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Resíduos de Serviços de Saúde: Classificação e Gerenciamento

Dissertação de Mestrado “ESTUDOS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE GESTÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DO
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE - CCBS/UFMS” – 2010 por Marjolly Priscilla Shinzato

Os RSS são divididos em cinco grupos em função de suas características e consequentes riscos que podem acarretar ao ambiente e à saúde (BRASIL-ANVISA, 2004; BRASIL-CONAMA, 2005):

Grupo A – Potencialmente Infectante – engloba os componentes com possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção;

Grupo B – Químico – contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, devido às características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade;

Grupo C – Radioativo – quaisquer materiais que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear;

Grupo D – Comum – resíduos que não apresentam risco biológico, químico, ou  radiológico à saúde e ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares;

Grupo E – Perfurocortante – materiais perfurocortantes ou escarificantes.

As diferentes classes de RSS devem ser gerenciadas conforme suas características, sendo que os do grupo D podem ter manejo similar aos resíduos sólidos urbanos (RSU); os do grupo C devem ser gerenciados sob a supervisão da Comissão Nacional de Energia Nuclear
(CNEN); e os resíduos pertencentes aos grupos A, E e alguns do B, os quais podem ser enquadrados na categoria dos resíduos perigosos (classe I) da NBR 10.004 (ABNT, 2004), deverão receber tratamento adequado sob a responsabilidade de suas fontes geradoras, o que
não vem acontecendo, entre outros motivos, devido ao desconhecimento e irresponsabilidade dos profissionais, quanto ao correto manejo dos RSS gerados em suas atividades.

maio 22, 2012   No Comments

Resíduos radioativos também são um problema

Os resíduos provenientes das operações nucleares são extremamente contaminantes, na maioria das vezes não podem ser tratados, exigindo que sejam dispostos na natureza. Se essa disposição final não for realizada corretamente, corre-se um risco grande de contaminar todo o ambiente ao redor. Uma padronização nesta disposição, adotada por todos os países que produzem resíduos radioativos, pode minimizar esses problemas.

Especialistas alertam para os perigos do lixo nuclear

Por Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.

Aiea diz que falta aproximação internacional mais uniforme para resolver a questão dos resíduos radioativos; norma global de segurança tem sido desenvolvida nos últimos três anos.

O lixo nuclear e os métodos de disposição de resíduos é um dos problemas mais urgentes do setor.

Segundo o chefe do escritório de Resíduos e Segurança Ambiental da Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, Didier Louvat, soluções técnicas existem e são seguras mas ainda falta uma aproximação internacional mais uniforme para resolver a questão.

Resíduos

O assunto foi debatido durante conferência internacional na cidade do Cabo, na África do Sul, que reúne até sexta-feira, 18 de dezembro, especialistas em segurança nuclear e radiação de várias regiões do mundo.

O representante da Aiea fala em benefícios para uma abordagem mais homogênea em relação aos resíduos nucleares, já que dezenas de países avançam para o licenciamento de instalações de armazenamento geológico.

Um padrão internacional de medidas de segurança para o lixo radioativo tem sido desenvolvido nos últimos três anos, e sua aprovação e adoção está prevista ainda para o final de 2009.

Norma

A norma abrange a disposição de lixo nuclear perto de superfícies de qualquer tipo, incluindo as consideradas de baixo nível radioativo e para o processamento de mineração e minerais.

A medida também trata dos resíduos de nível intermediário e alto, colocados em profundidade a centenas de metros abaixo do solo. A Aiea afirma que vai preparar um guia adicional de segurança sobre o assunto.

Para ouvir esta notícia clique em: http://downloads.unmultimedia.org/radio/pt/real/2009/0912171i.rm ou acesse:http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/174050.html

(Envolverde/Rádio ONU)

janeiro 29, 2010   No Comments