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Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções.

Represa Billings - Reservatório Da Região Metropolitana Paulista

Vídeo que foi colocado no dia 19 de abril de 2009 e foi retirado no dia 2 de julho de 2009 e agora eu que não sou mais dodremon, agora dodremom, porque só assim o Youtube reaceitou, eu o recoloco.A descrição era essa: Fiz esse vídeo sobre a Represa Billings. O vídeo conta 1 pouco do surgimento da Represa Billings, e apresenta Imagens de Mapas, e Fotos. A Represa Billings é o maior reservatório de água da Região Metropolitana de São Paulo. Tem aproximadamente 100 Km² e sua bacia hidrográfica estende-se por mais de 500 km², nos municípios de Ribeirão Pires, Diadema, Rio Grande da Serra, São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo. A oeste, faz limite com a bacia hidrográfica da Guarapiranga e, ao sul, com a serra do Mar. Seus principais rios e córregos formadores são o rio Grande ou Jurubatuba, Ribeirão Pires, rio Pequeno, rio Pedra Branca, rio Taquacetuba, ribeirão Bororé, ribeirão Cocaia, ribeirão Guacuri, córrego Grota Funda e córrego Alvarenga. A represa surgiu em 1925 para gerar energia elétrica e movimentar as principais indústrias de São Paulo. Na época, a carência de água e de recursos energéticos eram preocupantes. Para solucionar o problema, os engenheiros F. Hyde e Asa Billings desenvolveram o Projeto Serra, desviando o fluxo do Rio Tietê para o canal do Rio Pinheiros, a fim de movimentar as águas em direção ao reservatório Billings e gerar energia na usina de Cubatão. No entanto, diversos fatores, como a explosão demográfica, causaram uma série de inundações e a poluição das águas da represa. Em 1988 a reversão das águas poluídas foi paralisada por três anos. Em 1992, as Secretarias de Recursos Hídricos e Meio Ambiente decidiram que o bombeamento das águas do Rio Pinheiros seria realizado somente em algumas situações, como controle das cheias. A água da represa melhorou, porém há um outro fator que ameaçava sua existência: a crescente ocupação irregular e desordenada ao seu redor. Aproximadamente 700 mil pessoas vivem no entorno da Represa Billings, gerando problemas ambientais devido ao lançamento de esgotos domésticos e o desmatamento de áreas verdes. Em função do elevado crescimento populacional e industrial da Grande São Paulo ter ocorrido sem planejamento, principalmente ao longo das décadas de 1950 a 1970, a Represa Billings possui então os seus grandes trechos poluídos infelizmente. Apenas os braços Taquecetuba e Riacho Grande são utilizados para abastecimento de água potável pela Sabesp. A pesca amadora é muito praticada, devido às espécies de peixes encontradas, como tilápias, lambaris, carpas húngaras e traíras, entre outras.

Mais vídeos de Problemas Ambientais.

Soluções para os problemas ambientais são buscadas por instituições governamentais e pela sociedade civil, que tenta colocar em prática iniciativas de preservação, recuperação e conservação ambiental. Conheça nesta edição do Repórter Justiça, programa da TV justiça, quais são os questionamentos mais comuns sobre o assunto. Entenda também quem paga a conta do desmatamento.
Soluções para os problemas ambientais são tema do Repórter Justiça (2/3)
Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.Dublagem: Nina GarciaBaixem em melhor qualidade aqui:http://www.sununga.com.br/HDC/index.p...
Golaço de Diego Souza do meio campo no jogo Palmeiras 3 x 1 Atletico MG ...
