Informação para um mundo melhor! Idéias para o desenvolvimento sustentável!

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Frase de reflexão sobre meio ambiente: As abelhas

Se tirarmos as abelhas, em 50 anos não teremos mais vida no planeta.

Se tirarmos o ser humano, em 50 anos, teremos vida exuberante.

Qual planeta queremos para os nossos filhos?

Temos que pensar na sustentabilidade das nossas interações com o planeta!

Pense nisso: Você é dispensável, a biodiversidade não! Portanto se a destruir, destruirá você mesmo!

outubro 9, 2011   Sem comentários

Turismo sustentável e conduta consciente em ambientes naturais – Regras de visitação

A conduta consciente em ambientes naturais é muito importante para garantir a preservação dos ambientes naturais visitados pelo homem, como os parques e reservas naturais.

Assim, a conduta consciente em ambientes naturais é um dos componentes principais do turismo sustentável, e é muito importante seguir as regras de visitação para diminuir os impactos ambientais quando visitando ambientes naturais.

Regras de visitação em ambientes naturais:

- Antes de começar sua visita nas trilhas dos parques, entre em contato com uma agência de turismo ou o ICMBIO local (orgão gestor de parques) para verificar se existem regulamentos e normas para a visitação.

- Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.

- Viaje em grupos pequenos, de até 6 pessoas, grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.

- Evite viajar para áreas populares durante feriados e férias.

- Certifique-se de que você possui uma forma adequada de acondicionar seu lixo para trazê-lo de volta.

- Observe os animais a distância, não se aproxime, mantenha respeito. Não dê alimentos aos animais, eles já possuem seus hábitos e alimentação natural.

- Diminua a quantidade de lixo, deixando em casa embalagens desnecessárias. Traga TODO o seu lixo de volta, jamais queime ou enterre qualquer tipo de lixo.

- Para ir ao banheiro, leve uma Fossa Seca Ambulante (informe-se sobre sua disponibilidade com os gestores do parque, condutores e agências da região). Caso não tenha, cave um buraco com 15 cm de profundidade, a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, e em locais onde não seja necessário remover a vegetação.

- Para lavar louça, não use sabão, e não lave as coisas em áreas de nascente, afaste-se pelo menos 60 metros das nascentes para lavar utensílios.

- Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.

- Não faça fogueiras, elas prejudicam o solo e representam grande risco de incêndios flroestais.

- Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio de acampamento. É muito mais fácil e rápido que uma fogueira. Para iluminar utilize um lampião ou lanterna do que a fogueira.

- Ande e acampe em silêncio, preservando a tranquilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece.

- Deixe aparelhos sonoros e instrumentos musicais em casa.

- Trate os moradores da região com gentileza, cortesia e respeito. Mantenha porteiras fechadas do jeito que encontrou, e não entre em casas e galpões sem pedir permissão.

- Contratar passeios, hospedagem, transporte e serviços de pessoas locais colabora para o desenvolvimento social e conômico da comunidade.

- Deixe seu animal doméstico em casa.

- Para chamar a atenção de uma equipe de socorro, tenha em sua mochila um plástico ou tecido de cor forte em caso de emergência. Mas use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual e o afugentamento dos bichos.

- Não construa estruturas como bancos, mesas e pontes. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo mortas ou tombadas.

- Não cate pedras, galhos, flores e conchas para levar como lembranças. Leve apenas suas memórias e fotografias.

- Mantenha-se na trilha, jamais saía dela.

- Não corte, nem arranque a vegetação ou remova pedras em locais para acampar. Acampe em locais pré-estabelecidos.

- Leve sempre itens essenciais como: lanterna, agasalho, capa de chuva, chapéu, estojo de primeiros socorros, alimentos e água, mapa e bússola, mesmo nas atividades mais fáceis.

outubro 9, 2011   Sem comentários

Importância das florestas – Estudo mostra evolução das florestas de 11 países

O texto abaixo mostra a importância das florestas e como o desmatamento é um dos grandes problemas ambientais mundiais.

