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Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções.

Recuperação Ambiental em Cubatão-SP / Pedagogia - Uniararas

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Mais vídeos de Problemas Ambientais.

http://www.asturiasverde.com Noviembre-2007 (imágenes de agosto - septiembre 2007)La Cantera de Aboño está ubicada en los límites del concejo de Gijón con el concejo de Carreño en Asturias. Su explotación es clave para la obra de ampliación de El Musel. El proyecto preveía extraer de Aboño 15 millones de metros de materiales para la ampliación. Ahora la cantera está en medio de una fuerte polémica por los sobre costes de la obra de ampliaciónEl principal propietario de la cantera es HC Energía, que ha declinado cualquier responsabilidad en el elevado sobrecoste de la ampliación de El Musel. Aunque no es el único propietario ya que también pertenece a un grupo de particulares y a Sato, precisamente una de las empresas de la Unión Temporal de Empresas Dique Torres, que es la adjudicataria de los trabajos del superpuerto.Desde el punto de vista de la asociación ecologista GREEN. nos preocupa los problemas que puede generar a los vecinos el polvo que levanta la explotación, el impacto de los transportes; pero sobre todo nos preocupa la futura regeneración de la enorme brecha que se está abriendo al monte, una vez finalice la obra de explotación de la Cantera. Si hay problemas de dinero ahora. ¿Qué ocurrirá cuando se tenga que invertir en la regeneración ambiental de esta y otras brechas que se están abriendo en Asturias para la obra del super puerto de El Musel.
Cantera de Aboño
A Agrológica, Empresa Júnior de Engenharia Agrícola, foi fundada em 1993 a partir da iniciativa de alunos de graduação do curso de engenharia agrícola da Universidade Estadual de Campinas. Foi a primeira empresa júnior a atuar em áreas relacionada à agricultura e áreas ambientais do país.É uma associação civil sem fins econômicos que visa otimizar a produtividade e contribuir nas resoluções de problemas ligados à agricultura e áreas ambientais. Conta com a orientação e responsabilidade técnica dos professores doutores e o apoio de toda a infra-estrutura da FEAGRI.A empresa júnior procura desenvolver o espírito empreendedor do estudante, estimulando seu interesse pela análise crítica de situações reais de sua futura profissão facilitando seu ingresso no mercado de trabalho.
Agrológica - Empresa Júnior de Engenharia Agrícola da UNICAMP
Secretaría de Ambiente lanza Zona Piloto de Recuperación Ambiental en Puente ArandaLa Secretaría Distrital de Ambiente lanzará su primera Zona Piloto de Recuperación Ambiental en la localidad de Puente Aranda, un sector que alberga más de 14.000 empresas entre industriales, comerciales y de servicios. La autoridad ambiental del Distrito, mediante un censo, identificó 752 establecimientos con problemas ambientales, los cuales deberán establecer Planes de Manejo Ambiental.Mejorar la calidad del aire que los bogotanos respiran, el agua que se descarga a los ríos y los residuos generados por parte de las industrias, es el objetivo de las Zonas Piloto de Recuperación Ambiental, una estrategia creada por la Secretaría Distrital de Ambiente para trabajar de la mano con los empresarios e industriales.A través de programas que permitan la reducción de la contaminación y la aplicación de medidas de contingencia, las Zonas Piloto mejorarán la calidad del ambiente de las localidades de Puente Aranda, Kennedy y Fontibón, declaradas en emergencia ambiental, teniendo en cuenta las diferentes fuentes de emisión y sus contaminantes generados.
Zonas Piloto de Recuperación Ambiental Pte. Aranda
Nós da FUNVERDE, encontramos vários problemas ambientais no corrego nazaré, um deles é esgoto sendo jogado na galeria pluvial
Problemas ambientais no corrego Nazare
Exposição de artesanato na mata projeto desenvolvido pela associação dos artesões de Itapeva com a Fundação Planeta Terra no Centro de Educação Ambiental Avelino Peixe Filho, hoje a mostra é do artesão Milton Duarte artesanato feito com argila queimada
Centro de Educação Ambiental - Fundação Planeta Terra
 
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Global Value Chain: Aceite de palma (subtítulos españoles) Nego Tarigan, Sawit ...
