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Problemas Ambientais: causas, efeitos e soluções.

Botnia, ¿y estos tienen el tupe de exigirnos a nosotros?

No tienen credenciales morales para pedirnada, y tienen tanto kilombo ambiental REAL adentro que es un chiste que se preocupen por una fábrica cuya tecnologia es la envidia de antipasteros reconocidos como Jorolanzbueno, antipasteros no, anti pastera en Uruguay, ya que el reconocio alegrarse por las tecnologias similares a Botnia que se instalarán en Argentina, ¿que doble discurso eh???!!!REcien ahora se dan cuenta que el PIG no tiene planta de tratamiento como BOtnia si lo tiene. Inversión de 15 millones «Se firmó el convenio para la planta de efluentes del Parque Industrial El acuerdo se rubricó en la Secretaría de Medio Ambiente de la Nación, en donde el estado nacional se compromete a prestar asistencia financiera a la provincia, quién tendrá la responsabilidad de ejecutar la obra. Se invertirán 15 millones de pesos.. Participaron del encuentro con la funcionaria nacional el ministro de Gobierno, Adán Bahl; el secretario de Medio Ambiente, Fernando Raffo; el senador nacional Pedro Guastavino; y el intendente de Gualeguaychú, Juan José Bahillo.Esta obra contribuirá a configurar un medio propicio para llevar adelante una política de inversiones productivas, ya que es un elemento concreto que agrega competitividad a la economía regional. El convenio establece que la provincia se compromete a ejecutar la planta de tratamiento de efluentes teniendo a su cargo el proceso licitatorio, adjudicación, dirección técnica e inspección de obra. La Secretaría de Medio Ambiente se compromete a prestar asistencia financiera a la provincia por una suma cercana a los 14 millones y medio de pesos, de los cuales 13.129.159 serán destinados a la construcción de la planta y 1.283.250 a la expropiación del terreno.La obra está calculada no sólo para evacuar y tratar el caudal actual, sino que tiene en cuenta la proyección de crecimiento de los próximos 25 años. Consiste en una estación de bombeo y más de 9.000 metros de cañerías y lagunas de estabilización. Esta obra solucionará el grave problema del vuelco de los efluentes industriales crudos al río Uruguay. Urribarri insistió ante el intendente en incrementar las medidas de control para que las industrias realicen el adecuado tratamiento previo en sus propias plantas, las que luego vuelcan a la planta de tratamiento general. Luego de la firma del convenio, el gobernador, sus funcionarios y las autoridades de Gualeguaychú mantuvieron una prolongada reunión con la secretaria Picolotti en la que se acordaron fundamentalmente mecanismos de trabajo conjunto. Declaraciones de UribarriDebemos contribuir a que Gualeguaychú sea un símbolo de lo ambiental en la Argentina. Debe estar en unos años en las antípodas de la contaminación. Debe poder demostrar al mundo que se puede ser una ciudad desarrollada industrialmente, manteniendo el ambiente limpio, expresó el gobernador Sergio Urribarri tras la firma del convenio con la secretaria de Medio Ambiente de la Nación, Romina Picolotti.» http://www.maximaonline.com.ar/nota.p...http://lascosasdenestor.blogspot.com/...http://www.gente.com.ar/nota.php?ID=1...

Mais vídeos de Problemas Ambientais.

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Video Problemas Ambientais
O Brasil do século XXI
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Novo Telecurso - Ensino Médio - História - Aula 80 (2 de 2)
Con este podcast tratamos  de la formación de la personalidad del niño, ayudándole a descubrir el sentimiento de la tristeza para favorecer así un mejor conocimiento de sí mismo y un mayor respeto y sensibilidad hacia los problemas de los demás.
