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Empresa social “Mamãe Natureza”

Oferecer opções sustentáveis para nosso dia a dia é uma das grandes preocupações de muitas empresas. Porém, oferecer uma solução sustentável, e ainda integrar a comunidade ao redor durante a produção é um grande desafio enfrentado pelas Empresas Sociais.

São empresas que além de buscar a sustentabilidade e rentabilidade de seus produtos, tem como princípio básico fazer a diferença socialmente, levando renda e desenvolvimento para os envolvidos nas suas atividades.

Um exemplo de empresa social de destaque é a Mamãe Natureza, que oferece alternativas sustentáveis de fraldas, sacolas e absorventes. Seus produtos são reutilizáveis e biodegradáveis, reduzindo o impacto no seu descarte e evitando a produção de toneladas de lixo que seriam resultado do uso de fraldas descartáveis comuns.

Além, a Mamãe Natureza envolve a comunidade local em sua produção. Surgiu em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, no início contando com uma única costureira. Assim que a demanda dos produtos aumentou, houve a preocupação de capacitar mulheres da comunidade local, para que pudessem gerar renda para suas famílias e ampliar a produção.

Conheça mais sobre a Mamãe Natureza em seu site: http://www.mamaenatureza.net/

dezembro 20, 2010   Sem comentários

Impacto do derramamento de petróleo em organismos aquáticos amazônicos será avaliado por pesquisa do INPA

É uma pena que a avaliação dos impactos provocados pelos empreendimentos seja feita depois, e não antes. Porém, estudos desse tipo são louváveis, pela dedicação e esforço que exigem, e grande contribuição que trazem para a ciência.

Estudo avaliará impacto de derramamento de Petróleo em organismos aquáticos amazônicos

Por Wallace Abreu, do Inpa

A área estudada é explorada para obtenção de petróleo e gás natural.

Avaliar a toxidade do petróleo e do petróleo dispersado nas águas branca e preta da região amazônica e os efeitos destes sob o Tambaqui (Colossoma macropomum) são os principais objetivos da tese de doutorado de Helen Sadauskas Henrique, intitulada “Aspectos ecofisiológicos e ecomorfólógicos da espécie Colossoma macropomum exposta ao petróleo e ao petróleo quimicamente dispersado em água branca e preta da Bacia Amazônia”.

A pesquisa será realizada pelo Programa de Pós Graduação em Ecologia (PPG-Eco) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), sob orientação da pesquisadora Vera Val do Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (LEEM) e co-orientação de Marisa Narciso Fernandes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

“O estudo contribuirá com importantes informações para futuros planos de manejo e conservação de recursos naturais. Esperamos fazer uma revisão geral dos dados gerados em laboratório e coletados em campo, a fim de traçar perspectivas de manejo ambiental e tomada de decisões frente a possíveis efeitos em grande escala de derrames de petróleo, levando em consideração a crescente exploração de petróleo na região”, comenta Helen.

De acordo com Helen, serão realizadas pesquisas em laboratório e coleta em campo nas proximidades da Província Petrolífera do Urucu (PPU), localizada no município de Coari, interior do Amazonas. “Esta área é uma das maiores responsáveis pela produção de gás natural e petróleo do país. Tanto os rios de água preta quanto os rios de água branca estão propícios aos efeitos de derramamentos crônicos ou agudos de petróleo”, afirma.

A doutoranda declara que o tambaqui foi escolhido como espécie modelo por quatro motivos: presença nos dois ambientes a serem estudados, grande importância econômica, alta sensibilidade ao petróleo, e existência de pesquisas sobre os efeitos do petróleo na espécie. O início das pesquisas de laboratório está previsto para começar a partir do ano que vem.
Fonte: (Envolverde/Inpa)

dezembro 16, 2010   Sem comentários

24 de novembro é o Dia do Rio. Vamos preservar!

Rio, riacho, ribeirão, córrego, curso d’água. Até mesmo quem não cresceu perto de um rio reconhece a importância deste recurso hídrico, tanto para consumo, quanto para prática de atividades de aventura, pesca, geração de energia, etc. Um rio considerado próprio para banho é quase sinônimo de diversão e lazer. O Brasil é privilegiado neste quesito e conta com bacias hidrográficas relevantes, como a Bacia do Paraná e do Paraguai, além de abrigar o Rio Amazonas, considerado o maior rio do mundo.

