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	<title>Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções. &#187; Sustentabilidade</title>
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	<description>Informação para um mundo melhor! Idéias para o desenvolvimento sustentável!</description>
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		<title>Normas éticas para apelos de sustentabilidade na publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 17:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade. O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha <strong>apelos de sustentabilidade</strong>.</p>
<p>O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.</p>
<p>O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banaliza-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.</p>
<p><strong>Um anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas.</strong> As informações devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida.</p>
<p>As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos. Este princípio está resumido nas frases que servem de introdução ao Anexo U:</p>
<p><em>“É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários. O Conar encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável”.</em></p>
<p><strong>As novas normas entram em vigor em 1º de agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Confira a íntegra das novas normas:</span></strong></p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;Artigo 36 do Código </em></strong><br />
<em>A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:</em></p>
<ol>
<li><em>a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;</em></li>
<li><em>a poluição do meio ambiente urbano;</em></li>
<li><em>a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;</em></li>
<li><em>a poluição visual dos campos e das cidades;</em></li>
<li><em>a poluição sonora;</em></li>
<li><em>o desperdício de recursos naturais.</em></li>
</ol>
<p><em> </em><em>Parágrafo único</em><br />
<em>Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:</em></p>
<ol>
<li><strong><em>veracidade</em></strong><em> – as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;</em></li>
<li><strong><em>exatidão</em></strong><em> – as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;</em></li>
<li><strong><em>pertinência</em></strong><em> – as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;</em></li>
<li><strong><em>relevância</em></strong><em> – o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.</em></li>
</ol>
<p><em> </em><strong><em>Anexo U &#8211; Apelos de sustentabilidade</em></strong></p>
<p><em>É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.</em></p>
<p><em>O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável<strong>.</strong></em></p>
<p><strong><em>REGRA GERAL</em></strong></p>
<p><em>(1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade <span style="text-decoration: underline;">da</span> Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade” toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.</em></p>
<p><em>(2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade <span style="text-decoration: underline;">para</span> a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade” toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.</em></p>
<p><em>(3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade de Marketing relacionado a Causas” aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.</em></p>
<p><em>Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:</em></p>
<p><em> </em><strong><em>1. CONCRETUDE</em></strong><br />
<em>As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.</em></p>
<p><em>A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação do</em><em>anúncio.<strong></strong></em></p>
<p><em> </em><strong><em>2. VERACIDADE</em></strong><br />
<em>As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor), etc.</em></p>
<p><em> </em><strong><em>3. EXATIDÃO E CLAREZA</em></strong><br />
<em>As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.</em></p>
<p><em> </em><strong><em>4. COMPROVAÇÃO E FONTES </em></strong><br />
<em>Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas<strong>.</strong></em></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>5. PERTINÊNCIA </em></strong><br />
<em>É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.</em><strong></strong></p>
<p><em> </em><strong><em>6. RELEVÂNCIA</em></strong><br />
<em>Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente &#8211; em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.</em></p>
<p><em> </em><strong><em>7. ABSOLUTO</em></strong><br />
<em>Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.</em></p>
<p><em> </em><strong><em>8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS</em></strong><br />
<em>A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.</em></p>
<p><em>O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.</em></p>
