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	<title>Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções. &#187; Licenciamento Ambiental</title>
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	<description>Informação para um mundo melhor! Idéias para o desenvolvimento sustentável!</description>
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		<title>Aproveitamento de lixo para gerar energia elétrica</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[Os resíduos que produzimos podem ser reaproveitados para inúmeras atividades. Além da mais conhecida reciclagem de papeis, plásticos e metais, o reaproveitamento dos resíduos orgânicos gera inúmeros subprodutos, como adubos, fertilizantes, e energia elétrica.


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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os resíduos que produzimos podem ser reaproveitados para inúmeras atividades. Além da mais conhecida reciclagem de papeis, plásticos e metais, o reaproveitamento dos resíduos orgânicos gera inúmeros subprodutos, como adubos, fertilizantes, e energia elétrica!</em></p>
<p><strong>Rio pode ter usina para transformar o lixo dos cariocas em energia elétrica</strong></p>
<p>Por Carolina Gonçalves, da Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro – O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe) começa a elaborar a proposta de construção de uma usina para <strong>transformar o lixo</strong> da capital fluminense em energia elétrica. O anúncio foi feito hoje (17) pelo coordenador técnico do projeto e pesquisador do Coppe, Luciano Basto, durante a assinatura do convênio entre o instituto e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb).</p>
<p>Com o acordo, pesquisadores das duas instituições vão analisar a viabilidade técnica e ambiental da instalação de uma unidade de tratamento no bairro do Caju, na zona portuária da cidade, por onde passa metade do lixo produzido pelos fluminenses. Luciano Basto acredita que o estudo, com o cálculo de custos e identificação de tecnologia, seja entregue à prefeitura do Rio em dois meses.</p>
<p>“O investimento pode ser até mais caro do que as tradicionais soluções para destinação de lixo e oferta de eletricidade. Mas como lixo é um <strong>combustível a custo negativo</strong>, pelo qual a sociedade paga para se livrar do problema, e o tratamento energético do lixo evitaria emissões de gases de efeito estufa, essas receitas adicionais podem ser contabilizadas como benefícios para esse tipo de aproveitamento energético”, estimou o pesquisador.</p>
<p>Basto disse ainda que o aproveitamento energético seria de 100%, considerando que a usina será instalada dentro da cidade, diferente, segundo ele, das hidrelétricas que atendem 80% da matriz energética do país. Por estarem distantes dos grandes centros urbanos, as hidrelétricas registram perda de cerca de 15% da eletricidade gerada.</p>
<p>Atualmente, o Rio de Janeiro produz 9 mil toneladas de lixo por dia. Os detritos são encaminhados a três estações de transferência da cidade: Caju (zona portuária), Irajá (zona norte) e Jacarepaguá (zona oeste). Dessas estações, o lixo é transportado para dois<strong> aterros sanitários</strong>.</p>
<p>A usina na estação do Caju, que recebe o maior volume de detritos da cidade, poderia chegar a 500 megawatts de potência instalada. Pelos cálculos do Coppe, a transformação de 9 mil toneladas de lixo em energia seria suficiente para abastecer 1,5 milhão de residências, com consumo médio de 200 quilowatt-hora por mês.</p>
<p>A presidente da Comlurb, Ângela Nóbrega Fonte, garantiu que a empresa vai fornecer todo o material para os estudos e espera abrir o processo de licitação para a construção da usina em seis meses. “Além do que já temos feito no aterro [sanitário] de Gramacho, minimizando a emissão de<strong> gases de efeito estufa</strong>, e em Seropédica, onde será construído um aterro sanitário controlado com licenciamento ambiental, essa novidade é muito importante para a população. Isso vai trazer mais recursos para a cidade e o meio ambiente vai agradecer”, comemorou Ângela Nóbrega.</p>
<p>Edição: Vinicius Doria<br />
Fonte: <a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=79602&amp;edt=1" target="_blank">(Envolverde/Agência Brasil)</a></p>