Mostra também como os países desenvolvidos estão trabalhando cada vez mais na recuperação das suas florestais originais e prevenção do desmatamento, pois reconhecem a importância da floresta para a manutenção do clima e da biodiversidade, ao contrário do Brasil.

Estudo mostra evolução das florestas de 11 países – por Daniela Chiaretti – São Paulo

Jornal Valor Econômico – Pág. A7 – 7, 8 e 9 de outubro de 2011.

A Suécia tinha 56% de cobertura florestal em 1950 e hoje tem 69%. A China tinha entre 5% a 9% de florestas originais e plantadas há 60 anos, e hoje, com o intenso esforço de reflorestar, aumentou o percentual para 22%. O dado polonês era 24%, hoje é 30%. A ideia de que só o Brasil protege suas florestas e que os outros acabaram com elas para se desenvolver, argumento forte da bancada ruralista ao propor mudanças no Código Florestal, está em xeque em um estudo divulgado ontem pelo Greenpeace. O trabalho faz uma comparação do que aconteceu e o que acontece com as florestas de onze nações.

O estudo foi assinado por dois importantes institutos de pesquisa em floresta, o brasileiro Imazon e o britânico Proforest, ligado à Universidade de Oxford. Um dos objetivos era investigar “o quanto de verdade existe por trás de uma antiga crença – a de que o Código Florestal, como a jabuticaba, é só nosso”, diz o prólogo do estudo. A intenção era descobrir qual a trajetória das florestas de cada país, qual o marco legal em relação ao desmatamento e quais os incentivos para quem quer reflorestar.

Alguns países foram escolhidos porque são potências econômicas e também pelo tamanho do território, como China e Estados Unidos. A China, além do fato de ser a principal potência emergente contemporânea e ter desmatado muito até recentemente, está em curva ascendente sob o ponto de vista de cobrir de verde suas terras. Os EUA não poderiam faltar: o país desmatou apenas 1% em 100 anos, mas “é o que mais produz grãos no mundo”, lembra Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace. Também estão no estudo Alemanha, França e Japão, Índia, Indonésia, Holanda, Polônia, Suécia e Reino Unido.

Em 1948, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Brasil tinha mais de 90% de seu território coberto, diz Adalberto Veríssimo, pesquisador sênior do Imazon e coordenador do estudo. Hoje, este percentual está em 56%. “Proporcionalmente, o Brasil tem menos floresta que Japão e Suécia”, diz ele. O caso japonês é surpreendente: país pequeno e populoso, tem 69% de cobertura vegetal.

Segundo a FAO, o Brasil continua desmatando a uma taxa de 0,6% ao ano. “Se continuar assim, em 10 anos teremos perdido algo perto a 12 vezes o Estado do Rio de Janeiro”, diz Veríssimo.

O estudo mostra que a trajetória florestal dos países começa muito alta e depois há um decréscimo bastante relacionado à expansão da agricultura, diz Adario. Com a percepção de que o desmatamento prejudica a própria produção agrícola, ocorre pressão da sociedade e a curva muda de direção. Entre os 11 países analisados, apenas a Indonésia prossegue desmatando. “O Brasil não estabilizou o desmatamento, continua caminhando ladeira abaixo”, diz ele. “Temos que discutir exatamente isso: o Brasil quer ser moderno e manter floresta ou o quê?”

“O estudo é uma contribuição ao debate”, diz Adario. “Mas o debate esteve marcado por premissas falsas, que, de tanto repetidas, viraram verdadeiras.” Uma delas é que o marco legal brasileiro amarra os proprietários, a agricultura nacional e que o País é único no mundo a proceder assim, diz. “O trabalho do Imazon-Proforest demonstra que isso não é verdade.”