Para preservar a qualidade da água dos rios é necessário que as Matas Ciliares sejam preservadas. Localizadas nas margens de rios, lagos, represas e nascentes, contribuem para diminuir a erosão nas margens, facilitam a infiltração da água das chuvas no solo e melhoram a qualidade das águas. Sua importância é tamanha, que as áreas de matas ciliares são consideradas Áreas de Preservação Permanente – APP, pelo Código Florestal.

Pelo Código Florestal, todas as nascentes devem ter 50 metros de matas ciliares preservadas, e rios até 50 metros de largura devem ter 30 metros de matas ciliares. A largura da mata ciliar cresce conforme aumenta a largura do rio, chegando até o mínimo de 500 metros de APP nos rios com mais de 600 metros de largura.

Outro ponto importante na preservação dos recursos hídricos são os limites de lançamento de resíduos pelas indústrias e cidades. Por muito tempo o lançamento era indiscriminado, porém nas últimas décadas foram publicadas leis e resoluções que definem limites para os lançamentos, de maneira que os recursos hídricos não sejam afetados de maneira irreversível, e possam se recuperar naturalmente.

Um grande ganho se deu com a aprovação da Lei que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) e a criação da Agência Nacional de Águas (ANA) em 200, que tem como um dos objetivos gerir os recursos hídricos e promover o uso sustentável da água.

O próprio Dia do Rio, comemorado anualmente no dia 24 de novembro, foi instituído como um alerta para a escassez da água no planeta e para incentivar ações de preservação e proteção desse recurso natural.

dezembro 1, 2010   Sem comentários

Mortes e doenças relacionadas à Produção de Etanol no Brasil

Por Doutora Sônia Corina Hess

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar – UNICA anunciou que, na Região Centro-Sul, onde se concentram 86% da produção nacional, na safra 2008/2009 a cana moída deverá atingir 498,1 milhões de toneladas, um crescimento de 16% em relação à safra 2007/08, quando foram moídas 431,2 milhões de toneladas de cana. A partir desta safra, 32 novas usinas entrarão em operação na região centro-sul, das quais treze em São Paulo, dez em Goiás, quatro em Minas Gerais, quatro em Mato Grosso do Sul e uma no Paraná. Na última safra, 47% da colheita no Estado de São Paulo foi mecanizada, contra 34% registrados na safra 2006/07 (UNICA, 2008). Segundo Ribeiro (2008), o corte da cana é mecanizado em 25% da produção brasileira.

Durante o período de safra, os canaviais que são colhidos manualmente sofrem a queima pré-corte, para facilitar o trabalho dos cortadores, evitar a sua exposição a animais peçonhentos e, também, aumentar o teor de açúcar da cana, decorrente da evaporação da água (GODOI et al, 2004).

Segundo Alves (2006), “a produtividade média do trabalho no corte de cana, que em 1950 era de 3 toneladas de cana cortadas por dia/homem, no final da década de 1990 e início da presente década atingiu 12 toneladas de cana por dia. Ao cortar esta quantidade de cana, um trabalhador, em média, realiza as seguintes atividades em um dia: caminha 8.800 metros; despende 133.332 golpes de podão; carrega 12 toneladas de cana em montes de 15 kg; faz 800 trajetos e 800 flexões, levando 15 kg nos braços por uma distância de 1,5 a 3 metros; faz aproximadamente 36.630 flexões e entorses torácicos para golpear a cana; perde, em média, 8 litros de água por dia, por realizar toda esta atividade sob sol forte, sob os efeitos da poeira, da fuligem expelida pela cana queimada e trajando uma indumentária que o protege da cana, mas aumenta sua temperatura corporal”. Segundo apontam este e outros autores (SILVA, 2005; RIBEIRO, 2008), o excesso de trabalho e as condições em que este ocorre explicariam as mortes súbitas vitimaram, pelo menos, 19 trabalhadores rurais cortadores de cana em São Paulo desde 2004. Ainda, segundo Silva (2008), as condições de trabalho dos cortadores de cana têm encurtado o seu ciclo de vida útil na atividade, que passou a ser inferior ao do período da escravidão, que era de 10 a 12 anos, até 1850.