Declaraciones de Roberto González, Secretario General de la Central Sandinista de Trabajadores (CST).  El 29 de mayo más de dos mil trabajadores del Ingenio San Antonio y Compañía Licorera de Nicaragua vinieron a Managua para manifestar su respaldo a estas empresas, que están siendo objeto de una campaña de difamaciones sin fundamento técnico y científico alguno, por parte de la Asociación Nicaragüense de Afectados por Insuficiencia Renal Crónica (ANAIRC) y la Federación Internacional de Trabajadores de Alimentos y Bebidas (UITA).A la cabeza de los trabajadores marcharon los principales dirigentes de todos los sindicatos existentes en el Ingenio San Antonio y Compañía Licorera, así como los líderes nacionales de las confederaciones sindicales: José Espinoza Navas, Confederación de Unidad Sindical (CUS), Roberto González, Central Sandinista de Trabajadores (CST), Carlos Martínez, Confederación de Unidad Sindical Autónoma.Los trabajadores y sus dirigentes rechazaron la campaña de boicot a Flor de Caña que viene impulsando ANAIRC y dieron fe de los procesos productivos que, apegados a normas nacionales y certificaciones internacionales de calidad, realizan tanto Nicaragua Sugar como Compañía Licorera.Los manifestantes se dirigieron en primer lugar a las oficinas del Ministerio del Trabajo donde, a la vez que entregaron una carta a la Ministro Jeannette Chávez, sostuvieron una reunión con ella y solicitaron sus buenos oficios para obtener una audiencia con el Presidente de la República. Posteriormente se trasladaron al Centro BAC donde los dirigentes sindicales fueron recibidos por el Presidente del Grupo Pellas, Don Carlos Pellas Chamorro y por varios ejecutivos de Nicaragua Sugar.Durante este encuentro, los líderes sindicales expresaron su total solidaridad con el Grupo Pellas y sus empresas y obtuvieron las garantías de que tanto NSEL como CLNSA no se dejarán amedrentar por la campaña ignominiosa y que continuarán hacia adelante con sus actividades empresariales, comprometidos con el éxito de las mismas, la estabilidad laboral y sus políticas de Responsabilidad Social y Ambiental.Asimismo se abordó el problema de la IRC en su justa dimensión, como una enfermedad que afecta a millones de personas en el mundo y que se presenta en diferentes regiones de Nicaragua. NSEL continuará impulsando, en el marco de sus políticas de Responsabilidad Social, acciones a favor de los afectados por esta enfermedad en la región del Occidente del país.Para más información visite www.laverdadnsel.com.
Grupo Pellas: Rechazo a campaña sobre IRC contra Nicaragua Sugar
TRABALHO REALIZADO EM 2007 PELA EQUIPE DA TURMA 6821 DE MECÂNICA DO CEFET-BA. PROFESSOR GILVANDO.
REDES URBANAS E PROBLEMAS AMBIENTAIS URBANOS
Desperdício  de água tratada pela SABESP  na caixa dágua do Bairro do Jardim Santo Antonio - II na Cidade de Campo Limpo Paulista, São Paulo. Segundo moradores do bairro, esse desperdício ocorre  quase que diariamente, há mais de 14 anos, chegando a uma vazão aproximada de 5m³/s  principalmente no horário notuno, período em que o consumo diminui.Desde 2007 venho reclamando junto à gerência da SABESP através de requerimentos e denúncias aos meios de comunicação como jornais e TVS da região, mas infelizmente até hoje o problema continua sem solução. Esse problema é revoltante, porque além de prejudicar o meio ambiente, devido o aumento no consumo de energia elétrica e produtos químicos, também aumenta o valor cobrado dos consumidores através do aumento do custo no tratamento. Nós moradores de Campo Limpo pedimos responsabilidade ambiental dos responsáveis da SABESP e  que os nossos direitos sejam respeitados. Esse ano  foram investidos $ 9.800.000,00 com a ampliação e modernização da E.T.A de Campo Limpo Paulista, mas o desperdício continua.............ARTIGO 225 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, DIZ QUE A PROTEÇÃO AMBIENTAL É DEVER E DIREITO DE TODOS,