Ele lembra que, na França, a conversão de florestas em terras particulares tem de ser justificada, e só pode ocorrer em áreas de até quatro hectares. Na Índia, onde quase todas as áreas florestais são estatais, uma decisão do governo central não pode ser revertida pelos Estados. O Código Florestal japonês não permite a conversão de florestas estatais ou privadas, exceto em casos muito específicos e raros. No Reino Unido, derrubar floresta para a agricultura não é permitido. A lei florestal chinesa, no geral, impede que florestas sejam suprimidas para dar lugar à mineração ou projetos de infraestrutura.

outubro 9, 2011   Sem comentários

Arborização Urbana: importância e escolha das espécies de árvores

A arborização urbana é fundamental para garantir o conforto e bem-estar de quem vive na cidade, pois as árvores funcionam como um filtro ambiental, reduzindo a poluição atmosférica, amenizando o calor, diminuindo a insolação e a velocidade dos ventos, e abafando ruídos.  As árvores também contribuem no combate à erosão e servem de abrigo e alimento para as aves.

Segundo a Associação Brasileira de Arborização urbana, Para a escolha da espécie adequada ao plantio em vias públicas (ruas e calçadas), a árvore deve ter características como:

  • Estar adaptada ao clima do local;
  • Ser preferencialmente uma espécie nativa da vegetação local;
  • Possuir porte adequado ao espaço disponível;
  • Não apresentar princípios tóxicos ou alérgicos;
  • Devem-se evitar espécies que necessitem de poda frequente, que tenham tronco frágil, caule e ramos quebradiços.

A escolha correta das árvores é importante, porque evita que elas causem problemas para a infra-estrutura do meio urbano, como as redes de água e esgoto, a rede elétrica, o calçamento das ruas e a circulação de pedestres e carros.

Ajude a cuidar das ávores da sua cidade, regue as mudas plantadas nas calçadas nas épocas das chuvas. Plante uma árvore na sua calçada seguindo as orientações para escolha correta das árvores.

Arborização urbana é importante porque aumenta a qualidade de vida e a saúde pública da população!

setembro 7, 2011   Sem comentários

A forma certa de plantar mudas de árvores na cidade

 

Forma certa de plantar mudas - arborização urbana

Confira acima a figura que explica a forma certa de plantar mudas de árvores na cidade: uma questão de saúde pública e sustentabilidade!

setembro 6, 2011   Sem comentários

Normas éticas para apelos de sustentabilidade na publicidade

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade.

O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.

O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banaliza-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.

Um anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas. As informações devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida.

As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos. Este princípio está resumido nas frases que servem de introdução ao Anexo U:

“É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários. O Conar encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável”.

As novas normas entram em vigor em 1º de agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.

Confira a íntegra das novas normas:

“Artigo 36 do Código
A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:

  1. a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;
  2. a poluição do meio ambiente urbano;
  3. a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;
  4. a poluição visual dos campos e das cidades;
  5. a poluição sonora;
  6. o desperdício de recursos naturais.

Parágrafo único
Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:

  1. veracidade – as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;
  2. exatidão – as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;
  3. pertinência – as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;
  4. relevância – o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.

Anexo U – Apelos de sustentabilidade

É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.

O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável.

REGRA GERAL

(1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade da Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade” toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.

(2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade para a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade” toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.

(3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade de Marketing relacionado a Causas” aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.

Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:

1. CONCRETUDE
As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.

A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação doanúncio.

2. VERACIDADE
As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor), etc.

3. EXATIDÃO E CLAREZA
As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.

4. COMPROVAÇÃO E FONTES
Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas.

5. PERTINÊNCIA
É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.

6. RELEVÂNCIA
Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente – em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.

7. ABSOLUTO
Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.

8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS
A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.

O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.

As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.”

Texto original de: http://www.conar.org.br/

junho 20, 2011   Sem comentários

Palestra apresenta o tema Consumo Consciente

Vinícius Battistelli Lemos, Engenheiro Ambiental formado na UFMS, e Mestrando em Tecnologias Ambientais apresenta no dia 09/06/2011 às 17h00 (horário de Brasília) a palestra Consumo Consciente no Portal Porta Palestras.

A palestra online é gratuita, basta fazer a inscrição no portal e participar, e irá falar sobre o papel do consumidor consciente, aquele que entende como funciona o ciclo da natureza, e assim escolhe de produtos que tenham impacto reduzido no meio ambiente.