Muitos trabalhos científicos têm destacado que, em queimadas de biomassa, a combustão incompleta resulta na formação de substâncias potencialmente tóxicas, tais como monóxido de carbono, amônia e metano, entre outros, sendo que o material fino, contendo partículas menores ou iguais a 10 m (PM10) (partículas inaláveis), é o poluente que apresenta maior toxicidade e que tem sido mais estudado. Ele é constituído em seu maior percentual (94%) por partículas finas e ultrafinas, ou seja, partículas que atingem as porções mais profundas do sistema respiratório, transpõem a barreira epitelial, atingem o interstício pulmonar e são responsáveis pelo desencadeamento de doenças graves (ARBEX et al, 2004; GODOI et al, 2004).
Um estudo realizado em Piracicaba/SP (CANÇADO et al, 2006a) comprovou que a queima da cana-de-açúcar nos canaviais da região ocasionou o aumento da concentração de PM10 na atmosfera, e que este repercutiu no em um maior número de atendimentos de crianças e idosos em hospitais, para tratamento de problemas respiratórios. Em Araraquara/SP, pesquisadores revelaram que a poluição atmosférica gerada pela queima da cana-de-açúcar levou a um significativo aumento dos atendimentos hospitalares para tratamento de asma (ARBEX et al, 2007).

É importante destacar os dados apresentados por Cançado e colaboradores (2006b) entre outros pesquisadores brasileiros (CENDON et al, 2006; MARTINS et al, 2006), segundo os quais “estudos experimentais e observacionais têm apresentado evidências consistentes sobre os efeitos da poluição do ar, especialmente do material particulado fino, na morbidade e mortalidade por doenças cardiovasculares (cardíacas, arteriais e cerebrovasculares). Tanto efeitos agudos (aumento de internações e de mortes por arritmia, doença isquêmica do miocárdio e cerebral), como crônicos, por exposição em longo prazo (aumento de mortalidade por doenças cerebrovasculares e cardíaca) têm sido relatados. O aumento da poluição do ar tem sido associado ao aumento da viscosidade sangüínea, de marcadores inflamatórios e da progressão da arteriosclerose, a alterações da coagulação, à redução da variabilidade da freqüência cardíaca (indicador de risco para arritmia e morte súbita), à vasoconstricção e ao aumento da pressão arterial, todos fatores de risco para doenças cardiovasculares. Ainda, um abrangente estudo encontrou risco aumentado de mortalidade relacionada à poluição do ar que variou de 8% a 18%, para diversos tipos de doenças cardíacas”. Portanto, tais dados levam a inferir-se que a exposição dos cortadores a materiais particulados gerados durante a queima da cana, é um fator importante a ser considerado como possível causa da morte súbita de alguns destes trabalhadores.

Uma equipe de pesquisadores do Instituto do Coração (INCOR), da Universidade de São Paulo, sob a coordenação do Dr. Ubiratan de Paula Santos, concluiu, na primeira semana de maio de 2008, levantamentos de parâmetros relativos às condições de trabalho e saúde de um grupo de cortadores de cana, que deverá resultar em novas e importantes conclusões sobre os efeitos dos poluentes atmosféricos gerados pela queima da cana-de-açúcar, na saúde destes trabalhadores.

Em 1991, o pesquisador britânico Phoolchund ressaltou que “os trabalhadores das plantações de cana-de-açúcar apresentam elevados níveis de acidentes ocupacionais e estão expostos à alta toxicidade dos pesticidas. Eles também podem apresentar um risco elevado de adoecerem por câncer de pulmão (mesotelioma), e isto pode estar relacionado à prática da queima da palha, na época da colheita da cana.” Estudos recentes têm comprovado as suspeitas daquele pesquisador.