P9220007 DESPERDÍCIO DE ÁGUA TRATADA PELA "SABESP" DE CAMPO LIMPO PAULISTA
 
A Terceira Travessia do Tejo (TTT) em Ponte no Mar da Palha põe definitivamente em risco as populações ribeirinhas das cidades de Lisboa até Vila Franca de Xira e do arco ribeirinho da margem sul (Alcochete, Montijo, Moita, Barreiro, Seixal e Almada). O índice de assoreamento no Mar da Palha é extremamente elevado, como é bem visível nesta fotografia do Dique Vasco da Gama ( http://www.anmpn.pt/images/apvg.jpg ) dado que, o aumento de amplitude do estuário naquela zona provoca uma diminuição significativa da velocidade da água, que facilita a precipitação dos sedimentos que vêm em suspensão. Na maré baixa, no trajecto Seixal - Lisboa, existem locais onde já não passam dois catamarans um pelo o outro. Os cerca de 50 pilares da nova Ponte vão originar igual número de ilhas cujo aumento de volume ao longo dos anos provocará um efeito de Dique, potenciando a ocorrência de catástrofes com inundações das zonas ribeirinhas, em situações de caudais elevados aliadas a ventos e marés vivas equinociais. Efectivamente, dado que os caudais no rio têm vindo a aumentar fruto da diminuição das zonas de infiltração em terra ocupadas pela malha urbana, a introdução de infra-estruturas no rio que funcionam como obstáculos à corrente fará crescer significativamente o nível de assoreamento, potenciando a ocorrência de inundações devido à subida da altura da água. Este problema não foi objecto de qualquer estudo científico, nem sequer foram consultadas as entidades de referência no domínio da hidrografia, nomeadamente, o Instituto Hidrográfico. O Professor Carvalho Rodrigues, no Programa Clube de Imprensa da RTP2, através de uma experiência simples, mostra-nos os riscos que a TTT em ponte (em qualquer dos corredores) representará para as populações ribeirinhas, no caso de não vir a ser travada a tempo. A falta de rigor e superficialidade do estudo subjacente à TTT no respeitante aos seus efeitos na área molhada, é uma vergonha para a Engenharia Portuguesa, aliás bem patente no parecer sobre o Projecto emitido pelo Gabinete de Sexa. o Chefe do Estado Maior da Armada, quando afirmou  sic. Apesar do Estudo de Impacto Ambiental referir que o Instituto Hidrográfico foi contactado como entidade interessada, convém esclarecer que as solicitações dirigidas àquele Instituto não foram nesse sentido, tendo tido apenas como objectivo a cedência de dados hidrográficos publicados pelo IH. Ou seja, quem sabia da poda, quem tinha a soberania sobre os saberes, não foi consultado!Para ver a totalidade  do video do Clube de Imprensa de 2009.04.29 - Portugal, País de Descobertas? - clique neste link http://ww1.rtp.pt/multimedia/?tvprog=...
Viver à beira do Dique «Chelas-Barreiro» ou «Beato-Montijo ...
El Loro plantea en muchos videos que vive en el Pais de las Maravillas. Y aclaro, nosotros no estamos en el primer mundo, pero no nos engañamos como pretende hacerlo éste soquete.Hay situaciones diarias como trasladarse a trabajas o a estudiar, que pueden poner de mal humor a cualquiera, cuando estas situaciones se perpetúan el el correr del tiempo, uno se siente violado, y buscar enroscarse y destilar bronca contra otro, es una buena valvula de escape.Con los años, Buenos Aires se ha convertido en una ciudad realmente irrespirable. Cada vez hay más automóviles. Y la mayoría de los colectivos es un paradigma de lo que está prohibido y es condenable en el nivel de la polución. Está a la vista cómo los caños de escape de los vehículos escupen constantemente monóxido de carbono, óxidos de nitrógeno, hidrocarburos, dióxido de azufre, lo cual produce irritación en los ojos, en la nariz, en la garganta, dolores de cabeza y montones de perturbaciones más, algunas que pueden llegar a ser muy graves.