Reportagem do Jornal Anhanguera 1a. edição sobre a 2ª EXPEDIÇÃO TÉCNICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO TOCANTINS realizada pela ECODATA entre os dias 7 e 10 de fevereiro de 2007. A expedição é parte do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL desenvolvido pela ECODATA em parceria com o Ministério da Integração Nacional (assista ao documentário deste projeto no youtube).A Expedição partiu de Brasília com destino a Minaçu, norte do estado de Goiás. Com um grupo formado por técnicos, gestores públicos, produtores rurais, representantes da indústria, da minberação, instituições parceiras além dos representantes dos municípios de Água Fria de Goiás, Barro Alto, Ceres, Goiânia, Goianésia, Minaçu, Pirenópolis, Planaltina DF, Rialma, Rubiataba, Uruaçu e do Distrito Federal. A expedição fez a primeira parada em Pirenópolis, às margens do Rio das Almas, importante afluente do Tocantins. Então seguiu descendo pelo Vale do São Patrício até Goianésia onde o grupo conheceu o parque industrial da Usina Jalles Machado. De lá, a Expedição chegou a Ceres e Rialma, onde os prefeitos das duas cidades falaram sobre os trabalhos ambientais em cada município. No dia seguinte, os expedicionários desembarcaram em Uruaçu. Lá tiveram o primeiro contato com o Lago Serra da Mesa. Seguindo para o norte, a viagem alcançou Campinaçu e na sequência Minaçu onde os participantes conheceram mais sobre o amianto em visita à mineradora SAMA. Com autorização formal de Furnas, a Expedição tentou visitar as instações da hidrelétrica de Serra da Mesa, mas por motivos inexplicados, a visita foi desautorizada e então todos visitaram a ponte sobre o Rio Tocantins, junto a UHE de Cana Brava. Durante o encerramento da programação, os expedicionários abordaram que além do apoio à formação do Comitê do Alto Tocantins é preciso tomar medidas rápidas para ações que degradam o meio ambiente na Bacia.-------------------------------------------O Jornal Anhanguera 1a. edição é um telejornal com perfil comunitário da TV Anhanguera (filial a REDE GLOBO em Goiás), pois prioriza os problemas de Goiânia, as reivindicações da comunidade, sempre em busca de solução. Os principais fatos noticiosos do dia também estão presentes, sejam eles da capital ou interior assim como a repercussão de assuntos nacionais. É exibido de segunda a sábado por volta de 11h55min com duração de 46 min. Editor Chefe: Handerson Pancieri e Apresentadores: Handerson Pancieri e Renata Costa
2a. EXPEDIÇÃO ALTO TOCANTINS - Jornal Anhanguera 1ª.edição
separación de residuos en origen en La Pintana: Nueva forma de Basura - Residuos - Valorización De ResiduosSeparación de residuos en origen en La Pintana: Nueva forma de Acumulación de los residuos.La separación en origen permite valorizar las materias primas presentes en los residuos domiciliarios (basura).Objetivos Específicos:Cambiar el concepto de basura, por el de residuos valorizables.Clasificación de residuos -Vegetales-Metal y cartón -Vidrio, tetra y botellas plásticas Crear en la comunidad adecuados hábitos de manejo de sus residuos(cómo separar)Comprometer a los generadores como responsables en la generación y acumulación de sus residuos.- (problema Global / solución local).Informar sobre los beneficios que se obtienen con la separación:- Producir mejorador de suelo para aumentar la producción del vivero municipal (compost)- Mejoras en la calidad de vida a través del aumento de las áreas verdes, mejoras de los espacios públicos.- Mejoras en la calidad de vida a través de Campañas de recolección de Residuos voluminosos.- Motivar a la comunidad a hacerse participe en la solución de los problemas.Enseñar qué y cómo separar.
