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Processos geradores de elfuentes comumente utilizados na indústria

Existem processos que são comumente utilizados na indústria que são grandes geradores de efluentes líquidos (descarte de água contaminada) e portanto possuem grande potencial poluidor e de geração de impactos ambientais e poluição.

 Processos comumente utilizados na indústria, que são geradores de efluentes:

• Decapagem química

  • Diversos processos de fabricação que envolvem partes metálicas incluem uma etapa de remoção de produtos da corrosão depositados sobre as mesmas.
  • Isto é feito pela imersão destas partes metálicas num banho de uma solução aquosa ácida (ácido sulfúrico) ou básica (hidróxido de sódio).
  • Após, se faz necessário uma lavagem para remover o residual ácido ou cáustico.
  • No caso de banho de ácido sulfúrico para a decapagem de metais ferrosos, parte do ferro é dissolvido no ácido na forma de FeSO4, que acaba por comprometendo a efetividade do banho.
  • O banho pode ser trocado totalmente ou de forma gradativa gerando a necessidade de tratamento da solução gasta.
  • O tratamento envolve neutralização e precipitação dos metais dissolvidos devendo-se ter o cuidado de garantir a completa precipitação dos metais antes da lançamento do efluente.
  • Assim como em outros processos de imersão, deve-se ter cuidado com o “dragout”, isto é, parcela da solução de decapagem que deixam o sistema aderidas as peças.

• Desengraxe com vapor

  • Industrias que trabalham, conformam, niquelam ou soldam metais, estão sempre aplicando às superfícies metálicas e, então removendo, substâncias que contenham óleos e graxas.
  • Na remoção destas substâncias pode ser utilizada a técnica do desengraxe com vapor, entre outros (por exemplo lavagem com solução cáustica quente com ou sem detergente).
  • O processo de desengraxe com vapor consiste dos seguintes elementos:
  1. Tanque aquecido para conter e volatilizar a substância desengraxante líquida;
  2. Câmara aberta para conter os vapores acima do tanque aquecido;
  3. Sistema de condensação de vapores;
  4. Sistema de cestas ou ganchos que transportem as peças a serem desengraxadas pelo ambiente acima do tanque aquecido.
  • Substâncias desengraxantes líquidas usadas: cloreto de metileno, metilclorofórmio, percloroetileno, tricloroetileno, tricloroeteno, percloroetano, propilbrometo, etc.
  • Diversas fontes de contaminação do banho quente acabam por tornar necessária a sua troca (banho gasto), são elas:
  1. Substância desengraxante contaminada que retorna ao tanque;
  2. Água condensada no ar ambiente;
  3. Água contida no dragout de processos anteriores;
  4. Água que permaneceu no tanque após sua lavagem;
  5. Vazamentos de radiadores de água e de vapor.
  • Periodicamente é necessário esvaziar o tanque, retirando-se a borra de fundo e tratando-se o banho gasto para disposição final.
  • A melhor forma de dispor do banho gasto é fazendo-se a recuperação da substância desengraxante original (destilação fracionada).
  • O que sobra da destilação fracionada, e a borra de fundo devem ser incineradas ou colocadas em aterros de resíduos perigosos.
  • Deve-se ter o cuidado de não colocar diretamente em aterros de resíduos perigosos o banho gasto (quando não tratado), por causa de suas propriedades tóxicas e por ser praticamente impossível garantir a sua contenção.

• Enxágüe

  • Processo comum em muitos processos de fabricação.
  • Tipicamente, partes e peças que passam por etapas de fabricação de onde emergem de banhos, acabam passando também por um banho de água para remover os resíduos do processo anterior.
  • Comumente se tem 3 enxágües em seqüência, com um sistema de lavagem contra-corrente.
  •  Exemplo de um processo de enxágüe em galvanoplastia.
  • Tratamento dos banhos gastos (niquelamento ou de lavagem) envolve a remoção das substâncias usadas no processo de galvanoplastia, além dos íons dissolvidos do objeto sendo trabalhado.

novembro 8, 2013   No Comments

Qual a definição de poluição dos solos e principais fontes poluentes?