<p><em>As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.&#8221;</em></p>
<p><em>Texto original de: <a href="http://www.conar.org.br/">http://www.conar.org.br/</a><br />
</em></p></blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Empresa social &#8220;Mamãe Natureza&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 11:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclar]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa social oferece alternativas sustentáveis para fraldas, absorventes e sacolas.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oferecer opções sustentáveis para nosso dia a dia é uma das grandes preocupações de muitas empresas. Porém, oferecer uma solução sustentável, e ainda integrar a comunidade ao redor durante a produção é um grande desafio enfrentado pelas <strong>Empresas Sociais</strong>.</p>
<p>São empresas que além de buscar a sustentabilidade e rentabilidade de seus produtos, tem como princípio básico fazer a diferença<strong> socialmente</strong>, levando renda e desenvolvimento para os envolvidos nas suas atividades.</p>
<p>Um exemplo de empresa social de destaque é a Mamãe Natureza, que oferece alternativas sustentáveis de <strong>fraldas, sacolas e absorventes</strong>. Seus produtos são reutilizáveis e biodegradáveis, reduzindo o impacto no seu descarte e evitando a produção de toneladas de lixo que seriam resultado do uso de fraldas descartáveis comuns.</p>
<p>Além, a Mamãe Natureza envolve a comunidade local em sua produção. Surgiu em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, no início contando com uma única costureira. Assim que a demanda dos produtos aumentou, houve a preocupação de capacitar mulheres da <strong>comunidade local</strong>, para que pudessem gerar renda para suas famílias e ampliar a produção.</p>
<p>Conheça mais sobre a Mamãe Natureza em seu site: <a href="http://www.mamaenatureza.net/">http://www.mamaenatureza.net/</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>24 de novembro é o Dia do Rio. Vamos preservar!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 11:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lista Problemas Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Solos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[degradacao dos solos]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 24 de novembro comemora-se o Dia do Rio.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio, riacho, ribeirão, córrego, curso d’água. Até mesmo quem não cresceu perto de um rio reconhece a <strong>importância deste recurso hídrico</strong>, tanto para consumo, quanto para prática de atividades de aventura, pesca, geração de energia, etc. Um rio considerado próprio para banho é quase sinônimo de diversão e lazer. O Brasil é privilegiado neste quesito e conta com bacias hidrográficas relevantes, como a Bacia do Paraná e do Paraguai, além de abrigar o Rio Amazonas, considerado o <strong>maior rio do mundo</strong>.</p>
<p>Para preservar a qualidade da água dos rios é necessário que as Matas Ciliares sejam preservadas. Localizadas nas margens de rios, lagos, represas e nascentes, contribuem para diminuir a erosão nas margens, facilitam a infiltração da água das chuvas no solo e melhoram a qualidade das águas. Sua importância é tamanha, que as áreas de matas ciliares são consideradas Áreas de Preservação Permanente – APP, pelo Código Florestal.</p>
<p>Pelo Código Florestal, todas as nascentes devem ter 50 metros de matas ciliares preservadas, e rios até 50 metros de largura devem ter 30 metros de matas ciliares. A largura da mata ciliar cresce conforme aumenta a largura do rio, chegando até o mínimo de 500 metros de APP nos rios com mais de 600 metros de largura.</p>
<p>Outro ponto importante na preservação dos recursos hídricos são os limites de lançamento de resíduos pelas indústrias e cidades. Por muito tempo o lançamento era indiscriminado, porém nas últimas décadas foram publicadas leis e resoluções que definem limites para os lançamentos, de maneira que os recursos hídricos não sejam afetados de maneira irreversível, e possam se recuperar naturalmente.</p>
<p>Um grande ganho se deu com a aprovação da Lei que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) e a criação da Agência Nacional de Águas (ANA) em 200, que tem como um dos objetivos gerir os recursos hídricos e promover o uso sustentável da água.</p>
<p><strong>O próprio Dia do Rio, comemorado anualmente no dia 24 de novembro, foi instituído como um alerta para a escassez da água no planeta e para incentivar ações de preservação e proteção desse recurso natural.</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;The Story of Stuff&#8221;</title>
		<link>http://www.problemasambientais.com.br/poluicao-marinha/the-story-of-stuff/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 12:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro Sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos Ambientais]]></category>