REINICIA, SEPARACIÓN DE RESIDUOS EN ORIGEN SEGUNDA PARTE
Ivanete é uma artesã de Diamantina, cidade mineira rica em história e tradições. Suas edificações históricas, as igrejas seculares, a arquitetura barroca e a sua belíssima paisagem natural, lhe conferiram no final da década de 90, o título da UNESCO de Patrimônio Cultural da Humanidade.Ivanete desenvolve em sua cidade um belo trabalho em que a arte cria não somente belíssimas peças de decoração artesanal, mas também funciona como um instrumento para a preservação da natureza. Essa artesã atualmente é a presidente da Associação de Artesãos Sempre-Vivas em Diamantina, um projeto que conta com a parceria da Emater (Empresa de Assistência técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais), do IEF (Instituto Estadual de Florestas) e também da Terra Brasilis, uma organização não-governamental que trabalha com a recuperação de flores. Essa associação trabalha com o manejo sustentável da sempre-viva, uma pequena flor nativa do cerrado em Minas Gerais, que não sofre alteração de forma ou cor quando colhida e desidratada, daí o seu nome. Na região muitas famílias vivem da extração e venda desse tipo de flor, o que começou a gerar um problema ambiental devido à exploração incorreta desse recurso da natureza, e a trazer risco de extinção para essa espécie de flor. A solução encontrada para esse problema, foi um treinamento oferecido ao trabalhadores da região, ensinando-os a coletar as flores na época certa sem prejudicar a raiz, que dá origem a outra flor no ano seguinte, e as sementes. O artesanato foi a alternativa para diminuir a exploração e aumentar a renda dos trabalhadores. De coletores a artesãos, os associados ganharam no valor agregado do trabalho. Os associados foram incentivados a não simplesmente venderem a flor bruta, mas a desenvolverem a partir delas peças artesanais decorativas de alto valor agregado. Com o auxílio da organização não-governamental Mãos de Minas, o design das peças foi adequado para que as mesmas tivessem aceitação no mercado. A associação foi criada para organizar o trabalho na comunidade. As peças são vendidas com o apoio do Sebrae Minas em lojas de Diamantina, Belo Horizonte e outros estados, além de freqüentemente integrarem feiras de artesanato. Atualmente, os artesãos não trabalham mais com a venda de flores, mas somente com a produção de objetos decorativos, que são feitos com cerca de 40 espécies de flores do cerrado que não correm mais o risco de serem extintas. tedmachado brartesanato BRartesanato.com Vitrine do artesanato brasileiro http://www.brartesanato.com
Ivanete Rocha: Artesã
este problema es debastador
contaminacion del aire
 
Regina Monteforte - E. E. Dr. Alcides Mosconi - Carolina-Jéssica Marques-Valdirene-Priscila - 2009 -  Andradas - MG
Problemas Ambientais
Efecto Colateral, es una obra que trata sobre la contaminación en una de la regiones más industrializada de Chile, la región del Biobío, las consecuencias que este trae en la salud de la comunidad, mostrando la participación de distintos movimientos sociales y vecinos que día a día tratan de combatir la contaminación que les acecha.Haciendo un paralelo con la importancia en la protección del Pulmón Verde de esta región, Fundo Nonguén, que reúne a tres comunas del Biobío. Este documental invita a reflexionar y ser participe activo a la