 


Por que participar?Os recursos naturais são limitados, e ainda não percebemos isso. Compramos e consumimos sem pensar nem analisar quais serão os impactos, ou o que faremos com o lixo depois. Entender como funciona o ciclo da natureza pode nos tornar consumidores mais conscientes.

 
Conteúdo que será abordado: Meio Ambiente; Seres Humanos; Processos naturais ; Processos antropogênicos ; Processos naturais X antropogênicos; Resíduos ; Poluição; Ciclo de Vida; 4 R’s; Consumo; Consumidor consciente; Indústria e comércio ; História das coisas.

junho 7, 2011   Sem comentários

Reciclagem: o que é reciclar e quais seus benefícios?

A reciclagem é um processo industrial (pois é realizado nas indústrias de reciclagem) que converte o lixo em matéria-prima novamente. Por exemplo, uma lata de alumínio usada, quando reciclada se torna novamente alumínio para a produção de outra lata.

Reciclar tem o seguinte significado: Re (repetir) + cycle (ciclo, indicando o ciclo do lixo e das matérias primas).

Benefícios da reciclagem:

  • Contribui para diminuir a quantidade de lixo nos aterros sanitários e lixões;
  • Prolonga a vida útil dos aterros sanitários;
  • Gera empregos para a população não qualificada;
  • Gera receita com a comercialização dos recicláveis;
  • Economiza energia e poupa recursos naturais.

Dica esperta:

Em vez de reciclar, tente pré-ciclar, isto é, adote uma p0stura de consumo consciente e evite comprar produtos com excesso de embalagens ou embalagens não recicláveis (como o isopor).

junho 2, 2011   2 comentários

Aquecimento global – um impacto de caráter global

O aquecimento global está sendo causado devido ao aumento de gases estufa na atmosfera.

Este aumento de gases é causado por:

- Queima de combustíveis fosséis;

- Desmatamento/queima de biomassa;

- Aumento da população mundial/criação de animais.

O Aquecimento global é causado pelo fato do gás carbônico reter um pouco da radiação solar que é refletida pela Terra. E como cada vez mais tem mais gás carbônico, mais radiação fica retida.

As consequências do efeito estufa, aquecimento global,  são: elevação da temperatura do planeta, alterações nas precipitações pluviométricas (regime de chuvas), elevação do nível do mar, perda de biodiversidade e de espécies.

O aquecimento global é um dos maiores problemas ambientais atuais.

abril 28, 2011   Sem comentários

Lista dos impactos ambientais causados pelas cidades

As cidades são verdadeiras causadoras de impactos ambientais, como:

  • Desmatamento (o qual é feito para dar lugar a cidade): o desmatamento diminui a infiltração da água no solo e aumenta o escoamento superficial, diminuindo assim a recarga dos aquíferos. Também causa o assoreamento de córregos e rios através do carreamento do solo pelo escoamento superficial o qual causa a erosão.  O escoamento superficial também causa a lixiviação dos nutrientes do solo, empobrecendo o solo, o qual perde os seus nutrientes, e consequentemente precisa de mais adubos e fertilizantes. O desmatamento também causa alterações climáticas e desertificação.
  • Impermeabilização do solo: ocorre devido ao asfaltamento e construções. Grande causadora de enchentes, causadas pelo aumento do escoamento superficial. Também contribui para a diminuição da recarga dos aquiferos através da diminuição da infiltração. Causa alterações micro-climáticas.
  • Mudanças no regime hidrológico: causadas pelas alterações climáticas, geram chuvas mais intensas, e maior ocorrência de enchentes.
  • Modificações ou destruição de ecossistemas: alterações no ciclo hidrológico e alterações climáticas causam as modificações ou destruição de ecossistemas, os quais são muito importantes como recursos naturais para a humanidade.

Por isso, que as cidades devem ser planejadas e ter áreas verdes dentro delas, as quais devem ser pensadas enquanto a cidade é pequena (até 50.000 habitantes).

abril 28, 2011   2 comentários