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	<title>Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções. &#187; Materiais tóxicos</title>
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	<description>Informação para um mundo melhor! Idéias para o desenvolvimento sustentável!</description>
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		<title>Componentes tóxicos em cosméticos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde pública]]></category>
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		<description><![CDATA[O Projeto Story of Stuff demonstra e comenta sobre vários problemas ambientais encontrados no cotidiano. Em seu vídeo mais recente foi analisado o problema dos componentes tóxicos nos cosméticos, algo que todos consideram seguros e na maioria das vezes nem imaginam que possam fazer mal.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Story of Stuff demonstra e comenta sobre vários <strong>problemas ambientais</strong> encontrados no cotidiano. Em seu vídeo mais recente foi analisado o problema dos <strong>componentes tóxicos</strong> nos <strong>cosméticos</strong>, algo que todos consideram seguros e na maioria das vezes nem imaginam que possam fazer mal a <strong>saúde</strong>.</p>
<p>Segue o vídeo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pfq000AF1i8?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/pfq000AF1i8?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>


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		<title>Dicas para aumentar a vida útil de suas baterias.</title>
		<link>http://www.problemasambientais.com.br/residuos-solidos/dicas-para-aumentar-a-vida-util-de-suas-baterias/</link>
		<comments>http://www.problemasambientais.com.br/residuos-solidos/dicas-para-aumentar-a-vida-util-de-suas-baterias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 15:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[lixo eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais tóxicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas para usuarios de notebooks para preservar a bateria.


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><span style="font-weight: normal; font-style: normal;">Segue uma sequência de dicas para usuários de notebooks, para estender a vida útil e reduzir a produção de resíduos.</span></em></strong></p>
<p><em></p>
<ol>
<li><span style="font-style: normal;">Sempre que possível, conecte o computador a uma tomada elétrica, pois a vida útil da bateria é determinada, em grande parte, pelo número de vezes em que ela é usada e recarregada. Para evitar que a bateria apresente falhas por ficar muito tempo sem uso, é interessante utilizar a carga completa, no mínimo uma vez por semana.</span></li>
<li>O tempo de operação da bateria varia de acordo com as condições operacionais. Ela diminui consideravelmente quando é executado certas operações, como por exemplo:<br />
- Uso de unidades ópticas, especialmente unidades de DVD e CD gravável.<br />
- Uso de dispositivos de comunicação sem fio (wireless e bluetooth).<br />
- Uso da placa de rede<br />
- Uso de Placas de PCMCIA e ExpressCard<br />
- Uso de dispositivos USB<br />
- Uso de configurações de maior brilho para a tela, proteções de tela em 3D ou outros programas com consumo elevado de energia, como jogos em 3D.<br />
- Operação do computador no modo de desempenho máximo.<br />
Coloque o computador no modo de espera, no modo de hibernação ou desligado quando não for utilizá-lo por um longo período.</li>
</ol>
<p></em></p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Resíduos radioativos também são um problema</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 11:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lixo Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição Marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Resíduos Nucleares]]></category>

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		<description><![CDATA[Os resíduos provenientes das operações nucleares são extremamente contaminantes, na maioria das vezes não podem ser tratados, exigindo que sejam dispostos na natureza. Se essa disposição final não for realizada corretamente, corre-se um risco grande de contaminar todo o ambiente ao redor. Uma padronização nesta disposição, adotada por todos os países que produzem resíduos radioativos, [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os resíduos provenientes das operações nucleares são extremamente <strong>contaminantes</strong>, na maioria das vezes não podem ser tratados, exigindo que sejam dispostos na natureza. Se essa disposição final não for realizada corretamente, corre-se um risco grande de contaminar todo o ambiente ao redor. Uma padronização nesta disposição, adotada por todos os países que produzem resíduos radioativos, pode minimizar esses problemas.</p>
<p><a href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=67585&amp;edt=30" target="_blank">Especialistas alertam para os perigos do lixo nuclear</a></p>
<p>Por Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.</p>
<p>Aiea diz que falta aproximação internacional mais uniforme para resolver a questão dos <strong>resíduos radioativos</strong>; norma global de segurança tem sido desenvolvida nos últimos três anos.</p>
<p>O lixo nuclear e os métodos de <strong>disposição de resíduos</strong> é um dos problemas mais urgentes do setor.</p>
<p>Segundo o chefe do escritório de Resíduos e Segurança Ambiental da Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, Didier Louvat, soluções técnicas existem e são seguras mas ainda falta uma aproximação internacional mais uniforme para resolver a questão.</p>
<p><strong>Resíduos<br />
</strong><br />
O assunto foi debatido durante conferência internacional na cidade do Cabo, na África do Sul, que reúne até sexta-feira, 18 de dezembro, especialistas em <strong>segurança nuclear</strong> e radiação de várias regiões do mundo.</p>
<p>O representante da Aiea fala em benefícios para uma abordagem mais homogênea em relação aos resíduos nucleares, já que dezenas de países avançam para o licenciamento de instalações de armazenamento geológico.</p>
<p>Um padrão internacional de medidas de segurança para o <strong>lixo radioativo</strong> tem sido desenvolvido nos últimos três anos, e sua aprovação e adoção está prevista ainda para o final de 2009.</p>
<p><strong>Norma</strong></p>
<p>A norma abrange a disposição de lixo nuclear perto de superfícies de qualquer tipo, incluindo as consideradas de baixo nível radioativo e para o processamento de mineração e minerais.</p>
<p>A medida também trata dos resíduos de nível intermediário e alto, colocados em profundidade a centenas de metros abaixo do solo. A Aiea afirma que vai preparar um guia adicional de segurança sobre o assunto.</p>
<p>Para ouvir esta notícia clique em: <a href="http://downloads.unmultimedia.org/radio/pt/real/2009/0912171i.rm" target="_blank">http://downloads.unmultimedia.org/radio/pt/real/2009/0912171i.rm</a> ou acesse:<a href="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/174050.html" target="_blank">http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/174050.html</a></p>
<p><a href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=67585&amp;edt=30" target="_blank">(Envolverde/Rádio ONU)</a></p>


