado em Bento Gonçalves. Dá para fazer com madeira reutilizada e reciclada. Sustentabilidade e diversão!

Playground de Madeira

Playground de Madeira

Escorregador – Playground de Madeira

Playground de Madeira
Playground de Madeira

novembro 5, 2013   Sem comentários

Vantagens do Aquecimento Solar de Água

Quais as vantagens ambientais do uso de aquecimento solar?

Além de ser gratuita, a energia solar é uma fonte energética limpa que contribui para a redução das emissões de Gases do Efeito Estufa – GEE, alinhando-se ao Plano Nacional sobre Mudança do Clima e atendimento das metas de eficiência energética do Plano Nacional de Energia – PNE 2030, além de postergar a construção de novos empreendimentos de geração e distribuição de energia elétrica.

A utilização de aquecimento solar de água, gera menor impacto ambiental, e obviamente menor degradação dos recursos naturais. Estes são aspectos essenciais para melhor qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável das cidades.

Por que usar coletores solares para o aquecimento de água?

As principais vantagens e justificativas para adoção da tecnologia solar para o aquecimento de água voltada a residências de interesse social são:

  • Acentuada economia de energia elétrica;
  • Longa vida útil dos sistemas termossolares;
  • Baixo custo de manutenção e operação dos sistemas;
  • Utiliza o Sol como fonte de energia: gratuita e limpa;
  • Geração de emprego e renda.

Mesmo no inverno, a maioria das regiões do país é bastante ensolarada, e o que importa para o aquecimento é a radiação solar e não a temperatura. No entanto, em dias chuvosos ou muito nublados, a água pode não alcançar a temperatura ideal para banho – entre 38ºC e 40ºC. Nessa hora, entra em ação o sistema auxiliar de aquecimento, geralmente elétrico ou a gás.

novembro 5, 2013   Sem comentários