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		<title>Problemas ambientais: Hidrelétrica de Belo Monte</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 19:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artigo abaixo fala sobre os problemas ambientais que serão derivados da construção da Hidrelétrica de Belo Monte no Pará. Dá o que pensar! Muito dinheiro será gasto nesta construção, e é óbvio que existirão impactos ambientais negativos e outros positivos.
É impossível que o processo de licenciamento ambiental desta obra tenha realmente previsto todos os [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo abaixo fala sobre os <strong>problemas ambientai</strong>s que serão derivados da construção da Hidrelétrica de Belo Monte no Pará. Dá o que pensar! Muito dinheiro será gasto nesta construção, e é óbvio que existirão impactos ambientais negativos e outros positivos.</p>
<p>É impossível que o processo de <strong>licenciamento ambienta</strong>l desta obra tenha realmente previsto todos os cenários que podem ocorrer, mas nem todos os estudos do mundo poderiam prever isso. A questão central é o que queremos, se queremos mais conforto, mais desenvolvimento, mais dinheiro sujo desviado de obras, então vamos construir mais hidrelétricas!</p>
<p>Mas se quiséssemos menos impactos ambientais, todo este dinheiro de Belo Monte poderia ser investido em eficiência energética e matrizes de energia renovável, como parques éolicos!</p>
<p><em>Belo Monte: solução burra para a <strong>geração de energia</strong> no Brasil</em></p>
<p><em>“Belo Monte é uma resposta medíocre para o desafio de gerar energia para o país”, diz Marcelo Furtado, diretor executivo do Greenpeace no Brasil.</em></p>
<p>Do ponto de vista ambiental, ela repete erros que o país cometeu no passado, alagando áreas de floresta relevantes para construir mega hidrelétricas. Itaipu afogou o Parque Nacional de Sete Quedas na década de 1970. Quarenta anos depois, Belo Monte vai provocar um<strong> desmatament</strong>o de 50 mil hectares em zona de mata, ainda razoavelmente conservada, em pleno coração da Amazônia.</p>
<p>O processo de liberação da obra mostra também como o<strong> licenciamento ambienta</strong>l no Brasil andou para trás. Danem-se as necessidades técnicas e científicas do pessoal do Ibama que analisa os impactos de grandes obras no Brasil. Os recentes governos brasileiros fizeram muito para desacreditar o trabalho que envolve o licenciamento de grandes obras. Lula levou esse comportamento ao extremo e o transformou em refém dos seus desejos.</p>
<p>É Lula, e não a lei, quem agora define seus prazos. Qualquer resistência é recebida pelo presidente e seus ministros com uma ironia burra acerca da complexidade do trabalho dos técnicos. O argumento central é que a conservação da natureza atravanca o desenvolvimento. As 40 condicionantes impostas pelo <strong>Ibama</strong> para mitigar os e<strong>feitos ambientais</strong> da obra apenas aliviam os imensos impactos sociais e ambientais da obra. E seriam dispensáveis se o governo recobrasse os sentidos e percebesse que Belo Monte é uma obra desnecessária.</p>
<p>“Belo Monte também é símbolo de uma visão de desenvolvimento defasada”, prossegue Furtado. “Ela não agrega novas<strong> tecnologias</strong>, não embica o país para o futuro. É uma obra de cimento e aço, típica do século que passou. Além de antiga, Belo Monte, ela vai operar com um alto nível de ineficiência.” Longe dos principais mercados consumidores do país, a energia gerada em Belo Monte terá de ser enviada às regiões Sul e Sudeste do Brasil, produzindo enormes perdas.</p>
<p>Um estudo do Greenpeace realizado em 2007 com a assistência do Grupo de Energia da Universidade Politécnica da USP (GEPEA &#8211; USP) mostra que é possível atender à demanda de energia do país até 2050 com investimentos em geração que passem ao largo de tecnologias de grande impacto ambiental, como grandes <strong>hidrelétricas</strong>, usinas nucleares e termelétricas movidas a carvão ou óleo diesel. A ausência desses dinossauros energéticos seria suprida com a utilização de fontes de geração de energia renováveis modernas como eólica, biomassa e solar.</p>
<p>O cenário desse estudo aponta para uma produção de energia em 2050 em que a geração hidrelétrica responderia por 38% das necessidades do país. O restante viria de biomassa em suas diferentes formas de cogeração (cascas e bagaço, óleos vegetais e biogás), com 26% da geração total. A <strong>energia eólica</strong> entraria com 20% da geração e os painéis fotovoltaicos contribuiriam com 4%.</p>
<p>A matriz seria complementada com 12% de geração termelétrica a gás natural – que apesar de mais poluente do que qualquer geração renovável, ainda representa uma redução de emissão em relação às termelétricas a carvão e óleo combustível, completamente eliminadas da matriz nesse estudo do Greenpeace, juntamente com os reatores nucleares.</p>
<p>Além de claros<strong> benefícios ambientais</strong>, o estudo conclui uma matriz com esse perfil, mais moderno e menos dependente de apenas um tipo de geração de energia, também traria benefícios econômicos para o país, uma vez que seu custo completo, de R$ 537 bilhões, é R$ 117 bilhões aos cálculos do custo da matriz de referência usada pelo governo em seu Plano Nacional de Energia (PNE) para 2030.</p>
<p>No lugar de uma Belo Monte na Amazônia, o Brasil deveria por exemplo investir na criação de uma <strong>Belo Monte</strong> de vento no Nordeste, que gerasse empregos mais condizentes com o século 21 e desenvolvimento industrial de baixo carbono e alta qualidade.</p>
<p><strong>“A usina de Belo Monte é uma prova, sobretudo, de como o Brasil enxerga o futuro pelo espelho retrovisor</strong>”, diz Furtado. “Ao invés de pensar a Amazônia como uma região para a expansão de mega usinas hidrelétricas, o governo deveria planejar o seu desenvolvimento de olho na floresta como um ativo de interesse mundial, que tem influência fundamental para o futuro da regulação do clima no planeta e que presta óbvios serviços ambientais à agricultura nacional.”</p>
<p>Fonte: Envolverde/Greenpeace</p>
<div><span style="font-family: Tahoma, Arial, sans-serif; line-height: normal; font-size: 11px;"><span style="color: #1e9b10;">©</span> <strong>Copyleft</strong> &#8211; É livre a reprodução <span style="text-decoration: underline;">exclusivamente</span> para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</span></div>


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