¿Se acuerda? El 27 de septiembre de 1993, un escape de gas cianhídrico en Avellaneda produjo siete víctimas fatales. Ese día fue declarado Día de la Conciencia Ambiental.Pero ¿cuál es la conciencia que nuestras autoridades demostraron desde entonces frente a este tema?Según un informe de la dirección de Política y Evaluación Ambiental porteña, los colectivos provocan el 40% de la contaminación que padecemos los habitantes de esta Capital.Lo recalcamos. Vivimos envueltos en una humareda tóxica, en una nube negra lanzada por los caños de escape que provocan afecciones respiratorias, sensación de ahogo y, con el tiempo, hasta cáncer. Se sabe que mujeres embarazadas que estuvieron expuestas a ese humo contaminante dieron a luz hijos con problemas respiratorios y malformaciones.Pensemos en todos los niños que circulan por las calles de nuestra Buenos Aires, en los bebes que las mamás llevan en sus preciosos cochecitos. ¿Qué inhalan esos bronquios? ¿Cuál es el contacto físico de los recién nacidos con el aire de la ciudad? ¿Y qué consecuencia les va a traer en su salud actual y futura?Los óxidos de azufre irritan ojos y garganta. La polución del aire produce de todo: hasta náuseas y mareos.Ya en 2004 este diario decía: El tránsito de la ciudad genera por año unos 3,8 millones de toneladas de dióxido de carbono, equivalente al 29% del total de las emisiones de gases con efecto invernadero que aporta el área metropolitana de la ciudad de Buenos Aires al ambiente.Ni hablar de la otra contaminación, la acústica. Escapes libres, sirenas, rugidos y chirridos del transporte en general, alarmas, zumbido de sierras y estridencias de obras en construcción, estampidas de camiones recolectores de basura, de procesos de carga y descarga de mercadería; todo ese descontrol parece taladrarnos el cerebro.Según la Organización Mundial de la Salud, ya en 2003 Buenos Aires era la ciudad más ruidosa de América latina y la cuarta en el nivel mundial, detrás de Tokio, Nagasaki y Nueva York. Según dicen, Buenos Aires tiene actualmente el triple de ruidos que hace treinta años.Los problemas de oídos que eso implica no son menores, claro. Y los psicológicos, derivados de todo ese barullo, ni hablar.Todos estos temas de contaminación vial son controlados esporádicamente, son multados esporádicamente, pero nuestra experiencia del día a día nos dice que nada funciona realmente según un plan estructural.Nuestros ojos siguen llorando, nuestros pulmones siguen reclamando, nuestros corazones siguen clamando. Hay un humo espeso que rodea nuestra vida... que nos apresa, que nos asfixia.Queremos una ciudad con un aire respirable, con un ruido aceptable, donde los entre 10.000 y 15.000 colectivos que dan vuelta por esta urbe gocen de un buen estado de mantenimiento, donde los infractores paguen sus infracciones, donde haya una conciencia mínima acerca de los perjuicios a nuestra salud que produce toda esa polución de gases, ruidos y olores.Tenemos derecho a vivir mejor. Tenemos derecho a respirar un aire más limpio, en una ciudad menos ruidosa y sentir que nuestra salud es un tema de preocupación de los que nos gobiernan.No pretendemos que una jungla de cemento tenga la serena placidez de una aldea impoluta. Pero puede tener, dentro de su vitalidad y de su dinamismo, un mínimo de orden, de equilibrio, de controles y de limpieza. No tiene por qué ser todo caos y locura, destrucción y agresión.Mejorando, además, la atmósfera de nuestra ciudad, mejoraremos también la de todo el planeta, porque el oxígeno que respiramos es uno; ningún país, ninguna comarca lo encasilla, sino que circula por toda la Tierra.
Botnia, ¿por que el Loro vive caliente 2 ?
Taller: Problemas ambientales de México y el mundo: Herramientas para su tratamiento desde la escuelarealizado en CRAM 30FMB0007K, Pánuco, Ver.
