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	<title>Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções. &#187; Solos</title>
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	<description>Informação para um mundo melhor! Idéias para o desenvolvimento sustentável!</description>
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		<title>Floresta preservada tem limites de resistência a seca</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 13:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo publicado na Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos demonstra que até as florestas preservadas são afetadas pelos períodos de seca.


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado na Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos demonstra que até as florestas preservadas são afetadas pelos períodos de seca.</p>
<p><strong><em>Manaus -</em></strong><em> Um artigo publicado nesta segunda-feira na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS) comprova que as <strong>florestas preservadas</strong> são mais resistentes à seca do que áreas já degradadas, mas demonstra também que existem limites para esta resistência. O estudo oferece uma explicação sobre as divergências entre resultados de campo e dados obtidos por sensoreamento remoto sobre a <strong>absorção de carbono</strong> na Floresta Amazônia em períodos de estiagem.</p>
<p>Cientistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), da Universidade da Flórida (UF) e do Woods Hole Research Center (EUA) combinaram dados de <strong>sensoreamento remoto</strong>, com análises de campo e registros meteorológicos. Eles utilizaram um novo índice de vegetação (EVI), obtido por satélites, que demonstrou ser mais coerente com o análises de campo, feitas na Floresta Nacional do Tapajós.</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/24246-limites-da-resistencia" target="_blank">O Eco</a></p>
<p>Leia a reportagem completa <a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/24246-limites-da-resistencia" target="_blank">aqui</a>, ou veja o artigo (em inglês) <a href="http://www.pnas.org/content/early/2010/07/28/0908741107.abstract?etoc" target="_blank">aqui</a>.</p>


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		<title>Lixo que gera energia</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 12:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais problemas resultantes da ocupação humana nas cidades é a grande quantidade de<strong> lixo</strong> produzida.  Como é praticamente impossível reduzir a zero a emissão de resíduos em todas as cidades, é necessário preocupar-se em reduzir ao máximo, e em fazer uma correta disposição final do que não for reciclável . Em grandes metrópoles os investimentos necessários para construção de um aterro sanitário são vultosos, e qualquer reaproveitamento que possa ser feito é benéfico. Aproveitar os gases produzidos em decorrência da decomposição dos <strong>resíduos sólidos</strong>, para gerar energia, é uma das alternativas.</p>
<p>Energia do Lixo</p>
<p>O gás resultante da decomposição do lixo no <strong>Aterro Sanitário</strong> de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, o maior da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, será usado como combustível. Um acordo assinado entre empresas, a prefeitura do Rio e o governo do Estado prevê que 200 mil metros cúbicos diários de gás metano sejam utilizados como fonte de energia pela Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras.</p>
<p>A empresa Gás Verde processará o <strong>gás</strong> que será retirado da montanha de lixo. Ela vai separar o gás carbônico do metano. Um duto de 6 quilômetros levará o combustível até a Reduc. A previsão é que a produção se inicie até o final deste ano. Segundo a Gás Verde, a reserva de gás do aterro deverá durar pelo menos 15 anos.</p>
<p>O uso do gás, que iria parar na atmosfera, também renderá créditos no <strong>mercado internacional de carbono</strong>. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, parte do dinheiro obtido com a venda do gás será revertida para as prefeituras de Duque de Caxias e do Rio de Janeiro (operadora do aterro), a projetos ambientais e a um fundo para catadores de lixo do aterro sanitário.</p>
<p>“O Jardim Gramacho é um dos maiores aterros da América Latina. Durante 30 anos, mais de 9 milhões de pessoas colocaram lixo lá. Isso é um dos emissores de <strong>gás do efeito estufa</strong> da Região Metropolitana. Ao capturar isso e transformar em gás natural, vamos deixar de emitir centenas de milhares de toneladas de CO2″, disse Minc.</p>
<p>Segundo o ministro, essa é a primeira grande ação brasileira de combate ao <strong>aquecimento global</strong>, desde a sanção da Lei do Clima, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro de 2009. Segundo a Comlurb, empresa de limpeza urbana do Rio e responsável pelo aterro, o Jardim Gramacho deverá ser fechado em dois anos, mas a produção de gás continuará depois disso, devido ao acúmulo de lixo por anos.<br />
Por Vitor Abdala &#8211; Agência Brasil</p>
<p><strong><a onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/www.agenciabrasil.gov.br');" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/" target="_blank">Agência Brasil</a>/<a href="http://www.ecoagencia.com.br/" target="_blank">EcoAgência</a></strong></p>