Definição: A poluição dos solos é qualquer alteração provocada nas suas características originais pela introdução de produtos químicos ou resíduos, de forma que ele se torne prejudicial ao homem e a outros organismos ou ainda tenha os seus usos prejudicados.

As principais fontes de poluição dos solos ou fontes poluentes dos solos são:
- utilização de fertilizantes artificiais;
- aplicação de pesticidas;
- lançamento de resíduos sólidos (lixo);
- disposição de esgoto no solo.

abril 28, 2012   No Comments

Descarte de lixo eletrônico em Campo Grande, MS

O lixo eletrônico possui grande potencial poluidor, pois em sua composição estão muitos metais pesados e componentes tóxicos. Assim, o seu descarte deve ser feito em locais que irão dar a destinação correta para cada tipo de resíduo, pois alguns podem ser reciclados e outros não.

Segue uma sugestão de onde descartar resíduos eletrônicos em Campo Grande, MS:

Onde levar lixo eletrônico em Campo Grande, MS?

novembro 11, 2011   No Comments

Como resolver os engarrafamentos e o trânsito? Problemas ambientais das cidades

O trânsito e os engarrafamentos são grandes problemas ambientais dos grandes centros urbanos de todo o mundo, e são responsáveis pela morte de milhares de pessoas no mundo todo, todos os anos, devido a poluição do ar, a qual causa uma série de doenças.

Assim, diminuir o número de carros nas cidades é muito importante, e isto pode ser feito através de transporte público eficiente e de preferência não poluente, mas também através de iniciativas simples, como:

- Planeje o seu trajeto antes de sair para andar menos e poluir menos.

- Mantenha seu carro com boa manutenção, para diminuir as emissões. Principalmente se seu veículo é movido a diesel. O diesel é extremamente poluente se o motor não estiver bem regulado.

- Vá a pé ou de bicicleta para o trabalho.

- Combine um sistema de carona com os seus colegas, como o site caronetas.

Saiba mais sobre a iniciativa do Caronetas – Caronas inteligentes:

Caronetas é um site de caronas que integra colaboradores de empresas e centros comerciaiscom trajetos similares,compartilhando custos e ajudando o trânsito e o meio ambiente.

Após o cadastro e a aprovação da empresa, seus colaboradores podem se inscrever, sendo aprovados pelo e-mail corporativo ou por um responsável, aumentando a segurança. O cadastro é gratuito para a empresa e para o usuário.

http://caronetas.com.br/

Moral da história: trabalhar por cidades menos poluídas e mais limpas é um dever de todos!

outubro 9, 2011   No Comments

Poluição Ambiental – conceito e importância do tema

A poluição ambiental é qualquer alteração de um ambiente (ar, água e solo) que resulte em prejuízos aos organismos vivos ou prejudique um uso deste ambiente.

Os impactos ambientais são consequência das ações do homem, da interação entre o homem e o meio ambiente.

A definição de impactos ambientais é “cadeia de efeitos que se produzem no meio natural e social (antrópico), como consequência de determinada ação.”

Os impactos ambientais podem ser reversíveis ou irreversíveis, positivos ou negativos, diretos ou indiretos, temporários, permanentes ou cíclicos.

A pesquisa cientifica sobre a natureza e biodiversidade é muito importante, para que o homem compreenda como os recursos naturais se recuperam antes de utilizá-los.

abril 28, 2011   1 Comment

Impacto do derramamento de petróleo em organismos aquáticos amazônicos será avaliado por pesquisa do INPA

É uma pena que a avaliação dos impactos provocados pelos empreendimentos seja feita depois, e não antes. Porém, estudos desse tipo são louváveis, pela dedicação e esforço que exigem, e grande contribuição que trazem para a ciência.

Estudo avaliará impacto de derramamento de Petróleo em organismos aquáticos amazônicos

Por Wallace Abreu, do Inpa

A área estudada é explorada para obtenção de petróleo e gás natural.