Curso-Taller, Ambiental
Siguiendo con su apuesta ecológica, Coterránea estuvo presente en la conferencia sobre Selección de Residuos y Reciclaje que se llevó a cabo en el country cordobés Las Delicias, donde disertó la bióloga Liliana Arguello y contó con la presencia de las integrantes de la Comisión de Ecología del Jockey, vecinos y directivos del barrio.El pasado 25 de noviembre la bióloga Liliana Arguello brindó una charla informativa a los vecinos del country Las Delicias, organizada por la residente Marta Solterman de Blangino, quien se interesó por el tema luego de conocer la experiencia ecológica en el Country Jockey Club.Por esta razón, tuvo como invitados especiales a los integrantes de la flamante Comisión de Ecología de este barrio del sur, quienes compartieron con todos los presentes sus vivencias en materia de recolección diferenciada de basura, que comenzaron a realizar en el mes de octubre.También fueron invitados representantes de los distintos countries de la ciudad, de modo que transmitan lo aprendido en sus barrios para lograr concientizar a la mayor cantidad de gente posible y así entre todos comenzar a provocar un cambio que sea efectivo para el medio ambiente.La solución al problema ambiental está en lo chiquito, porque se generó en lo chiquito, como la mayoría de los problemas complejos. La pequeña acción de cada uno puede ayudar a frenarlo, sentenció la bióloga.
Conferencia en Las Delicias por ecología . Selección de Residuos Diferenciados. Coterránea
Algunas imagenes para generar conciencia sobre el problema ambiental del planeta
EL calentamiento global
 
Os Problema Ambientais
Problemas ambientais by Pedro
Abra Pampa es la ciudad cabecera del departamento de Cochinoca, en la provincia argentina de Jujuy.Es un centro de servicios de la Puna, la 2º población en importancia de la región, luego de La Quiaca de la que se encuentra 73 km al sur, por la RN 9, pavimentada, que también la comunica con la capital provincial, distante 224 km.Se encuentra situada en la entrada meridional de la gran altiplanicie conocida como la Puna Argentina, al pie de cerro Huancar.La localidad fue fundada el 30 de agosto de 1883 como nueva capital del departamento, 22 km al este del antiguo pueblo de Cochinoca.Si bien de acuerdo a fuentes periodísticas recientes (revista Rumbos 1/ago/2004) tendría 16.000 hab., el censo INDEC de 2001 le asigna 7.496 hab. al área urbana y 9.425 hab. a todo el municipio.Abra Pampa es nexo de unión entre la Puna, las selvas y los valles, Abra Pampa es una ciudad netamente comercial, pese a esto su indice de desocupación es alto.Es una ciudad cosmopolita con una población de 9.425 habitantes, su principal actividad es el comercio que se está viendo favorecido por su ubicación geográfica.La ciudad actualmente tiene un grave problema ambiental provocado por la mina, ubicada al costado de la ciudad y productora de plata y plomo. La empresa propietaria Metal Huasi SA, la cerró en 1985, y sus directivos con total actitud negligente y criminal, dejaron las escorias y sobrantes apiladas en el predio y al costado de varios barrios, como el 12 de Octubre, provocando así la dispersión de las particulas de plomo. La contaminación resultante es tan alarmante que muchos niños, presentan niveles de plomo en sangre cercanos al 30mcg/dl, cuando el maximo permitido por ley es de 10mcg/dl, aunque se ha demostrado que ya con un 5 mcg/dl alcanza para provocar distintos problemas neuronales y cognitivos. Durante 17 años, se ocultó este tema, llegando al punto de negarse, la salud publica, a entregar los resultados de los análisis a los pobladores. Recién en 2007, y varias investigaciones periodísticas mediante, la situación de Abra Pampa adquiere estado público y se cuestiona el accionar de las autoridades nacionales y provinciales. Ese mismo año, el Defensor del Pueblo de la Nación dicta una resolución [1] recomendando al gobierno de la provincia de Jujuy que se otorgue tratamiento, en forma urgente, de todas las personas afectadas. También recomienda a la Secretaría de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la Nación que implemente las medidas necesarias para garantizar que -hasta tanto se realice la recomposición del pasivo ambiental- los residuos sean aislados en forma efectiva para que no causen más daño a las personas y al ambiente. Actualmente, la Nación cuenta con un crédito del BID para implementar un Plan de Remediación en la zona. El mismo demandará 3 años (2008-2010) y se desarrollará en conjunto con la provincia quienes, además, pusieron en marcha un plan de acciones inmediatas (fines de 2007) para atender la situación hasta tanto se inicie el proyecto del BID. El Plan de Remediación prevé -entre otras cosas- trasladar los residuos a la mina de la empresa minera Aguilar para su tratamiento, realizar una limpieza del lugar y dar tratamiento a las personas afectadas. A pesar de que las actividades ya se han iniciado, los pobladores denuncian incumplimientos y demoras en las tareas previstas.También encontramos en la localidad otras empresas (como una curtiembre) que podrian causar contaminacion debido a los residuos que eliminan del producto de sus actividades.Obtenido de http://es.wikipedia.org/wiki/Abra_Pampa