LA SIRENITA
Dezenas de especialistas de todo o mundo se reuniram em São Paulo na última semana para o congresso Ar Limpo  Transporte sustentável e mudança climática, que discutiu soluções para os complexos problemas ambientais criados pelos meios de transporte nas grandes cidades. A quase totalidade dos palestrantes mencionava a cidade de Bogotá (Colômbia) como paradigma, quando se tratava de defender que um transporte sustentável é possível.O segredo de Bogotá é ter conseguido convencer seus cidadãos de que é preciso ter uma cidade que inclua as pessoas e não os carros, afirma Oscar Edmundo Diaz, diretor-executivo do Instituto para o Desenvolvimento de Políticas de Transportes (Nova York  EUA), e assistente do ex-prefeito de Bogotá, Erique Peñalosa na New York University.A cidade de 6,5 milhões de habitantes sofreu uma modificação radical durante a gestão Peñalosa, de 1998 a 2001. A pedra de toque da revolução nos transportes foi o Transmilênio, sistema semelhante ao de Curitiba, com ônibus expressos circulando em canaletas elevadas, com pagamento antecipado de tarifas e embarque em estações elevadas. O importante é criar um bom transporte público. Em todas as partes do mundo onde as classes altas usam transporte público, só fazem isso porque é mais rápido e mais econômico que o carro.O carro perdeu espaço nas ruas de Bogotá. A diferença salta aos olhos quando se comparam fotos do centro da cidade antes e depois da virada do século. Antes, havia engarrafamentos intermináveis calçadas cobertas de carros estacionados. Hoje não se pode dizer que não haja engarrafamentos, mas a população aprendeu a respeitar o espaço do pedestre. Estacionar na calçada é como construir um puxadinho no espaço público. Quando decidimos acabar com isso, muitos reclamaram. Mas o direito ao estacionamento não está em nenhuma Constituição. É um problema privado, que requer uma solução privada, com recursos privados, diz Diaz.Quando Peñalosa começou sua administração e mostrou, logo no início, sua disposição em tirar espaços dos automóveis, o reflexo na popularidade foi inequívoco: 18% de aceitação e 77% de rejeição. Houve inclusive um movimento pró-impeachment, que não vingou. O que fez a diferença em Bogotá, é que tivemos um político especial, que não governa de acordo com as pesquisas de opinião, mas de acordo com um plano e uma missão de cidade. Tomava decisões sem se importar com o risco político que estava correndo.Decididamente não foi fácil para muitos habitantes receber a notícia de que a prefeitura decidira desistir da construção de um grande viaduto elevado (projeto semelhante ao do Minhocão, em São Paulo) numa via movimentada do centro. Decidimos não fazer. O resultado foi que as vias do centro ficaram mais congestionadas ainda. Era exatamente o que queríamos, afirma Diaz.Os recursos públicos do Minhocão de Bogotá foram investidos, segundo Diaz, em ciclovias, saneamento básico e recuperação urbana, sobretudo das áreas de pedestres. Não havia ciclovias em Bogotá até 1998. Hoje, são 330 quilômetros, utilizadas por 350 mil pessoas que vão ao trabalho de bicicleta todos os dias  incluindo Oscar Edmundo Diaz, quando ainda morava em Bogotá. As ciclovias são integradas com terminais de transportes coletivos. Os ciclistas pedalam livremente, zombando dos motoristas parados nos engarrafamentos.Hoje, 21% dos usuários do Transmilênio possuem um carro, mas o deixam na garagem para ir ao trabalho, porque é mais rápido e econômico ir no coletivo. Construímos jardins da infância, colégios, piscinas, bibliotecas nas áreas pobres de Bogotá com recursos das obras viárias. Colocamos em segundo inclusive os metrôs, muito caros. É preciso decidir prioridades.O local onde seria projetada uma autopista de oito faixas ganhou, no lugar da estrada, um parque linear de 45 quilômetros, para pedestres e ciclistas, passando por um bairro pobre. Não aceitariam isso em São Paulo, ouço dizer aqui. Mas a maioria não aceitou também em Bogotá. Começaram a perceber depois as vantagens de se ter uma cidade voltada para a pessoa, diz Diaz. Apenas no último ano de mandato a popularidade de Peñalosa foi restabelecida, com 50% de aprovação.Outro projeto redesenhado foi o do asfaltamento de áreas pobres da periferia. Para que asfaltar se as pessoas ali não têm carro? Para elas comprarem um? Para dar uma aparência de desenvolvimento? Eles não precisavam disso, mas de creches e escolas. Em vez de asfaltar, construímos lindas ciclovias ao lado das ruas de terra, conta Diaz.