Avaliar a toxidade do petróleo e do petróleo dispersado nas águas branca e preta da região amazônica e os efeitos destes sob o Tambaqui (Colossoma macropomum) são os principais objetivos da tese de doutorado de Helen Sadauskas Henrique, intitulada “Aspectos ecofisiológicos e ecomorfólógicos da espécie Colossoma macropomum exposta ao petróleo e ao petróleo quimicamente dispersado em água branca e preta da Bacia Amazônia”.

A pesquisa será realizada pelo Programa de Pós Graduação em Ecologia (PPG-Eco) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), sob orientação da pesquisadora Vera Val do Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (LEEM) e co-orientação de Marisa Narciso Fernandes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

“O estudo contribuirá com importantes informações para futuros planos de manejo e conservação de recursos naturais. Esperamos fazer uma revisão geral dos dados gerados em laboratório e coletados em campo, a fim de traçar perspectivas de manejo ambiental e tomada de decisões frente a possíveis efeitos em grande escala de derrames de petróleo, levando em consideração a crescente exploração de petróleo na região”, comenta Helen.

De acordo com Helen, serão realizadas pesquisas em laboratório e coleta em campo nas proximidades da Província Petrolífera do Urucu (PPU), localizada no município de Coari, interior do Amazonas. “Esta área é uma das maiores responsáveis pela produção de gás natural e petróleo do país. Tanto os rios de água preta quanto os rios de água branca estão propícios aos efeitos de derramamentos crônicos ou agudos de petróleo”, afirma.

A doutoranda declara que o tambaqui foi escolhido como espécie modelo por quatro motivos: presença nos dois ambientes a serem estudados, grande importância econômica, alta sensibilidade ao petróleo, e existência de pesquisas sobre os efeitos do petróleo na espécie. O início das pesquisas de laboratório está previsto para começar a partir do ano que vem.
Fonte: (Envolverde/Inpa)

dezembro 16, 2010   No Comments

24 de novembro é o Dia do Rio. Vamos preservar!

Rio, riacho, ribeirão, córrego, curso d’água. Até mesmo quem não cresceu perto de um rio reconhece a importância deste recurso hídrico, tanto para consumo, quanto para prática de atividades de aventura, pesca, geração de energia, etc. Um rio considerado próprio para banho é quase sinônimo de diversão e lazer. O Brasil é privilegiado neste quesito e conta com bacias hidrográficas relevantes, como a Bacia do Paraná e do Paraguai, além de abrigar o Rio Amazonas, considerado o maior rio do mundo.

Para preservar a qualidade da água dos rios é necessário que as Matas Ciliares sejam preservadas. Localizadas nas margens de rios, lagos, represas e nascentes, contribuem para diminuir a erosão nas margens, facilitam a infiltração da água das chuvas no solo e melhoram a qualidade das águas. Sua importância é tamanha, que as áreas de matas ciliares são consideradas Áreas de Preservação Permanente – APP, pelo Código Florestal.

Pelo Código Florestal, todas as nascentes devem ter 50 metros de matas ciliares preservadas, e rios até 50 metros de largura devem ter 30 metros de matas ciliares. A largura da mata ciliar cresce conforme aumenta a largura do rio, chegando até o mínimo de 500 metros de APP nos rios com mais de 600 metros de largura.

Outro ponto importante na preservação dos recursos hídricos são os limites de lançamento de resíduos pelas indústrias e cidades. Por muito tempo o lançamento era indiscriminado, porém nas últimas décadas foram publicadas leis e resoluções que definem limites para os lançamentos, de maneira que os recursos hídricos não sejam afetados de maneira irreversível, e possam se recuperar naturalmente.

Um grande ganho se deu com a aprovação da Lei que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) e a criação da Agência Nacional de Águas (ANA) em 200, que tem como um dos objetivos gerir os recursos hídricos e promover o uso sustentável da água.