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		<title>Analfabetismo Científico e os Problemas Ambientais</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8230; As conseqüências do analfabetismo científico são muito mais perigosas em nossa época do que em qualquer outro período anterior. É perigoso e temerário que o cidadão médio continue a ignorar o aquecimento global, por exemplo, ou a diminuição da camada de ozônio, a poluição do ar, o lixo tóxico e radioativo, a chuva ácida, a [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8230; As conseqüências do analfabetismo científico são muito mais perigosas em nossa época do que em qualquer outro período anterior. É perigoso e temerário que o cidadão médio continue a ignorar o <strong>aquecimento global</strong>, por exemplo, ou a diminuição da camada de ozônio, a <strong>poluição do</strong><strong> ar, o lixo tóxico e radioativo, a chuva ácida, a erosão</strong> da camada superior do solo, o desflorestamento tropical, o crescimento exponencial da população&#8230;</p>
<p>Carl Sagan, &#8220;O mundo assombrado pelos demônios&#8221;, Companhia das Letras, 1997</p></blockquote>
<p>Conhecer o que acontece em nosso planeta faz parte da solução dos <strong>problemas ambientais</strong> que nos afligem. O aquecimento global, a poluição marinha, a disposição incorreta dos resíduos sólidos nos solos e o consumismo desenfreado causam impactos, e são agravados por eles mesmos, num círculo vicioso, e completamente distante do conceito de <strong>desenvolvimento sustentáve</strong>l.</p>
<p>Ignorar o que acontece (o tal do analfabetismo científico citado por Sagan) pode parecer a solução mais fácil, pois dispensa-nos das resposabilidades pelo que fizemos e fazemos na nossa casa, no nosso <strong>planeta TERRA</strong>. Mas não é a solução correta, como a consciência de cada um diz.</p>
<p>O correto é erguer a cabeça, aceitar nossos deveres, e lutar para resolver  os<strong> problemas</strong> ainda passíveis de solução. Mesmo em pequenos gestos, com pequenas mudanças na nossa rotina, podemos fazer algo para mudar nosso <strong>futuro comum</strong>.</p>