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		<category><![CDATA[Efluentes]]></category>
		<category><![CDATA[grandes problemas ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Impacto Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O Projeto "The Story of Stuff" foi criado por Annie Leonard com o objetivo de ampliar a discussão sobre diversos aspectos ambientais, sociais e econômicos.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto &#8220;The Story of Stuff&#8221; foi criado por Annie Leonard com o objetivo de ampliar a discussão sobre diversos aspectos ambientais, sociais e econômicos. Segue uma série de vídeos produzidos pelo projeto:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3BZ9y189Q0k?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/3BZ9y189Q0k?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
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<p>Você pode saber mais e assistir outros vídeos no site do projeto: <a href="http://www.storyofstuff.com/">http://www.storyofstuff.com/</a></p>
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		<title>Perda de biodiversidade não foi reduzida conforme era esperado</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 14:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A perda de biodiversidade atinge os ecossistemas de maneira muito forte, impedindo o correto funcionamento de seus ciclos naturais, e, além da retirada de diversas espécies, afeta diversas outras de maneira negativa, alterando o equilíbrio natural.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A perda de <strong>biodiversidade</strong> é um dos problemas ambientais recorrentes no Brasil, atinge os ecossistemas de maneira muito forte, impedindo o correto funcionamento de seus ciclos naturais, e, além da retirada de diversas espécies, afeta diversas outras de maneira negativa, alterando o equilíbrio natural.</em></p>
<p><strong>Aumenta a perda de biodiversidade no planeta</strong></p>
<p><strong>Por Soledad Ghione</strong><br />
Os governos não conseguiram cumprir sua promessa de chegar a 2010 com uma redução significativa da perda de <strong>diversidade biológica</strong>. Isso é o que acaba de reconhecer o Centro de Monitoramento para a Conservação Mundial, ligado às Nações Unidas. A notícia não causou nenhum escândalo. Pelo contrário, passou desapercebida. Os resultados são conclusivos em demonstrar que a biodiversidade declinou nas últimas quatro décadas. Essa diminuição pode ser observada em distintos grupos animais, como mamíferos ou aves, e na extensão de bosques, manguezais e arrecifes de corais.</p>
<p>A medida que a atenção se concentra cada vez mais nos temas ambientais globais, como a<strong> mudança climática</strong>, esquecem-se problemas locais como a alarmante perda de biodiversidade. Os governos não conseguiram cumprir sua promessa de chegar a 2010 com uma redução significativa da perda de diversidade biológica. Isso é o que acaba de reconhecer o Centro de Monitoramento para a Conservação Mundial, ligado às Nações Unidas. A notícia não causou nenhum escândalo. Pelo contrário, passou desapercebida.</p>
<p>Os países signatários do <strong>Convênio sobre a Diversidade Biológica</strong> acordaram em 2002 que deveriam obter uma significativa redução no ritmo da perda de biodiversidade para 2010, Ano Internacional da Diversidade Biológica. A recente avaliação dessa meta, encabeçada por Stuart H. M, Butchart, do Centro de Monitoramento para a Conservação Mundial do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), baseou-se em uma série de indicadores, tais como a apropriação de recursos naturais, o número de espécies ameaçadas, a cobertura de áreas protegidas, a extensão de bosques tropicais e manguezais e o estado dos arrecifes de coral. O período avaliado foi amplo: de 1970 a 2006.</p>
<p>Os resultados são conclusivos em demonstrar que a biodiversidade declinou nas últimas quatro décadas. Essa diminuição pode ser observada em distintos grupos animais, como mamíferos ou aves. Reduziu-se também a extensão dos bosques e manguezais e se deterioraram as condições marinhas, por exemplo, nas zonas com arrecifes de coral. As tendências agregadas dos indicadores de estado também pioraram. Em nenhum caso, se identificaram reduções dos ritmos de perdas.</p>
<p>A informação parcial disponível também aponta que os ambientes naturais estão se <strong>subdividindo e se fragmentando</strong>, com o que sua qualidade de reservatório de fauna e flora se deteriora. Um exemplo disso é o caso da Mata Atlântica brasileira que, no passado, foi o segundo bosque mais extenso da América do Sul e do qual se conservam aproximadamente 10%, numa área fragmentada em parcelas diminutas (80% dos remanescentes têm uma extensão inferior a 0,5 quilômetro quadrado).</p>
<p>O estudo mostra também o agravamento de outros processos, como um maior consumo dos bens que os ecossistemas produzem ou a <strong>invasão de espécies exóticas</strong> que substituem as nativas. Em nenhum caso se identificaram reduções nas pressões sobre os ecossistemas.</p>