ABRAPANPA-LA PUNA -JUJUY,CANTA TOMÁS LIPÁN
Moradores revoltados com descaso ambiental segundo eles as casas construídas pelo governo para atender a demanda dos programas sociais, são projetadas para despejar esgoto dentro do igarapé ouricurí o problema acontece na área do bairro placas e o repórter adaílson oliveira foi lá conferir
Problemas Bairro Placas
Este verdadeiro crime ambiental acontece  todos os dias e diversas vezes ao dia. Catadores de lixo vêm à este local, aos pés da Universidade Lusíadas - Campus III (Linha do trem com a Rua 28 de Setembro, no Macuco em Santos) e colocam fogo em fios de cobre e outros materiais para extrair o metal, valioso para eles. Sem escrúpulos, não se importam com a saúde delas mesmas, das pessoas e do planeta. O problema já foi denunciado diversas vezes. As autoridades não tem interesse em resolvê-lo. A administradora da linha férrea, a ALL, a Prefeitura de Santos, o Ministério Público, o Ibama, a Cetesb, os Bombeiros, a Polícia Militar, a Universidade Lusíadas, todos foram comunicados, empurram entre si as responsabilidades e o problema permanece. Falham todos: a municipalidade, pois a cidade está a mercê de carrinheiros que atuam sem a mínima ordem e fiscalização. A Universidade Lusíadas perde a oportunidade de capitanear um movimento de concientização, denunciar e buscar solução para o problema que aflige a comunidade. Falta em seu papel de instituição de ensino e da própria função  da universidade. Não merece esse título.Tenho vergonha da minha cidade por ser tão suja, tão poluída! Poderia facilmente ser evitado. Quem aguenta isso todos os dias?
Queimadas em Santos causa poluição e aquecimento global
O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) promoveu, no dia 18 de novembro, em Uberlândia, a primeira consulta publica do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH). Representantes da sociedade civil e do poder público da região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba participaram do evento, que discutiu a Política de Recursos Hídricos, os problemas ambientais do Estado, os conflitos no uso da água e os instrumentos de gestão existentes.Reportagem feita por Rafael Ferreira, da TV Paranaiba, afiliada Record, em Uberlândia.
Plano de Recursos Hídricos debatido em Uberlândia
 
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comeu, bebeu e culpou o outro
AL FONDO DE LA BAHIA es un documental diseñado para su empleo como herramienta de educación y sensibilización medioambiental, acerca de los problemas más importantes que afectan al litoral. Se trata de una película que retrata las repercusiones que el modelo de desarrollo seguido durante el siglo XX han tenido sobre los ecosistemas litorales, y los modos de vida ligados a éstos.Para hacer comprensible y cercana la temática que se trata, esta película combina el más amplio abanico de puntos de vista para analizar los diferentes problemas que afectan a un entorno litoral concreto: la Ría del Carmen y Boo, la ría que más claramente refleja los diferentes tipos de impactos ejercidos por el hombre sobre la zona industrial más emblemática de Cantabria, el Arco Sur de la Bahía de Santander. Científicos, políticos, pescadores, ecologistas, empresarios... Hasta 20 entrevistados plasman sus opiniones y experiencias, que en conjunto ilustran la historia y evolución de una ría y una bahía, las dos caras del progreso: crecimiento económico y degradación medioambiental.Sin embargo, lejos de transmitir una idea catastrofista o alarmista, Al Fondo de la Bahía dedica una gran parte de su contenido a las soluciones e iniciativas que se están poniendo en marcha para paliar los problemas. Nos ofrece un mensaje optimista, de futuro, de asunción de problemas y búsqueda de soluciones, y de fomento de la cooperación para conseguir un cambio hacia un nuevo modelo de desarrollo: el desarrollo sostenible.