O próprio Dia do Rio, comemorado anualmente no dia 24 de novembro, foi instituído como um alerta para a escassez da água no planeta e para incentivar ações de preservação e proteção desse recurso natural.

dezembro 1, 2010   No Comments

Aproveitamento de lixo para gerar energia elétrica

Os resíduos que produzimos podem ser reaproveitados para inúmeras atividades. Além da mais conhecida reciclagem de papeis, plásticos e metais, o reaproveitamento dos resíduos orgânicos gera inúmeros subprodutos, como adubos, fertilizantes, e energia elétrica!

Rio pode ter usina para transformar o lixo dos cariocas em energia elétrica

Por Carolina Gonçalves, da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe) começa a elaborar a proposta de construção de uma usina para transformar o lixo da capital fluminense em energia elétrica. O anúncio foi feito hoje (17) pelo coordenador técnico do projeto e pesquisador do Coppe, Luciano Basto, durante a assinatura do convênio entre o instituto e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb).

Com o acordo, pesquisadores das duas instituições vão analisar a viabilidade técnica e ambiental da instalação de uma unidade de tratamento no bairro do Caju, na zona portuária da cidade, por onde passa metade do lixo produzido pelos fluminenses. Luciano Basto acredita que o estudo, com o cálculo de custos e identificação de tecnologia, seja entregue à prefeitura do Rio em dois meses.

“O investimento pode ser até mais caro do que as tradicionais soluções para destinação de lixo e oferta de eletricidade. Mas como lixo é um combustível a custo negativo, pelo qual a sociedade paga para se livrar do problema, e o tratamento energético do lixo evitaria emissões de gases de efeito estufa, essas receitas adicionais podem ser contabilizadas como benefícios para esse tipo de aproveitamento energético”, estimou o pesquisador.

Basto disse ainda que o aproveitamento energético seria de 100%, considerando que a usina será instalada dentro da cidade, diferente, segundo ele, das hidrelétricas que atendem 80% da matriz energética do país. Por estarem distantes dos grandes centros urbanos, as hidrelétricas registram perda de cerca de 15% da eletricidade gerada.

Atualmente, o Rio de Janeiro produz 9 mil toneladas de lixo por dia. Os detritos são encaminhados a três estações de transferência da cidade: Caju (zona portuária), Irajá (zona norte) e Jacarepaguá (zona oeste). Dessas estações, o lixo é transportado para dois aterros sanitários.

A usina na estação do Caju, que recebe o maior volume de detritos da cidade, poderia chegar a 500 megawatts de potência instalada. Pelos cálculos do Coppe, a transformação de 9 mil toneladas de lixo em energia seria suficiente para abastecer 1,5 milhão de residências, com consumo médio de 200 quilowatt-hora por mês.

A presidente da Comlurb, Ângela Nóbrega Fonte, garantiu que a empresa vai fornecer todo o material para os estudos e espera abrir o processo de licitação para a construção da usina em seis meses. “Além do que já temos feito no aterro [sanitário] de Gramacho, minimizando a emissão de gases de efeito estufa, e em Seropédica, onde será construído um aterro sanitário controlado com licenciamento ambiental, essa novidade é muito importante para a população. Isso vai trazer mais recursos para a cidade e o meio ambiente vai agradecer”, comemorou Ângela Nóbrega.

Edição: Vinicius Doria
Fonte: (Envolverde/Agência Brasil)

agosto 24, 2010   4 Comments

Pesquisa Você e o Meio Ambiente

Em pesquisa realizada entre os dias 26 de novembro e 01 de dezembro, em 2009, através de convites por e-mail pelo site Problemas Ambientais obteve resultados interessantes sobre o comportamento e as opiniões do público alvo perante algumas questões ambientais.

O público alvo foram pessoas com nível superior, ou pós graduação, com formação relacionada com a área ambiental. A idade média foi de 20 a 30 anos, com divisão igual entre sexos.

Em sua maioria, os entrevistados demonstram grande preocupação com as mudanças climáticas, e procuram conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar do meio ambiente.