Dentre as substâncias presentes nos materiais particulados finos liberados durante a queima de biomassa (vegetação), os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) são os mais danosos à saúde, apresentando atividades mutagênicas, carcinogênicas e como desreguladores do sistema endócrino (ZAMPERLINI et al, 1997; GODOI et al, 2004). Em um estudo realizado em Araraquara/SP, durante a época da colheita da cana, foi encontrada uma concentração do HPA benzo-a-pireno (carcinogênico), maior do que em Londres e em outras grandes cidades, e foi sugerido que tal substância provinha de queimadas em canaviais existentes na região. A mesma fonte de poluição atmosférica foi apontada como responsável pela elevada concentração das partículas totais em suspensão encontradas no estudo, que atingiram a média de 103 microgramas por metro cúbico, valor superior ao limite de 80 microgramas por metro cúbico, estabelecido pela resolução 03 de 1990, do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA (GODOI et al, 2004).

Em um estudo divulgado em 2006 (BOSSO et al, 2006) foi constatado que cortadores de cana saudáveis e não-fumantes que trabalhavam em canaviais do Estado de São Paulo, na época da colheita, apresentavam na urina substâncias que indicavam que estes trabalhadores haviam sido intensamente expostos a HPAs genotóxicos e mutagênicos, e que fora do período de colheita, estes teores eram bem menores. Segundo os autores, o estudo comprovou que as condições de trabalho expõem os cortadores de cana a poluentes que levam ao risco potencial de adoecimento, principalmente, por problemas respiratórios e câncer de pulmão.
Diante do exposto, conclui-se que os estudos científicos já divulgados comprovam que a poluição atmosférica originada pela prática da queima da cana-de-açúcar, como parte do processo produtivo do etanol, no Brasil, repercute em riscos severos à saúde dos trabalhadores e da população em geral, devendo ser abolida imediatamente.

Também é urgente a reformulação da legislação trabalhista que regula a contratação dos cortadores de cana, para evitar-se que estes continuem a trabalhar em condições de esforço físico muito superiores àquelas que um ser humano pode suportar.

REFERÊNCIAS
ALVES, F. Por que morrem os cortadores de cana? Saúde e Sociedade. V. 15, p. 90-98, 2006.

ARBEX, M. A.; CANÇADO, J. E. D.; PEREIRA, L. A. A.; BRAGA, A. L. F.; SALDIVA, P. H. N. Queima de biomassa e efeitos sobre a saúde. Jornal Brasileiro de Pneumologia. V. 30, p 158-175, 2004.

ARBEX, M. A.; MARTINS, L. C.; OLIVEIRA, R. C.; PEREIRA, L. A. A.; ARBEX, F. F.; CANÇADO, J. E. D.; SALDIVA, P. H. N.; BRAGA, A. L. F. Air pollution from biomass burning and asthma hospital admissions in a sugar cane plantation area in Brazil. Journal of Epidemiology and Community Health. V. 61, p. 395-400, 2007.

BOSSO, R. M. V.; AMORIM, L. M. F.; ANDRADE, S. J.; ROSSINI, A.; MARCHI, M. R. R.; LEON, A. P.; CARARETO, C. M. A.; CONFORTI-FROES, N. D. T. Effects of genetic polymorphisms CYP1A1, GSTM1, GSTT1 and GSTP1 on urinary 1-hydroxypyrene levels in sugarcane workers. Science of the Total Environment. V. 370, p. 382-390, 2006.

CANÇADO, J. E. D.; BRAGA, A. L. F. ; PEREIRA, L. A. A

novembro 20, 2010   Comentários desativados

O valor da biodiversidade

Fonte: revista Página 22 núm. 47 pág. 7

Durante a COP 10, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apresentou uma forma de calcular o valor dos serviços prestados pela natureza, também conhecidos como serviços ecossistêmicos.

O estudo indica que os insetos sozinhos prestam um serviço avaliado em U$210 bilhões por ano. O ambiente marinho com corais proporciona, por exemplo, U$172 bilhões anuais. O levantamento também informa que cerca de 30 milhões de pessoas dependem diretamente de recursos vindos dos corais para viver.