problemática ambiental, acentuando una fuerte crítica a la permisibilidad de la legislación actual chilena y a los grupos económicos que sustentan gran parte de la problemática ambiental en la región y en especial, a los derechos básicos del ser Humano.El rodaje duró cerca de tres meses y se centró en los conflictos de Penco con la posible instalación de la termoeléctrica del Southern Cross y Población La Libertad de Talcahuano, población colindante a uno de los cinco complejos industriales más grandes de Chile donde sobresale la siderúrgica Huachipato, respirando día a día los contaminantes que emanan las empresas.Efecto Colateral, mezcla las miradas de los vecinos que por años han estado expuestos a este problema y las opiniones de profesionales que se refieren al impacto de la contaminación y el Cambio Climático, tomando en cuenta que Chile es en América Latina el país que más contribuye en emanaciones de dióxido de Carbono, siendo la región del Biobío una de sus protagonista en ese dañino aporte al planeta y a los seres humanos.Ejecutado por la radio comunitaria Lorenzo Arenas de Concepción con fondos proporcionados por el Fondo de Proteccion Ambiental de la CONAMA del Biobío.La cinta dura 45 minutos, en donde se puede apreciar un poco más la problemática de la contaminación y descubrir que no esta tan lejos como la imaginamos.Su lanzamiento fue el jueves 10 de diciembre 2009 a las 19:30 hrs, en la Sociedad Lorenzo Arenas, ubicada en Tucapel 852, Concepción.Ficha Técnica:Jefe de ProyectoJuan SchillingGabriel RojasProducciónCarlos SantanaGuión y MontajeJulían GesellCámaraJulían GesellCarlos SantanaGabriel RojasFrancisco Albarrán
Documental - Efecto Colateral - Parte 1.wmv
ROTEIRO:O filme inicia mostrando uma das atividades do Laboratório de Hardware da Eng. Mecânica da UFSC. Explica como se realizam as placas de circuito impresso e mostra o problema enfrentado no laboratório, QUE FAZER COM OS RESÍDUOS DE PERCLORETO DE FERRO??? utilizados para corroer o cobre das placa de fenolite e formar as trilhas do circuito. (substancia que atualmente está estocada no laboratório). Mostra uma entrevista com o Prof Riella especialista em corrosão, explicando que pode ser feito com este resíduo e finalmente outra entrevista no setor de Gestão Ambiental da UFSC onde é explicado os procedimentos para seu descarte.Roteirista; Camarógrafo; Reporter; Editor chefe e ALUNO: David Pimentel Burgoa
O que fazer com o percloreto de Fe 03
Com frequência, você vê - aqui, no MS Record - flagrantes de animais típicos do cerrado em plena zona urbana de Campo Grande. São cenas que enchem os olhos dos campo-grandenses e dos turistas, mas que escondem problemas ambientais no entorno da cidade. Entenda melhor na reportagem de Álvaro Roneis e de Sirley Pires.Veja mais: www.msrecord.com.br
MS Record 2ª Edição - Animais selvagens na cidade escondem problemas ambientais
É uma iniciativa da RBS TV Santa Maria, visa sensibilizar e conscientizar a população regional quanto aos problemas ambientais e ressaltar a importância da mudança de hábitos para a preservação do planeta e da vida.
Pense Verde - Reciclagem -Campanha RBS TV
 
El Jefe de Gobierno de la Ciudad habló sobre el trabajo que hizo la Agencia de Protección Ambiental ante las protestas de vecinos sobre los ruidos y vibraciones cada vez que se hace un recital en el estadio de River.