Apesar disso, analisando as atividades ambientalmente corretas adotadas pelos entrevistados, nota-se que as mais corriqueiras são aquelas que demandam pouco esforço, e quase nenhum gasto extra (na maioria das vezes, economizando), como demonstrado no gráfico abaixo:

Atitudes que envolvem grandes custos iniciais não são adotadas pela maioria, como usar aquecedor solar. Assim como atitudes que envolvem significativo aumento no orçamento, como comprar produtos de origem local. Hábitos de conveniência, como a facilidade do transporte por automotores, retirar carregadores da tomada quando não estão em uso, ou recusar sacolas plásticas, apresentam equilíbrio entre quem faz ou não. Talvez pela época de transição de hábitos mais impactantes para hábitos mais responsáveis ambientalmente.

Uma das ferramentas mais eficientes para incentivar os hábitos ecológicos é através das campanhas em diversas mídias, como jornais, revistas e etc. Alguns comportamentos, como recusar produtos embalados no isopor, não são atitudes incentivadas nestas campanhas, e, talvez por isso seja baixa a porcentagem de pessoas a adotar essa atitude.

A maioria dos entrevistados, cerca de 74%, aceitaria pagar mais por um produto ecologicamente sustentável, mas os comentários indicam que o valor pago a mais não poderia ser abusivo, menos de 10% do valor do produto.

Quanto a neutralização de carbono, a maioria aceitaria pagar para neutralizar suas emissões, mas um valor baixo, menos de R$ 100,00 por ano.

Conclusão

As pessoas estão preocupadas com as mudanças climáticas, e tem consciência dos impactos que causam ao meio ambiente. Por isso, aos poucos passam a adotar algumas atitudes pró-ativas com relação ao tema. Nota-se que as ações bombardeadas pela mídia são mais adotadas, e que apesar da preocupação e a da postura pró-ativa, o fator limitante é o custo, e o grande esforço demandado por algumas das atitudes. Por outro lado, atitudes que representem economia ou corte de custos, também são as primeiras a serem adotadas.

O público alvo da pesquisa tem em sua grande maioria formação na área ambiental, e por isso, espera-se que para a grande massa obtenham-se opiniões diferentes, e principalmente, que as atitudes ambientalmente sustentáveis sejam adotadas pela minoria apenas.

maio 14, 2010   3 Comments

Derramamento de óleo

Com informações do G1 notícias

O derramamento de óleo é uma grande catástrofe ambiental que atinge os oceanos desde o início do século. Estes derramamentos acontecem por diversos motivos: acidentes com navios petroleiros, rompimento de cascos, e mais recentemente com a explosão de uma plataforma de petróleo no Golfo do México.

Os impactos ambientais de um derramamento de óleo são enormes, a mancha de óleo se propaga pelo mar, matando milhares de peixes, aves e corais, além de contaminar a água.

Sobre a explosão da plataforma no golfo do méxico que ocorreu no final de Abril de 2010:

Cinco mil barris (quase 800 mil litros) de petróleo jorram diariamente no mar do Golfo do México depois da explosão de uma plataforma, na semana passada. O vazamento é cinco vezes maior que o previsto e foi considerado catástrofe nacional pelo governo norte-americano.

Até agora os esforços para conter o avanço da mancha, que incluem até uma barreira de lona, foram insuficientes. O governo americano reforça a ajuda à região para tentar evitar um desastre ambiental ainda maior.

Os estados do Alabama, Louisiania e Flórida declararam estado de emergência, alegando que a catástrofe é uma série ameaça ao ambiente e à economia.

Vários estados americanos estão em alerta por causa do vazamento de petróleo. Há temor de que praias e refúgios de vida selvagem sejam danificados em quatro estados. Lontras, pelicanos e outros pássaros estão no caminho da mancha de petróleo, e o serviço de preteção ambiental do país tenta proteger as espécies ameaçadas.

maio 1, 2010   9 Comments