"Al Fondo de la Bahía" de Santander
video faz denuncia dos problemas ambientais causodos pelo garampo
os problemas causado pelos garimpos
Terra é o único planeta do Sistema Solar capaz de gerar BIOSFERA dinâmica e caótica... em total (des) equilíbrio ambiental... O ciclo da água, aqui representado, é um dos ciclos biogeoquímicos da nossa bola... Utilize, com moderação esse vídeo ! (água não é, nunca foi e jamais será problema: apenas solução... afinal o planeta é água, em vários estágios e formas !)
Ciclos biogeoquímicos (Água).wmv
Trabalho de grupo de estudantes do curso de Direito da Uneb, campus Salvador, com a temática Meio Ambiente e Cidade: A Especulação Imobiliária e a Degradação Ambiental.O vídeo busca transmitir que um dos principais problemas da expansão de obras insustentáveis é a falta de consciência das pessoas ao comprarem imóveis que degradam o Meio Ambiente. A principal contribuição que podemos ter para preservar o meio ambiente é dar importância ao que consumimos, escolhendo produtos sustentáveis.
Barbeiro's Ville Direito UNEB campus Salvador
 
No oeste catarinense, sete municípios se juntaram para solucionar os problemas causados pela degradação dos recursos hídricos na região. Foi, então, criado o Consórcio Iberê, que aplica uma metodologia de gerenciamento ambiental participativa, intermunicipal e integrada.
Consórcio Iberê
Thiago e Bruno fazem parte de um grupo que enxergou o futuro. Tiveram uma idéia, montaram um projeto e construíram o protótipo de um robô que no futuro pode ajudar a resolver um grave problema urbano de Manaus. Nós fizemos o robô com este intuito: preservar a natureza e conscientizar as pessoas, afirma o estudante Bruno Lins. Mais de 100 quilômetros de igarapés atravessam toda a cidade de Manaus. Sobre esses cursos d água foram erguidas favelas urbanas. Todos os dias são retiradas dessas áreas toneladas de lixo. O protótipo desenvolvido pelos estudantes quer, no futuro, auxiliar esse trabalho.O equipamento é programado para chegar a áreas de difícil acesso e recolher o lixo. O protótipo do robô é testado em um parque e chama atenção de quem passa.Os estudantes aproveitam para divulgar a necessidade de cuidar melhor do ambiente. Boas idéias são sempre bem vindas. Quanto mais pessoas dedicarem seu tempo a ter boas ideias para melhorar a qualidade de vida de outras pessoas e o meio ambiente, com certeza essas ideias podem virar realidade, conclui o estudante Tiago Carvalho.
Robô Ambiental
Um projeto que visa sensibilizar e conscientizar a população regional quanto aos problemas ambientais e ressaltar a importância da mudança de hábitos para a preservação do planeta e da vida. Serão abordados vários temas ambientais com dicas simples que todos podemos praticar, construindo um mundo melhor e mais VERDE.