<p>Essa avaliação não desconhece alguns avanços e tendências positivas, como o aumento na cobertura das áreas protegidas, a inclusão sob proteção de novas áreas chave para a biodiversidade ou o aumento da superfície de bosques manejados de forma sustentável (1,6 milhões de quilômetros quadrados). No entanto, o balanço final indica que, em escala global, é altamente improvável que se cumpram os objetivos de conservação fixados para 2010. Os esforços realizados para conservar a biodiversidade têm sido claramente inadequados, com uma defasagem importante entre as crescentes pressões humanas e uma série de<strong> respostas lentas e insuficientes</strong>.</p>
<p>Estes resultados são consistentes com a avaliação preliminar da situação ambiental sulamericana, divulgada recentemente pelo Centro Latinoamericano de Ecologia Social (CLAES), onde se alerta que o resultado final entre as pressões e os usos da natureza e as medidas de conservação é um contínuo aumento da deterioração ecológica.</p>
<p>Essa <strong>grave situação</strong> está passando desapercebida enquanto a discussão latinoamericana sobre temas ambientais está cada vez mais absorvida pelos temas da mudança climática global. É necessário alertar sobre estas tendências e redobrar os esforços para que os governos e as sociedades promovam medidas mais efetivas de conservação, incluindo realmente essa dimensão nas estratégias de desenvolvimento, e garantindo o financiamento e respaldo necessários para cumprir com os compromissos assumidos anos atrás.<br />
<em><br />
*Soledad Ghione é pesquiadora do CLAES (Centro Latino Americano Ecología Social) – <a href="http://www.ecologiayconservacion.com/" target="_blank">http://www.ecologiayconservacion.com</a></em><br />
<em><br />
Tradução: Katarina Peixoto</em><br />
<a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=78934&amp;edt=2" target="_blank">(Envolverde/Carta Maior)</a></p>
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		<title>Projeto de Reforma do Código Florestal preocupa ambientalistas</title>
		<link>http://www.problemasambientais.com.br/solos/projeto-de-reforma-do-codigo-florestal-preocupa-ambientalistas/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 12:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
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		<description><![CDATA[A reforma do código florestal preocupa pela redução das áreas protegidas por lei, e também pela possibilidade de anistiar áreas que foram desmatadas ilegalmente.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A reforma do código florestal preocupa pela redução das áreas protegidas por lei, e também pela possibilidade de anistiar áreas que foram desmatadas ilegalmente.</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Reforma do Código Florestal antecipa mais catástrofes para o Brasil</strong></p>
<p>Por Fabiana Frayssinet, da IPS</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Rio de Janeiro, 25/6/2010 – Enquanto as autoridades contam os mortos e o prejuízo econômico pelas chuvas no Nordeste, um projeto em discussão no Congresso Nacional para modificar o <strong>Código Florestal</strong> pode potencializar os eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes. A proposta, cuja votação em uma comissão especial da Câmara está prevista para o dia 28, foi apresentada pelo deputado Aldo Rebelo do Partido Comunista do Brasil.</p>
<p>Diante do avanço dessa iniciativa, 13 organizações ambientais manifestam sua preocupação em uma carta aberta dirigida aos candidatos à presidência. “É um retrocesso histórico” em relação ao código de 1965 ainda em vigor, alertou em entrevista à IPS Rafael Cruz, da organização ambientalista Greenpeace. Os ativistas alertam sobre os possíveis prejuízos de declarar a anistia, como propõe a iniciativa, para o <strong>desmatamento</strong> ilegal em mais de 40 milhões de hectares de savanas e florestas da Amazônia, verificado após 1996.</p>
<p>Uma anistia que, alertam, corresponde a <strong>14,6 bilhões de toneladas de CO²</strong> emitidas ilegalmente. Rebelo argumenta que é preciso reformar o Código Florestal porque prejudica a agricultura e com isso a provisão de alimentos para os mais necessitados. O projeto de reforma também propõe que cada Estado possa, a seu critério, reduzir até 50% os limites definidos pela legislação federal nas áreas de preservação permanente (APP) que correspondem às florestas protetoras de cursos de água em margens de rios, lagos e mananciais.</p>
<p>Outra modificação considerada “grave” pelos críticos é a dispensa de exigência de reserva legal para imóveis de até quatro módulos fiscais (até, aproximadamente, 150 hectares) em todo o país. “Isso pode significar, somente na floresta amazônica, a eliminação da<strong> reserva legal </strong>de até 70 milhões de hectares”, diz a carta. Com base na suposição de que metade dessas áreas já esteja desmatada, “ainda assim o projeto retira a proteção legal de pelo menos 35 milhões de hectares de florestas”, acrescenta a carta.</p>