UNIDADE 2022, reflexôes em ciclovia
Trabalho realizado para a cadeira de Ergonomia.

O Ruído como problemática, o Ambiente como solução . . .
2B2_2008_179.m4v
 
Una persona enciende fuego en pastos naturales, cuando se le pregunta por qué lo hace contesta que para limpieza y mantener prolijo el campo. A la pregunta de si esa vegetación le molesta o afecta en algo responde NO.En la región de Chajarí, Departamento de Federación y otras zonas utilizan como método de limpieza de campos y quintas la quema de vegetación natural, esta práctica es incorrecta y causa problemas ambientales.Desconocen por completo los daños que producen, no saben que contribuyen a la situación de sequía, pérdida de suelo y nutrientes, pérdida de Biodiversidad, favorecen la dispersión de algunas plagas, y obviamente aportan al calentamiento global.Ignoran también que los pastos, arbustos, espinillos, cina-cinas, coronillos y otros los benefician en situaciones tanto de calor y sequía como cuando hace frío o se producen grandes lluvias.La quema y destrucción de vegetación natural es innecesaria y perjudicial.Conservar y proteger pastizales, arbustales y bosquecitos en bordes de quintas, caminos, campos, nos beneficia en múltiples aspectos.
Quema de vegetación natural un problema ambiental en la región de Chajarí.
Actores de EL CAPO, se unen a campaña de GREENPEACE que busca salvar y proteger los páramos.Marlon Moreno, Marcela Mar, Oscar Borda, Elkin Díaz, Katherine Vélez, Juan Carlos Vargas, María Lara y Natalia Jerez se unieron a la Organización Ambientalista Greenpeace a través de unos videoclips que se emitirán en Colombia, a la campaña que busca crear conciencia sobre el cambio climático para salvar los Páramos en el país. Invitando a las personas a ingresar a www.greenpeacecolombia.org, los actores de la exitosa serie que se emite por el Canal RCN buscan que la gente conozca más sobre este grave problema ambiental. El aumento de la temperatura global del planeta puede llevar a los páramos a su desaparición irreversible, ya que las temperaturas más cálidas presionan a estos ecosistemas hacia las cumbres de las montañas, dejándoles muy poco espacio para desarrollarse.  Por eso es imperativo que para evitar esto, Colombia se comprometa a acabar con la deforestación de sus bosques y selvas, incluida la parte colombiana de la Amazonía, , afirma Gonzalo Strano, de Greenpeace.
Spot GP El Capo 03.flv
Dispongo esto como un foro para q expreses tus ideas con respecto a este temaUn video utilizando animaciones (novato de por cierto xD) nos orienta a que veamos el problema de la contaminacion de una manera en el que podamos confiar en que asi como nosotros aportamos a este mal tambien podemos remediarlo . Favor de ver el vod en watch high quality (ver maxima calidad)
Conciencia Ambiental Anarquia05 Peru 2008
Video sobre problemas ambientais
Disk SA - Geo Parte 2
Disertación sobre la situación actual de la Cuenca Matanza-RiachueloMONDINO INSISTIRA PARA QUE SE CUMPLA EL FALLO DE LA CORTE SOBRE EL RIACHUELO El Ombudsman nacional aseguro que la ACUMAR es ineficaz porque no esta cumpliendo con el fallo del Máximo Tribunal. El Defensor del Pueblo de la Nación, Eduardo Mondino, aseguró  que exigirá al juez el cumplimiento de los plazos que fueron fijados a la ACUMAR porque, de lo contrario, irá a la Corte Suprema de Justicia ya que las metas son posibles y son parte de este plan que constituye un paradigma en derechos ambientales.  Tras las dos presentaciones realizadas por la Autoridad de Cuenca Matanza-Riachuelo, Mondino aseguró que el Juez de Ejecución, en su resolución del 22 de octubre, reconoce todas las falencias resaltadas por el Cuerpo Colegiado e intima a corregirlas, pero al no aplicar sanciones estamos analizando si opera como modificación del fallo de la Corte.La sentencia de la Corte fijó un programa obligatorio, con plazos y sanciones en caso de incumplimientos injustificados y nos encomendó a realizar el control del Plan de la cuenca a través de un cuerpo colegiado encabezado por la Defensoria del Pueblo de la Nación que en sus dos informes encontró que la ACUMAR es ineficaz destacó el Ombusdsman.Mondino