Notre Dame - Pense Verde
CRÓNICA: http://asturiasverde.blogspot.com/200... l poliestireno expandido o también conocido como corcho blanco es un nuevo problema ambiental en aumento en la costa. En principio se trata de un material que tiene fácil reciclaje, pero el problema es que su mal uso hace que muchos de los embalajes no terminen en el contenedor adecuado, sino flotando en la mar. El poliestireno se puede romper y desmenuzar en una nieve de bolitas blancas, pero resulta muy difícil de recoger, se mueve con facilidad ya sea flotando o por la acción del viento y lo peor es que no es biodegradable, por lo que esta nieve artificial que decora nuestras playas puede permanecer en ellas durante siglos.El problema crece de forma exponencial debido al éxito que tiene este material en la fabricación de cajas para el transporte y distribución del pescado y marisco fresco. Si no se encuentra una solución al problema se tendrá que ir pensando en prohibir el poliestireno expandido para embalajes de pescado.+ MÁS INFORMACIÓN EN: http://www.asturiasverde.com/oceanos
Crónica: POLIESTIRENO EXPANDIDO nieve artificial en las playas
ASPECTOS A TENER EN CUENTA EN LA PREVENCIÓN DEL DENGUE1. INTRODUCCIÓNLos actuales brotes del dengue en Paraguay y sus efectos colaterales en países fronterizos del cono sur, constituyen una coyuntura sanitaria que debe ser atendida con alta prioridad a nivel regional.Esta enfermedad es un problema fundamentalmente doméstico, directamente relacionado con el saneamiento ambiental y propiciado por condiciones climáticas adversas (lluvias) y precarios sistemas de manejo de los desechos sólidos.2. CARACTERÍSTICAS DE LA ENFERMEDADEl dengue es una enfermedad viral transmitida por un tipo de mosquito (Aedes aegypti), que se cría en el agua limpia acumulada en recipientes y objetos en desuso. Si un mosquito pica a una persona que tiene dengue, se infecta con el virus y aproximadamente una semana después puede transmitir el virus al picar a una persona sana.3. SÍNTOMASSe caracteriza por fiebre que se puede acompañar con dolor de cabeza, dolores de músculos y articulaciones (se la denomina en el norte de América del Sur, fiebre quebrantahuesos), náuseas, vómitos y cansancio intenso. También pueden aparecer manchas en la piel, acompañadas de picazón, especialmente en manos y pies. El cuadro general es de una falsa gripe: el paciente no tiene resfrío, no estornuda.a. ¿Qué se debe hacer ante la aparición de estos síntomas?Lo más importante es acudir rápidamente a la consulta médica en el centro de salud más cercano. El enfermo con dengue debe hacer reposo y beber mucho líquido, no tomar aspirinas (ácido acetil salicílico). Se pueden utilizar antiinflamatorios tales como paracetamol o ibuprofeno.b. ¿Puede el dengue ser mortal?Existe una forma grave del dengue, llamado dengue hemorrágico, que puede llevar a la muerte si el paciente no es atendido en forma rápida.El paciente debe ser aislado para evitar la propagación de la enfermedad.4. CARACTERÍSTICAS DEL TRANSMISOREl Aedes aegypti es un mosquito de tamaño pequeño y de color oscuro, presenta bandas blancas en el cuerpo y las patas, muy visibles sobre un fondo oscuro.La hembra pone huevos en recipientes pequeños que contengan agua limpia o de lluvia, evolucionando en el agua entre 5 a 10 días dependiendo de la temperatura ambiental.Se requieren temperaturas ambientes constantes de 25ºC mínimas, para que el mosquito pueda completar su desarrollo.Aedes aegypti5. MEDIDAS PREVENTIVASNo existe vacuna contra esta enfermedad. La única forma de prevención es impedir la presencia del mosquito transmisor en las viviendas y cerca de ellas. Para ello deben eliminarse todos los posibles criaderos.LO MAS IMPORTANTE ES IMPEDIR LA REPRODUCCIÓN DEL MOSQUITO.a. Evitar tener dentro y fuera del domicilio recipientes que contengan agua estancada limpia.b. Remover el agua de canaletas y recodos, floreros, peceras y bebederos de animales al menos cada TRES (3) días.c. Desechar todos los objetos inservibles que estén al aire libre en los que se pueda acumular agua de lluvia: latas, botellas, neumáticos, juguetes, etc.d. Mantener boca abajo los recipientes que no estén en uso (baldes, frascos, tachos, tinajas, cacharros, etc.)e. Tape los recipientes utilizados para almacenar agua como tanques, barrilles o toneles.6. SITIOS DE INTERES PARA CONSULTAa. www.msal.gov.ar (Ministerio de Salud de la República Argentina)b. www.pasteur.secyt.gov.ar (Instituto de Zoonosis Luis Pasteur)c. www.pahao.org (Organización Panamericana de la Salud)d. www.cdc.gov (Centro de Control de Enfermedades de EE.UU)e. tecnico@remonta.mil.ar. (Comando de Remonta y Veterinaria-Dpto Vet e Insp Téc-4576-5600 Int 416).Fuente: http://www.ejercito.mil.ar/proteccion...
Campaña contra del Dengue Como prevenir
 

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