Os danos ao capital natural, isto é aos recursos naturais, incluindo florestas, mangues e oceanos chegam a U$4,5 bilhões por ano. O relatório “A economia dos ecossistemas e da biodiversidade” (sigla Teeb, em inglês) revela que a perda de biodiversidade custa cerca de U$5 trilhões anuais.

Os ecossistemas representam entre 47% e 89% do chamado “PIB dos pobres”, de onde as populações agrícolas e ribeirinhas retiram seus alimentos e matéria-prima para ter condições de sobrevivência.

O que podemos entender deste texto:

- Tudo que temos de conforto e tecnologia vem da transformação das matérias primas da natureza através de processos. Nestes processos ocorrem impactos ambientais que prejudicam a biodiversidade, como o desmatamento,  poluição da água e do solo, que acarretam na perda dos habitats naturais.

- Principalmente a população mais pobre depende dos recursos naturais diretos para sobreviver, como a pesca, e plantações de subsistência, assim, em geral, são os mais afetados pela perda da biodiversidade.

- Resumindo, é preciso fazer o uso sustentável das paisagens, ou seja, ter as matas ciliares preservadas protegendo os rios, ter as reservas legais e fragmentos florestais conectados para que se formem os corredores de biodiversidade. Usar técnicas de manejo adequadas nas plantações e na pecuária, com curvas de nível e planejamento para prevenção a erosão. As indústrias devem ter sistemas de tratamento de esgotos eficientes. As cidades devem possuir planos diretores que protejam áreas frágeis. E deve-se incentivar a proteção de áreas naturais, através da criação de unidades de conservação como as RPPNs – Reservas Particulares do Patrimônio Natural.

novembro 18, 2010   Sem comentários

Vá de Galinha!

Interessante iniciativa da SOS Mata Atlântica: o primeiro abaixo-assinado fotográfico do mundo! Chamando atenção para o fato das galinhas conseguirem ser quase mais rápidas do que os carros, em horário de rush.

Faça parte você também!

http://vadegalinha.org.br/

novembro 11, 2010   Sem comentários

“The Story of Stuff”

O Projeto “The Story of Stuff” foi criado por Annie Leonard com o objetivo de ampliar a discussão sobre diversos aspectos ambientais, sociais e econômicos. Segue uma série de vídeos produzidos pelo projeto:







Você pode saber mais e assistir outros vídeos no site do projeto: http://www.storyofstuff.com/

outubro 9, 2010   Sem comentários

Dia da Árvore

Um texto muito interessante sobre as árvores, de autoria do Engº Osvaldo Esterquile Júnior.

“Cada ser vivo tem seu lugar na natureza e
realiza muitas tarefas. As árvores são muito
importantes, tanto para nossas vidas, como
para o equilíbrio do ecossistema”.

A Árvore

A árvore é nossa amiga, vamos pensar nas coisas boas que ela nos proporciona:

SOMBRA: Como é bom encontrar uma árvore quando o dia está quente e o sol está forte.
BELEZA: Uma árvore é sempre bonita.Mesmo quando não está florida, o verde de suas folhas nos acalma.
ALIMENTO: Como é bom saborear seus frutos… Que servem de alimento para homens e animais.
ABRIGO: Moradia para os pássaros e outras animais.
MADEIRA: Para móveis, celulose (papel), construções, óleosmedicinais, etc.
FOLHAS: Chás e óleos medicinais (algumas espécies), alimento para muitos animais, purificação do ar, reposição
de nutrientes no solo, etc.
UMIDECEM O AR: Parte da água que as árvores retiram da terra é liberada para o ar em forma de vapor, através
da transpiração.
ABAFAMO RUÍDO: As copas das árvores agrupadas minimizamo barulho na cidade e dos carros na rodovia.
PERMITE A INFILTRAÇÃO DA ÁGUA DAS CHUVAS: A camada de folhas em decomposição que se forma em cima do solo funciona como uma esponja absorvendo a água que cai de mansinho por entre a folhagem das copas.
PROTEGE O SOLO: A copa das árvores quebra o impacto das gotas de chuva evitando a erosão e, ao mesmo
tempo, o solo fica coberto por uma camada protetora de folhas e galhos secos.
CONTROLE DO CLIMA: A quantidade de vapor que as árvores colocam no ar vai ajudar a formar as nuvens de
chuva que depois caem sobre a própria região.
VALOR COMERCIAL: É representado pelo que pode ser vendido: seus frutos, casca, folhas e madeira.
BARRAGEM: Minimiza a velocidade do ar protegendo as casas contra ventanias e controla as pragas das
lavouras.