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		<title>Perguntas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 20:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais tóxicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autora: Profa. Dra. Sônia Hess (Professora da UFMS)
Em outubro de 2009 quando, supostamente, a ciência já explica muito sobre o desencadeamento de doenças em decorrência da exposição a materiais tóxicos presentes no ambiente, presenciei quando um trabalhador usava um solvente (“thinner”) contendo benzeno e tolueno, para retirar resíduos de cola de uma forração de parede. [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Autora: Prof<sup>a</sup>. Dr<sup>a</sup>. Sônia Hess (Professora da UFMS)</p>
<p>Em outubro de 2009 quando, supostamente, a ciência já explica muito sobre o desencadeamento de doenças em decorrência da exposição a materiais tóxicos presentes no ambiente, presenciei quando um trabalhador usava um solvente (“thinner”) contendo benzeno e tolueno, para retirar resíduos de cola de uma forração de parede. Expliquei a ele que aquele material era perigoso, e que ele poderia ter sérios problemas de saúde devido à inalação daqueles vapores. Ele falou que já não estava se sentindo bem, e que não sabia que poderia haver correlação entre o uso daquele material e a tontura e mal estar que estava sentindo.</p>
<p>No dia seguinte, um vizinho me contou que teve que se desfazer de alguns móveis que haviam sido deteriorados pela ação de cupins, e que havia contratado o porteiro do prédio para aplicar veneno em sua casa, na tentativa de eliminar os insetos.</p>
<p>Pergunta-se: se conhecessem todos os danos e dores associados aos produtos que compram, os consumidores manteriam seu padrão de consumo?</p>
<p>Se presenciassem o sofrimento dos animais, percebessem os odores e sons dos criadouros e abatedouros onde estes seres são torturados e mortos, será que continuariam a consumir carne?</p>
<p>Se também fossem banhados por venenos agrícolas aplicados em grandes plantações industriais, e se tivessem que consumir água contendo seus resíduos, será que não lutariam para que os alimentos fossem produzidos de forma orgânica?</p>
<p>Se tivessem que, por um dia sequer, cortar cana-de-açúcar sob um sol escaldante, portando roupas pesadas, e respirando a fuligem resultante da queima, será que não iriam querer que seus carros fossem abastecidos com um combustível produzido de forma menos cruel?</p>
<p>E se soubessem que milhares de pessoas morrem por ano no Brasil devido à exposição aos poluentes resultantes da queima da gasolina e do diesel, e que tais mortes poderiam ser evitadas se estes combustíveis tivessem melhor qualidade, será que não exigiriam que a Petrobras fosse punida por tais mortes e que oferecesse aos brasileiros produtos com qualidade igual aos que são fornecidos aos japoneses e europeus?</p>
<p>Se visitassem uma carvoaria, e vissem que árvores nativas são processadas em fornos rudimentares, por trabalhadores ultrajados e maltratados, será que iriam querer comprar geladeiras, fogões e outros eletrodomésticos contendo aço produzido em siderúrgicas brasileiras, que usam carvão vegetal como matéria-prima?</p>
<p>Se soubessem que mais de 60% do lixo urbano é constituído por resíduos orgânicos, que poderiam gerar adubos e biogás, será que não estariam dispostos a separá-los dos demais, para que tivessem o tratamento adequado?</p>
<p>Jogariam plásticos na rua ou no lixo, se pensassem em todo o seu processamento industrial, que inclui, pelo menos: &#8211; extração em plataformas de petróleo; &#8211; transporte até refinarias; &#8211; transporte e transformação em indústrias petroquímicas; &#8211; transporte para uso em indústrias de produtos manufaturados, incluindo embalagens; &#8211; e transporte até os revendedores e consumidores finais?</p>
<p>Continuariam tratando vidro, papéis e metais com displicência, se conhecessem, plenamente, todos os custos e danos envolvidos na sua produção?</p>
<p>Comprariam alimentos industrializados contendo nitratos e nitritos como conservantes (códigos PVII e PVIII), sabendo que estes são comprovadamente carcinogênicos, como muitos outros componentes de cosméticos, detergentes e outros produtos de amplo emprego?</p>
<p>Em um caso elucidativo, também em outubro de 2009, um juiz decidiu contrariamente ao pedido de uma comunidade do interior da Bahia, para que fossem encerradas as atividades de uma mineradora de urânio (da INB, uma empresa estatal), devido à contaminação da região por materiais radioativos. Apesar de laudos terem comprovado que há materiais radioativos no ar e na água fornecida à população próxima à mina, o juiz alegou que não havia provas conclusivas sobre os riscos à saúde associados àquela mineradora. Será que, se morasse na localidade sob influência direta daquela mina, e tivesse que consumir a mesma água fornecida à comunidade local, a decisão daquele juiz teria o mesmo teor?</p>
<p>É importante ressaltar que as autoridades da área de saúde têm relatado que, no Brasil, o câncer constitui-se em uma epidemia que, em 2007, ocasionou a maior parte das mortes de mulheres com 30 a 49 anos, e que esta também foi a segunda maior causa dos óbitos de pessoas com mais de 50 anos. Levando-se em conta os dados científicos que apontam que mais de 80% dos casos desta doença são desencadeados por fatores de risco presentes no ambiente, há de se perguntar por que é que autoriza-se a adição de substâncias reconhecidamente carcinogênicas a alimentos industrializados (como o adoçante aspartame, os conservantes de carnes nitratos e nitritos (PVII e PVIII), entre outros?). E por que é que as águas de abastecimento não são submetidas a controle de qualidade para garantir-se que não contenham materiais capazes de desencadear o câncer?</p>
<p>Percebe-se que, para evitarem que perguntas desta natureza sejam feitas, e suas inconvenientes respostas encontradas, os sistemas político e econômico usam de meios bastante eficientes para manterem adormecidas as mentes dos consumidores, que terceirizam suas culpas e omitem suas dúvidas. Até quando?</p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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