detalló que, tras las pruebas presentadas, el Cuerpo Colegiado le pidió al Juez Federal de Quilmes, Dr. Luis Armella, que aplique multa diaria a la Presidente de la Autoridad de Cuenca por la falta de inspecciones a todas las industrias, la ausencia del informe sobre la calidad del aire, por la insuficiencia del informe con datos sueltos sobre agua superficial y subterránea que no resulta claro y por las deficiencias del sistema de información ambiental.El Defensor del Pueblo disertó sobre la Situación actual de la Cuenca Matanza-Riachuelo Invitado por la Academia Nacional de Farmacia y Bioquímica, a través de su  Presidente, Dr. Modesto Carlos Rubio, y como parte del ciclo Contribución de las Ciencias Básicas a un estudio de la contaminación ambiental.En su presentación, el Ombudsman destaco el fallo del Máximo Tribunal al que calificó como un proceso judicial inédito, a favor de los daños colectivos, y que procura mejorar la calidad de vida, recomponer el ambiente y prevenir los daños futuros.Mondino detalló las recomendaciones que el organismo a su cargo elevó a los distintos poderes del Estado, el seguimiento, la evaluación y el control de esas presentaciones. A su vez, resumió las causas por las que desarrollaron el primer informe sobre el tema, originado a través de las denuncias de una particular y de la Asociación de Vecinos de la Boca partimos de tres ejes: la situación sanitaria del lugar, por lo que toda intervención no debía estar fuera de un planteamiento sobre los derechos humanos de los habitantes cercanos a la cuenca; los graves síntomas de la degradación ambiental y los causantes de ese efecto como la actividad industrial, el polo petroquímico, los depósitos clandestinos, los servicios sanitarios y, en tercer lugar, el caos que rodeaba al Comité Ejecutor Matanza Riachuelo, encargados de encarar la solución del problema.Finalmente, el Defensor recordó que su intervención fue para se resguarden los intereses de incidencia colectiva de 7 millones de habitantes con el objetivo de garantizar el derecho a disfrutar del ambiente sano como bien jurídico protegido constitucionalmente en los artículos 41 y 43 de la Constitución Nacional.DEFENSOR DEL PUEBLO DE LA NACIONPRENSA Y DIFUSION 153/08   31/10/08
Mondino en la Academia Nacional de Farmacia y Bioquímica
 
O terceiro vídeo da Campanha ambiental da JSD Oeiras. Este é sobre o Aquecimento Global, o maior desafio e problema que o Ambiente enfrenta hoje em dia.
Aquecimento global--JSD Oeiras
La cadena estadounidense minorista Target, está retirando del mercado osos de peluche alusivos al día de San Valentín, después de haber comprobado en ellos la presencia de altos niveles de plomo. Los osos se hicieron en China.El mensaje del oso contiene letras que tienen niveles de plomo nueve veces mayor al límite legal en productos para niños menores de 12 años de edad. Los investigadores del Centro de Salud Ambiental, un organismo sin fines de lucro con sede en California, notificaron a la fiscal general de California sobre el producto.[Carolyn Cox, Centro de Salud Ambiental, Directora de Investigaciones]: El oso que enviamos al laboratorio para su análisis, contiene en el plástico rojo 2.690 partes por millón [plomo]. Que es nueve veces la norma federal . El Fiscal General de California, Jerry Brown, pidió a Target detener de inmediato la venta de los osos, y reembolsar a cualquiera que hubiera comprado uno.El plomo se acumula en el cuerpo y consigue afectar el desarrollo del cerebro en los niños. Puede dar lugar a problemas de aprendizaje y de comportamiento.[Carolyn Cox, Centro de Salud Ambiental, Director de Investigación]: Los niños pueden acabar con cambios potencialmente permanentes en su cerebro, haciéndoles más difícil que les vaya bien en la escuela y con más problemas de comportamiento, tales como el TDAH. (Trastorno por deficit de atención con hiperactividad)Recientemente hubo problemas de seguridad con el plomo y otros materiales tóxicos en los productos elaborados en China. El mes pasado, una investigación encontró altos niveles de cadmio, un metal tóxico pesado, en joyería para niños fabricada en China.