<p>Segundo as organizações, se a iniciativa for adiante, será permitido liberar 12,8 bilhões de toneladas de CO² armazenados na selva amazônica. Uma emissão que corresponde a três vezes a meta brasileira de redução de emissões de gases contaminantes que causam o <strong>aquecimento global</strong> por causa do desmatamento. Essa pauta foi apresentada pelo Brasil em dezembro, em Copenhague, na 15ª Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-15).</p>
<p>A mobilização contra a proposta começou antes da chegada das fortes chuvas que causaram transbordamento de rios, inundações e desabamentos esta semana nos Estados nordestinos de Alagoas e Pernambuco. Até ontem, o saldo parcial indicava 44 mortos, 600 desaparecidos e centenas de milhares de pessoas afetadas de diversas formas. Cruz afirmou que as modificações propostas “abrem brechas para o desmatamento do princípio ao fim”.</p>
<p>Tragédias como as do Nordeste “são um exemplo do que pode ocorrer com o aumento do desmatamento, e, no caso do Brasil, com as <strong>florestas tropicais</strong> como um todo”, destaca o ambientalista. Cruz também recordou que no país o desmatamento responde por 75% das emissões de gases-estufa, que provocam o aquecimento global. Com o que qualifica de “código de desmatamento” a tendência seria aumento “desses eventos climáticos extremos”, como chuvas torrenciais fora de época e em quantidade acima da média habitual, acrescentou.</p>
<p>Um cálculo do Greenpeace, que Cruz considera “conservador”, alerta que, no caso de serem aprovadas as mudanças, serão desmatados 85 milhões de hectares. A opinião é compartilhada por Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do Fundo Mundial para a Natureza (WWF-Brasil). O especialista em ecologia chama a atenção para o<strong> agravamento de desastres naturais</strong> do tipo desmoronamento de terra e mais chuvas, como ocorreu em Santa Catarina em anos recentes. No caso de a iniciativa de reforma do Código Florestal prosperar, antecipa-se “eventos climáticos extremos com mais frequência e força”, disse.</p>
<p>Márcia Hirota, do SOS Mata Atlântica, destacou à IPS que precisamente as áreas mais afetadas de Pernambuco e de Alagoas ficam em área de Mata Atlântica, cujo bioma ocupa 1,3 milhão de quilômetros quadrados, equivalente a quase 15% do território brasileiro, englobando 17 Estados.</p>
<p>Dados da SOS Mata Atlântica e do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que originalmente esse ecossistema chegava a ocupar 18% do Estado de Pernambuco, enquanto hoje está em apenas 13%. Da mesma forma, 53% do Estado de Alagoas estava coberto por essa floresta tropical úmida, e agora está presente em 10%. Hirota, que acaba de regressar do Nordeste, disse que as populações mais afetadas pelas chuvas estão exatamente nas margens de<strong> rios totalmente desmatados</strong>, embora o Código Florestal em vigor estabeleça a distância de 30 metros de proteção.</p>
<p>Isso contribuiu para o transbordamento de rios e represas, com bairros inteiros desaparecendo sob as águas. Hirota descreveu cenas trágicas que presenciou. Muita gente desaparecida, famílias que perderam casa e tudo o mais, contou. Por isso, considera que a proposta de Aldo Rabelo “vai totalmente na contramão da realidade que vivemos e vai piorar ainda mais a situação”. Recorda outras <strong>catástrofes</strong> com as que atingiram este ano Rio de Janeiro e Niterói, onde as populações mais afetadas foram as que ocupavam irregularmente áreas de encostas e desmatadas.</p>
<p>“É importante estar alerta porque não podemos perder mais vidas”, disse Hirota, ao explicar que em situações como estas fica confirmado que a legislação ambiental não é “para proteger árvores e bichinhos, mas também para garantir a segurança e o direito à vida das pessoas”. A ativista considera que, nessas circunstâncias, não basta que o governo retire as pessoas das áreas de risco mas que as leve a “locais seguros onde possam viver com dignidade”. Por sua vez, Scaramuzza propõe que se invista em ações como reflorestamento das áreas dos rios.</p>
<p>Dados do Ministério do Meio Ambiente, citados pela advogada Paula Lavratti, do Instituto Direito por um Planeta Verde (IDPV), indicam que mais de um milhão de pessoas foram afetadas por algum tipo de desastre natural entre 2000 e 2007. Os ambientalistas atribuem a ofensiva contra o Código Florestal à “bancada ruralista”, grupo de deputados que defende os interesses dos latifundiários e empresários agropecuários na Câmara. Por isso, querem adiar até depois das eleições a votação. “O temor é que negociem a floresta por votos”, manifesta Cruz, ao alertar que “já tem gente esperando para ligar a <strong>motosserra</strong> se o novo código for aprovado”.</p>
<p><a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=76699&amp;edt=1" target="_blank">Fonte (IPS/Envolverde)</a></p>