Mauricio sobre el problema de vibraciones en los recitales
No tienen credenciales morales para pedirnada, y tienen tanto kilombo ambiental REAL adentro que es un chiste que se preocupen por una fábrica cuya tecnologia es la envidia de antipasteros reconocidos como Jorolanzbueno, antipasteros no, anti pastera en Uruguay, ya que el reconocio alegrarse  por las tecnologias similares a Botnia que se instalarán en Argentina, ¿que doble discurso eh???!!!REcien ahora se dan cuenta que el PIG no tiene planta de tratamiento como BOtnia si lo tiene. Inversión de 15 millones «Se firmó el convenio para la planta de efluentes del Parque Industrial El acuerdo se rubricó en la Secretaría de Medio Ambiente de la Nación, en donde el estado nacional se compromete a prestar asistencia financiera a la provincia, quién tendrá la responsabilidad de ejecutar la obra. Se invertirán 15 millones de pesos.. Participaron del encuentro con la funcionaria nacional el ministro de Gobierno, Adán Bahl; el secretario de Medio Ambiente, Fernando Raffo; el senador nacional Pedro Guastavino; y el intendente de Gualeguaychú, Juan José Bahillo.Esta obra contribuirá a configurar un medio propicio para llevar adelante una política de inversiones productivas, ya que es un elemento concreto que agrega competitividad a la economía regional. El convenio establece que la provincia se compromete a ejecutar la planta de tratamiento de efluentes teniendo a su cargo el proceso licitatorio, adjudicación, dirección técnica e inspección de obra. La Secretaría de Medio Ambiente se compromete a prestar asistencia financiera a la provincia por una suma cercana a los 14 millones y medio de pesos, de los cuales 13.129.159 serán destinados a la construcción de la planta y 1.283.250 a la expropiación del terreno.La obra está calculada no sólo para evacuar y tratar el caudal actual, sino que tiene en cuenta la proyección de crecimiento de los próximos 25 años. Consiste en una estación de bombeo y más de 9.000 metros de cañerías y lagunas de estabilización. Esta obra solucionará el grave problema del vuelco de los efluentes industriales crudos al río Uruguay. Urribarri insistió ante el intendente en incrementar las medidas de control para que las industrias realicen el adecuado tratamiento previo en sus propias plantas, las que luego vuelcan a la planta de tratamiento general. Luego de la firma del convenio, el gobernador, sus funcionarios y las autoridades de Gualeguaychú mantuvieron una prolongada reunión con la secretaria Picolotti en la que se acordaron fundamentalmente mecanismos de trabajo conjunto. Declaraciones de UribarriDebemos contribuir a que Gualeguaychú sea un símbolo de lo ambiental en la Argentina. Debe estar en unos años en las antípodas de la contaminación. Debe poder demostrar al mundo que se puede ser una ciudad desarrollada industrialmente, manteniendo el ambiente limpio, expresó el gobernador Sergio Urribarri tras la firma del convenio con la secretaria de Medio Ambiente de la Nación, Romina Picolotti.» http://www.maximaonline.com.ar/nota.p...http://lascosasdenestor.blogspot.com/...http://www.gente.com.ar/nota.php?ID=1...
Botnia, ¿y estos tienen el tupe de exigirnos a nosotros?
Animales que han sido víctimas de tráfico ilegal y de maltrato, aquí tienen un refugio en la Reserva Natural El Refugio, gracias al trabajo ambiental de la Fundación que tiene su mismo nombre y que funciona al sur de Cali, Colombia.
SELLO VERDE 001 Animales El Refugio (cc)
Amostra de trabalhos de pesquisa sobre problemas ambientais no nosso planeta. Escola Paz por um planeta melhor.
II PAZ MOSTRA TUDO
Terra Sim, Barragens não! é um documentário do I Congresso Nacional dos Trabalhadores atingidos por Barragens. O vídeo recupera os principais debates ocorridos no Congresso: a questão da terra, a política energética do governo e os problemas ambientais resultantes da construção de barragens. Além disso, retrata as diferentes situações dos  movimentos regionais e o processo de constituição do movimento nacional. O Congresso, realizado em 1991, resultou na articulação do Movimento de Atingidos por Barragens  MAB, que busca unificar os trabalhadores e povos indígenas de todas as regiões do país na luta por um novo modelo do desenvolvimento.
Terras sim, barragens não!
 
Documentário A História das Coisas. Ele revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo. Apresentado na reunião do GGrupo de Pesquisa Científico-Acadêmica de Televisão Educativa e Mídias Digitais do Colégio e Faculdade Eniac (Guarulhos/SP em, 24/09/2009).
Grupo de Pesquisa Eniac - TV Educacional (24/09/2009) A ...
