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Desaparecimento de insetos polinizadores: grave problema ambiental

Problemas ambientais como a destruição dos habitats, desmatamento, uso extensivo de agrotóxicos no campo, degradação de áreas de proteção permanente e reserva legal estão causando o desaparecimento e a extinção de insetos polinizadores como as abelhas.

Especialistas já documentaram o desaparecimento em massa de abelhas em vários países. Isto é um problema sério pois
as abelhas são cruciais na nossa sociedade, na medida em que a polinização tem um papel essencial na preservação da biodiversidade e na manutenção da segurança alimentar de todo o mundo, não só pela produção de mel, mas pela polinização das culturas.

Daí a importância de áreas de conservação da biodiversidade como as Reservas Legais e Áreas de Proteção Permanente que existem no código florestal brasileiro, áreas que são feitas para garantir o equilíbrio ecológico da cadeia alimentar, do qual o homem é beneficiado através dos serviços ecossistêmicos.

Veja a reportagem abaixo para mais informações:

Europa aprova resolução para proteger abelhas

Por Bettina Barros, publicado no Jornal Valor Econômico de 18/11/2011

O Parlamento Europeu aprovou nesta semana uma resolução para a adoção de ações mais contundentes para proteger a população de abelhas, que de alguns anos para cá desapareceram em larga escala no Velho Continente. O texto, aprovado por ampla maioria de 534 votos a favor, 92 abstenções e apenas 16 votos contrários, determina que mais fundos sejam destinados para a pesquisa com abelhas, novos incentivos para que a indústria farmacêutica desenvolva antibióticos e que os rótulos de advertência nos pesticidas do campo sejam mais claros.

Além de uma questão ambiental preocupante, o declínio dessas populações tem um impacto econômico que não se pode desprezar. Cálculos da Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, estimam que a polinização tem um valor econômico de € 22 bilhões para a região.

Cerca de 84% das espécies de plantas europeias e 76% da produção de alimentos da região dependem dela. A União Europeia produz anualmente cerca de 200 mil toneladas de mel. Bulgária, França, Alemanha, Grécia, Hungria e Romênia são os maiores produtores, empregando, direta ou indiretamente, 600 mil pessoas.

As abelhas são cruciais na nossa sociedade, na medida em que a polinização tem um papel essencial na preservação da biodiversidade e na manutenção da segurança alimentar da Europa“, disse o legislador socialista Csaba Sandor Tabajdi, autor da resolução.

A falta de informações sobre a saúde dessas abelhas tem sido um obstáculo na identificação das causas do desaparecimento desses insetos. Por isso, a Comissão Europeia pretende lançar um programa-piloto de monitoramento no início do próximo ano.

Especialistas já documentaram o desaparecimento em massa de abelhas em vários países, com um cenário mais crítico nos Estados Unidos, onde o fenômeno tem sido comumente chamado de “desordem de colapso das colônias”. A causa do problema ainda não é conhecida, mas a destruição dos habitats e o uso extensivo de agrotóxicos no campo (que pode ter afetado o sistema imunológico das abelhas) são possibilidades consideradas pelos especialistas.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o número de colônias de abelhas caiu de 5,5 milhões em 1950 para 2,5 milhões em 2007. Somente na Califórnia, um dos principais berços agrícolas de pequenas culturas nos Estados Unidos, abelhas de quase 1,5 milhão de colmeias fazem o trabalho da polinização – uma média de duas colmeias por acre.

O Pnuma, braço ambiental da ONU, advertiu no início deste ano que a população mundial de abelhas continuará em declínio. Em relatório, o órgão defendeu o pagamento de incentivos a agricultores e proprietários rurais para que os habitats desses insetos sejam restaurados, como florestas com espécies de floração.

novembro 22, 2011   1 Comment

Vazamento de Petróleo na Bacia de Campos – Problemas ambientais RJ

Um vazamento de petróleo na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, começou no dia 18 de outubro de 2011, o vazamento foi detectado há 120 quilômetros da costa e o óleo escapou por uma fissura de cerca de 300 metros de extensão, a 1,2 mil metros de profundidade e a 130 metros do poço de perfuração. A mancha, que tem oito quilômetros de comprimento, se espalhou pelo Campo do Frade, uma área de grande diversidade biológica, e pode acarretar em uma série de problemas e impactos ambientais.