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		<title>Pesquisa Você e o Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Problemas Ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa realizada pelo blog aponta quais são as atitudes ambientalmente sustentáveis mais utilizadas pelas pessoas.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>﻿Em pesquisa realizada entre os dias 26 de novembro e 01 de dezembro, em 2009, através de convites por e-mail pelo site Problemas Ambientais obteve resultados interessantes sobre o comportamento e as opiniões do público alvo perante algumas questões ambientais.</p>
<p>O público alvo foram pessoas com nível superior, ou pós graduação, com formação relacionada com a área ambiental. A idade média foi de 20 a 30 anos, com divisão igual entre sexos.</p>
<p>Em sua maioria, os entrevistados demonstram <strong>grande preocupação com as mudanças climáticas</strong>, e procuram conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar do meio ambiente.</p>
<p>Apesar disso, analisando as atividades ambientalmente corretas adotadas pelos entrevistados, nota-se que as mais corriqueiras são aquelas que demandam pouco esforço, e quase nenhum gasto extra (na maioria das vezes, economizando), como demonstrado no gráfico abaixo:</p>
<p><a href="http://dl.dropbox.com/u/1738978/grafico.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-218" title="Quais atitudes ambientalmente corretas você adota?" src="http://www.problemasambientais.com.br/wp-content/uploads/2010/05/grafico2-300x272.png" alt="" width="300" height="272" /></a></p>
<p>Atitudes que envolvem grandes custos iniciais não são adotadas pela maioria, como usar aquecedor solar. Assim como atitudes que envolvem significativo aumento no orçamento, como comprar produtos de origem local. Hábitos de conveniência, como a facilidade do transporte por automotores, <strong>retirar carregadores da tomada</strong> quando não estão em uso, ou<strong> recusar sacolas plásticas</strong>, apresentam equilíbrio entre quem faz ou não. Talvez pela época de transição de hábitos mais impactantes para hábitos mais responsáveis ambientalmente.</p>
<p>Uma das ferramentas mais eficientes para incentivar os hábitos ecológicos é através das campanhas em diversas mídias, como jornais, revistas e etc. Alguns comportamentos, como <strong>recusar produtos embalados no isopor</strong>, não são atitudes incentivadas nestas campanhas, e, talvez por isso seja baixa a porcentagem de pessoas a adotar essa atitude.</p>
<p>A maioria dos entrevistados, cerca de 74%, <strong>aceitaria pagar mais por um produto ecologicamente sustentável</strong>, mas os comentários indicam que o valor pago a mais não poderia ser abusivo, menos de 10% do valor do produto.</p>
<p>Quanto a neutralização de carbono, a maioria aceitaria pagar para neutralizar suas emissões, mas um valor baixo, menos de R$ 100,00 por ano.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>As pessoas estão preocupadas com as mudanças climáticas, e tem consciência dos impactos que causam ao meio ambiente. Por isso, aos poucos passam a adotar algumas atitudes pró-ativas com relação ao tema. Nota-se que as ações bombardeadas pela mídia são mais adotadas, e que apesar da preocupação e a da postura pró-ativa, o fator limitante é o custo, e o grande esforço demandado por algumas das atitudes. Por outro lado, atitudes que representem economia ou corte de custos, também são as primeiras a serem adotadas.</p>
<p>O público alvo da pesquisa tem em sua grande maioria formação na área ambiental, e por isso, espera-se que para a grande massa obtenham-se opiniões diferentes, e principalmente, que as <strong>atitudes</strong><strong> ambientalmente sustentáveis</strong> sejam adotadas pela minoria apenas.</p>
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		<title>Sustentabilidade e o tempo</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 20:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas Ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo a Revista Página 22 de Fevereiro de 2010, me deparei com as seguintes frase escritas por Carolina Derivi: &#8220;A busca da sustentabilidade é uma luta contra o tempo, considerando a urgência dos problemas ambientais.&#8221; &#8220;O tempo da sustentabilidade é o da oportunidade, a brecha que se abre para rever e aprimorar modelos de desenvolvimento.&#8221; [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo a Revista Página 22 de Fevereiro de 2010, me deparei com as seguintes frase escritas por Carolina Derivi:</p>
<p>&#8220;A busca da <strong>sustentabilidad</strong>e é uma luta contra o tempo, considerando a urgência dos <strong>problemas ambientais</strong>.&#8221;</p>
<p>&#8220;O tempo da <strong>sustentabilidade</strong> é o da oportunidade, a brecha que se abre para rever e aprimorar modelos de desenvolvimento.&#8221;</p>
<p>Vale a pena pensar sobre o assunto!</p>
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