Você não precisa amar, basta não maltratar.
Respeite a vida, respeite as árvores

setembro 21, 2010   Sem comentários

Componentes tóxicos em cosméticos

O Projeto Story of Stuff demonstra e comenta sobre vários problemas ambientais encontrados no cotidiano. Em seu vídeo mais recente foi analisado o problema dos componentes tóxicos nos cosméticos, algo que todos consideram seguros e na maioria das vezes nem imaginam que possam fazer mal a saúde.

Segue o vídeo:

agosto 30, 2010   Sem comentários

Aproveitamento de lixo para gerar energia elétrica

Os resíduos que produzimos podem ser reaproveitados para inúmeras atividades. Além da mais conhecida reciclagem de papeis, plásticos e metais, o reaproveitamento dos resíduos orgânicos gera inúmeros subprodutos, como adubos, fertilizantes, e energia elétrica!

Rio pode ter usina para transformar o lixo dos cariocas em energia elétrica

Por Carolina Gonçalves, da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe) começa a elaborar a proposta de construção de uma usina para transformar o lixo da capital fluminense em energia elétrica. O anúncio foi feito hoje (17) pelo coordenador técnico do projeto e pesquisador do Coppe, Luciano Basto, durante a assinatura do convênio entre o instituto e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb).

Com o acordo, pesquisadores das duas instituições vão analisar a viabilidade técnica e ambiental da instalação de uma unidade de tratamento no bairro do Caju, na zona portuária da cidade, por onde passa metade do lixo produzido pelos fluminenses. Luciano Basto acredita que o estudo, com o cálculo de custos e identificação de tecnologia, seja entregue à prefeitura do Rio em dois meses.

“O investimento pode ser até mais caro do que as tradicionais soluções para destinação de lixo e oferta de eletricidade. Mas como lixo é um combustível a custo negativo, pelo qual a sociedade paga para se livrar do problema, e o tratamento energético do lixo evitaria emissões de gases de efeito estufa, essas receitas adicionais podem ser contabilizadas como benefícios para esse tipo de aproveitamento energético”, estimou o pesquisador.

Basto disse ainda que o aproveitamento energético seria de 100%, considerando que a usina será instalada dentro da cidade, diferente, segundo ele, das hidrelétricas que atendem 80% da matriz energética do país. Por estarem distantes dos grandes centros urbanos, as hidrelétricas registram perda de cerca de 15% da eletricidade gerada.

Atualmente, o Rio de Janeiro produz 9 mil toneladas de lixo por dia. Os detritos são encaminhados a três estações de transferência da cidade: Caju (zona portuária), Irajá (zona norte) e Jacarepaguá (zona oeste). Dessas estações, o lixo é transportado para dois aterros sanitários.

A usina na estação do Caju, que recebe o maior volume de detritos da cidade, poderia chegar a 500 megawatts de potência instalada. Pelos cálculos do Coppe, a transformação de 9 mil toneladas de lixo em energia seria suficiente para abastecer 1,5 milhão de residências, com consumo médio de 200 quilowatt-hora por mês.

A presidente da Comlurb, Ângela Nóbrega Fonte, garantiu que a empresa vai fornecer todo o material para os estudos e espera abrir o processo de licitação para a construção da usina em seis meses. “Além do que já temos feito no aterro [sanitário] de Gramacho, minimizando a emissão de gases de efeito estufa, e em Seropédica, onde será construído um aterro sanitário controlado com licenciamento ambiental, essa novidade é muito importante para a população. Isso vai trazer mais recursos para a cidade e o meio ambiente vai agradecer”, comemorou Ângela Nóbrega.

Edição: Vinicius Doria
Fonte: (Envolverde/Agência Brasil)

agosto 24, 2010   4 comentários