Segundo informações do Jornal Hoje, a Agência Nacional do Petróleo calcula que o vazamento tenha atingido o total de mil barris de petróleo, mas a ONG americana Skytruth tem números diferentes e calcula que o vazamento pode ter chegado a 3,7 mil barris por dia. A Chevron afirma que não sabe a quantidade exata do óleo que vazou, contudo informou que o poço na bacia de Campos será fechado e a etapa de concretagem já começou.

Os vazamentos de petróleo são acidentes ambientais sérios, que podem acarretar em uma grande mortandande de animais marinhos, como tartarugas, aves, peixes e até baleias. Este vazamento especificamente, segundo o Jornal Hoje, aconteceu em um período crítico, a primavera, quando vários tipos de aves e baleias em extinção estão migrando.

novembro 21, 2011   1 Comment

Importância das florestas – Estudo mostra evolução das florestas de 11 países

O texto abaixo mostra a importância das florestas e como o desmatamento é um dos grandes problemas ambientais mundiais.

Mostra também como os países desenvolvidos estão trabalhando cada vez mais na recuperação das suas florestais originais e prevenção do desmatamento, pois reconhecem a importância da floresta para a manutenção do clima e da biodiversidade, ao contrário do Brasil.

Estudo mostra evolução das florestas de 11 países – por Daniela Chiaretti – São Paulo

Jornal Valor Econômico – Pág. A7 – 7, 8 e 9 de outubro de 2011.

A Suécia tinha 56% de cobertura florestal em 1950 e hoje tem 69%. A China tinha entre 5% a 9% de florestas originais e plantadas há 60 anos, e hoje, com o intenso esforço de reflorestar, aumentou o percentual para 22%. O dado polonês era 24%, hoje é 30%. A ideia de que só o Brasil protege suas florestas e que os outros acabaram com elas para se desenvolver, argumento forte da bancada ruralista ao propor mudanças no Código Florestal, está em xeque em um estudo divulgado ontem pelo Greenpeace. O trabalho faz uma comparação do que aconteceu e o que acontece com as florestas de onze nações.

O estudo foi assinado por dois importantes institutos de pesquisa em floresta, o brasileiro Imazon e o britânico Proforest, ligado à Universidade de Oxford. Um dos objetivos era investigar “o quanto de verdade existe por trás de uma antiga crença – a de que o Código Florestal, como a jabuticaba, é só nosso”, diz o prólogo do estudo. A intenção era descobrir qual a trajetória das florestas de cada país, qual o marco legal em relação ao desmatamento e quais os incentivos para quem quer reflorestar.

Alguns países foram escolhidos porque são potências econômicas e também pelo tamanho do território, como China e Estados Unidos. A China, além do fato de ser a principal potência emergente contemporânea e ter desmatado muito até recentemente, está em curva ascendente sob o ponto de vista de cobrir de verde suas terras. Os EUA não poderiam faltar: o país desmatou apenas 1% em 100 anos, mas “é o que mais produz grãos no mundo”, lembra Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace. Também estão no estudo Alemanha, França e Japão, Índia, Indonésia, Holanda, Polônia, Suécia e Reino Unido.

Em 1948, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Brasil tinha mais de 90% de seu território coberto, diz Adalberto Veríssimo, pesquisador sênior do Imazon e coordenador do estudo. Hoje, este percentual está em 56%. “Proporcionalmente, o Brasil tem menos floresta que Japão e Suécia”, diz ele. O caso japonês é surpreendente: país pequeno e populoso, tem 69% de cobertura vegetal.

Segundo a FAO, o Brasil continua desmatando a uma taxa de 0,6% ao ano. “Se continuar assim, em 10 anos teremos perdido algo perto a 12 vezes o Estado do Rio de Janeiro”, diz Veríssimo.