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		<title>Analfabetismo Científico e os Problemas Ambientais</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8230; As conseqüências do analfabetismo científico são muito mais perigosas em nossa época do que em qualquer outro período anterior. É perigoso e temerário que o cidadão médio continue a ignorar o <strong>aquecimento global</strong>, por exemplo, ou a diminuição da camada de ozônio, a <strong>poluição do</strong><strong> ar, o lixo tóxico e radioativo, a chuva ácida, a erosão</strong> da camada superior do solo, o desflorestamento tropical, o crescimento exponencial da população&#8230;</p>
<p>Carl Sagan, &#8220;O mundo assombrado pelos demônios&#8221;, Companhia das Letras, 1997</p></blockquote>
<p>Conhecer o que acontece em nosso planeta faz parte da solução dos <strong>problemas ambientais</strong> que nos afligem. O aquecimento global, a poluição marinha, a disposição incorreta dos resíduos sólidos nos solos e o consumismo desenfreado causam impactos, e são agravados por eles mesmos, num círculo vicioso, e completamente distante do conceito de <strong>desenvolvimento sustentáve</strong>l.</p>
<p>Ignorar o que acontece (o tal do analfabetismo científico citado por Sagan) pode parecer a solução mais fácil, pois dispensa-nos das resposabilidades pelo que fizemos e fazemos na nossa casa, no nosso <strong>planeta TERRA</strong>. Mas não é a solução correta, como a consciência de cada um diz.</p>
<p>O correto é erguer a cabeça, aceitar nossos deveres, e lutar para resolver  os<strong> problemas</strong> ainda passíveis de solução. Mesmo em pequenos gestos, com pequenas mudanças na nossa rotina, podemos fazer algo para mudar nosso <strong>futuro comum</strong>.</p>


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		<title>Degradação do Solo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 00:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Solos]]></category>
		<category><![CDATA[degradacao dos solos]]></category>

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		<description><![CDATA[A degradação dos solos pode ser considerada um dos maiores problemas ambientais dos dias atuais, isso porque ela afeta não só as terras agrícolas, mas também as áreas de vegetação natural. E o Brasil não está livre desse desastre, inúmeras fontes de literatura e estudos de casos têm destacado uma grande área do nosso território [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>degradação dos solos</strong> pode ser considerada um dos maiores problemas ambientais dos dias atuais, isso porque ela afeta não só as terras agrícolas, mas também as áreas de vegetação natural. E o Brasil não está livre desse desastre, inúmeras fontes de literatura e estudos de casos têm destacado uma grande área do nosso território como sendo de solo bastante degradado. A <strong>degradação do solo</strong> esta intimamente ligada à agricultura. Atualmente, o grande problema da degradação dos solos no Brasil resulta da combinação entre o clima implacável, um rápido desenvolvimento econômico e solos extremamente frágeis.</p>
<p><strong>Os fatores causadores</strong></p>
<p>São inúmeros os <strong>fatores causadores da degradação dos solos</strong>, podendo ser fatores causadores diretos ou simplesmente fatores facilitadores para que ocorra a degradação, também chamado de fatores aceleradores. Por exemplo, a salinização do solo pode ter como fatores causadores direto uma combinação do uso excessivo de irrigação e uma drenagem insuficiente, enquanto que o fator acelerador seria a aridez. Em outro caso, a ação do vento e da água sobre o solo causando a <strong>erosão</strong> é um fator direto enquanto que um fator facilitador a essa ação pode ser antrópico (desmatamento), ou natural (declividade). Conforme demonstra a figura abaixo, podemos separar os fatores diretos e fatores facilitadores em ações antrópicas e condições naturais.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><img class=" " title="Fatores causadores da degradação dos solos" src="http://www.problemasambientais.com.br/wp-content/uploads/degradacao dos solos.jpg" alt="Fatores causadores da degradação dos solos" width="470" height="343" /><p class="wp-caption-text">Fatores causadores da degradação dos solos</p></div>
<p>Os <strong>processos erosivos</strong> causados pela água e pelo vento são encontrados em todo o território mundial e acontecem naturalmente, devido a fatores causadores diretos. Assim, embora a <strong>erosão</strong> possa ocorrer sem a intervenção humana, geralmente ela é iniciada e/ou acelerada pela atividade antrópica, que causa o <strong>desaparecimento da cobertura vegetal</strong> natural, o que se constitui então em um fator acelerador.</p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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