Curso livre nas áreas de sustentabilidade, desenvolvimento humano e cultura de paz, com duração de 8 meses.  Realizado pela Metta Olhar em parceria com UNIPAZ-SP - turma 2 - 2009.A Ecoformação é um processo estratégico que auxilia no desenvolvimento de valores e habilidades, orientando a transição para a sustentabilidade ambiental, o protagonismo social e a cultura de paz.  Os seminários vivenciais fornecem ferramentas e estimulam o diálogo na busca de soluções apropriadas aos problemas do meio ambiente, com repercussão nas questões sociais, econômicas, políticas e espirituais.  A QUEM SE DESTINAO curso é orientado àqueles que sentem a necessidade de ampliar a consciência ecológica, aprofundar o autoconhecimento, e que desejam apropriar-se de conhecimentos e práticas para modificar e construir uma sociedade baseada em valores que privilegiam a saúde, a vida e a sustentabilidade.
Curso de Ecoformação: Rumo à Prosperidade Sustentável e à Cultura de Paz
johan camilo bayona
cristian abril mantilla
yenny paola figueroa
wendy xiomara bauti
problema ambiental dokeos
Matéria exibida no jornal MG Record, da TV Record Minas - 25/07/09
VT Problemas Aterro
A Terceira Travessia do Tejo (TTT) em Ponte no Mar da Palha põe definitivamente em risco as populações ribeirinhas das cidades de Lisboa até Vila Franca de Xira e do arco ribeirinho da margem sul (Alcochete, Montijo, Moita, Barreiro, Seixal e Almada). O índice de assoreamento no Mar da Palha é extremamente elevado, como é bem visível nesta fotografia do Dique Vasco da Gama ( http://www.anmpn.pt/images/apvg.jpg ) dado que, o aumento de amplitude do estuário naquela zona provoca uma diminuição significativa da velocidade da água, que facilita a precipitação dos sedimentos que vêm em suspensão. Na maré baixa, no trajecto Seixal - Lisboa, existem locais onde já não passam dois catamarans um pelo o outro. Os cerca de 50 pilares da nova Ponte vão originar igual número de ilhas cujo aumento de volume ao longo dos anos provocará um efeito de Dique, potenciando a ocorrência de catástrofes com inundações das zonas ribeirinhas, em situações de caudais elevados aliadas a ventos e marés vivas equinociais. Efectivamente, dado que os caudais no rio têm vindo a aumentar fruto da diminuição das zonas de infiltração em terra ocupadas pela malha urbana, a introdução de infra-estruturas no rio que funcionam como obstáculos à corrente fará crescer significativamente o nível de assoreamento, potenciando a ocorrência de inundações devido à subida da altura da água. Este problema não foi objecto de qualquer estudo científico, nem sequer foram consultadas as entidades de referência no domínio da hidrografia, nomeadamente, o Instituto Hidrográfico. O Professor Carvalho Rodrigues, no Programa Clube de Imprensa da RTP2, através de uma experiência simples, mostra-nos os riscos que a TTT em ponte (em qualquer dos corredores) representará para as populações ribeirinhas, no caso de não vir a ser travada a tempo. A falta de rigor e superficialidade do estudo subjacente à TTT no respeitante aos seus efeitos na área molhada, é uma vergonha para a Engenharia Portuguesa, aliás bem patente no parecer sobre o Projecto emitido pelo Gabinete de Sexa. o Chefe do Estado Maior da Armada, quando afirmou  sic. Apesar do Estudo de Impacto Ambiental referir que o Instituto Hidrográfico foi contactado como entidade interessada, convém esclarecer que as solicitações dirigidas àquele Instituto não foram nesse sentido, tendo tido apenas como objectivo a cedência de dados hidrográficos publicados pelo IH. Ou seja, quem sabia da poda, quem tinha a soberania sobre os saberes, não foi consultado!Para ver a totalidade  do video do Clube de Imprensa de 2009.04.29 - Portugal, País de Descobertas? - clique neste link http://ww1.rtp.pt/multimedia/?tvprog=...
Viver à beira do Dique «Chelas-Barreiro» ou «Beato-Montijo ...
 

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