O estudo mostra que a trajetória florestal dos países começa muito alta e depois há um decréscimo bastante relacionado à expansão da agricultura, diz Adario. Com a percepção de que o desmatamento prejudica a própria produção agrícola, ocorre pressão da sociedade e a curva muda de direção. Entre os 11 países analisados, apenas a Indonésia prossegue desmatando. “O Brasil não estabilizou o desmatamento, continua caminhando ladeira abaixo”, diz ele. “Temos que discutir exatamente isso: o Brasil quer ser moderno e manter floresta ou o quê?”

“O estudo é uma contribuição ao debate”, diz Adario. “Mas o debate esteve marcado por premissas falsas, que, de tanto repetidas, viraram verdadeiras.” Uma delas é que o marco legal brasileiro amarra os proprietários, a agricultura nacional e que o País é único no mundo a proceder assim, diz. “O trabalho do Imazon-Proforest demonstra que isso não é verdade.”

Ele lembra que, na França, a conversão de florestas em terras particulares tem de ser justificada, e só pode ocorrer em áreas de até quatro hectares. Na Índia, onde quase todas as áreas florestais são estatais, uma decisão do governo central não pode ser revertida pelos Estados. O Código Florestal japonês não permite a conversão de florestas estatais ou privadas, exceto em casos muito específicos e raros. No Reino Unido, derrubar floresta para a agricultura não é permitido. A lei florestal chinesa, no geral, impede que florestas sejam suprimidas para dar lugar à mineração ou projetos de infraestrutura.

outubro 9, 2011   No Comments

Aquecimento global – um impacto de caráter global

O aquecimento global está sendo causado devido ao aumento de gases estufa na atmosfera.

Este aumento de gases é causado por:

- Queima de combustíveis fosséis;

- Desmatamento/queima de biomassa;

- Aumento da população mundial/criação de animais.

O Aquecimento global é causado pelo fato do gás carbônico reter um pouco da radiação solar que é refletida pela Terra. E como cada vez mais tem mais gás carbônico, mais radiação fica retida.

As consequências do efeito estufa, aquecimento global,  são: elevação da temperatura do planeta, alterações nas precipitações pluviométricas (regime de chuvas), elevação do nível do mar, perda de biodiversidade e de espécies.

O aquecimento global é um dos maiores problemas ambientais atuais.

abril 28, 2011   No Comments

“The Story of Stuff”

O Projeto “The Story of Stuff” foi criado por Annie Leonard com o objetivo de ampliar a discussão sobre diversos aspectos ambientais, sociais e econômicos. Segue uma série de vídeos produzidos pelo projeto:







Você pode saber mais e assistir outros vídeos no site do projeto: http://www.storyofstuff.com/

outubro 9, 2010   No Comments

Derramamento de óleo

Com informações do G1 notícias

O derramamento de óleo é uma grande catástrofe ambiental que atinge os oceanos desde o início do século. Estes derramamentos acontecem por diversos motivos: acidentes com navios petroleiros, rompimento de cascos, e mais recentemente com a explosão de uma plataforma de petróleo no Golfo do México.

Os impactos ambientais de um derramamento de óleo são enormes, a mancha de óleo se propaga pelo mar, matando milhares de peixes, aves e corais, além de contaminar a água.

Sobre a explosão da plataforma no golfo do méxico que ocorreu no final de Abril de 2010:

Cinco mil barris (quase 800 mil litros) de petróleo jorram diariamente no mar do Golfo do México depois da explosão de uma plataforma, na semana passada. O vazamento é cinco vezes maior que o previsto e foi considerado catástrofe nacional pelo governo norte-americano.

Até agora os esforços para conter o avanço da mancha, que incluem até uma barreira de lona, foram insuficientes. O governo americano reforça a ajuda à região para tentar evitar um desastre ambiental ainda maior.

Os estados do Alabama, Louisiania e Flórida declararam estado de emergência, alegando que a catástrofe é uma série ameaça ao ambiente e à economia.

Vários estados americanos estão em alerta por causa do vazamento de petróleo. Há temor de que praias e refúgios de vida selvagem sejam danificados em quatro estados. Lontras, pelicanos e outros pássaros estão no caminho da mancha de petróleo, e o serviço de preteção ambiental do país tenta proteger as espécies ameaçadas.

maio 1, 2010   9 Comments