Target retira del mercado osos de peluche contaminados con plomo
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Documentário Expedição Manuelzão Ribeirão da Mata_parte 1
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HYPNOTZION - O 2º CHÁ
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No em donguis la llauna
 
Crítica sárcastica de nuestro mundo actual. En un mundo con terrorismo, guerras, destrucción ambiental, problemas sociales, etc. Nuestra visión del mundo.
Wonderful World
A Terceira Travessia do Tejo (TTT) em Ponte no Mar da Palha põe definitivamente em risco as populações ribeirinhas das cidades de Lisboa até Vila Franca de Xira e do arco ribeirinho da margem sul (Alcochete, Montijo, Moita, Barreiro, Seixal e Almada). O índice de assoreamento no Mar da Palha é extremamente elevado, como é bem visível nesta fotografia do Dique Vasco da Gama ( http://www.anmpn.pt/images/apvg.jpg ) dado que, o aumento de amplitude do estuário naquela zona provoca uma diminuição significativa da velocidade da água, que facilita a precipitação dos sedimentos que vêm em suspensão. Na maré baixa, no trajecto Seixal - Lisboa, existem locais onde já não passam dois catamarans um pelo o outro. Os cerca de 50 pilares da nova Ponte vão originar igual número de ilhas cujo aumento de volume ao longo dos anos provocará um efeito de Dique, potenciando a ocorrência de catástrofes com inundações das zonas ribeirinhas, em situações de caudais elevados aliadas a ventos e marés vivas equinociais. Efectivamente, dado que os caudais no rio têm vindo a aumentar fruto da diminuição das zonas de infiltração em terra ocupadas pela malha urbana, a introdução de infra-estruturas no rio que funcionam como obstáculos à corrente fará crescer significativamente o nível de assoreamento, potenciando a ocorrência de inundações devido à subida da altura da água. Este problema não foi objecto de qualquer estudo científico, nem sequer foram consultadas as entidades de referência no domínio da hidrografia, nomeadamente, o Instituto Hidrográfico. O Professor Carvalho Rodrigues, no Programa Clube de Imprensa da RTP2, através de uma experiência simples, mostra-nos os riscos que a TTT em ponte (em qualquer dos corredores) representará para as populações ribeirinhas, no caso de não vir a ser travada a tempo. A falta de rigor e superficialidade do estudo subjacente à TTT no respeitante aos seus efeitos na área molhada, é uma vergonha para a Engenharia Portuguesa, aliás bem patente no parecer sobre o Projecto emitido pelo Gabinete de Sexa. o Chefe do Estado Maior da Armada, quando afirmou  sic. Apesar do Estudo de Impacto Ambiental referir que o Instituto Hidrográfico foi contactado como entidade interessada, convém esclarecer que as solicitações dirigidas àquele Instituto não foram nesse sentido, tendo tido apenas como objectivo a cedência de dados hidrográficos publicados pelo IH. Ou seja, quem sabia da poda, quem tinha a soberania sobre os saberes, não foi consultado!Para ver a totalidade  do video do Clube de Imprensa de 2009.04.29 - Portugal, País de Descobertas? - clique neste link http://ww1.rtp.pt/multimedia/?tvprog=...
Viver à beira do Dique «Chelas-Barreiro» ou «Beato-Montijo ...
Ciclistas em passeio ciclístico para conscientizar a população da cidade sobre os problemas ambientais.
Dia Mundial sem Carro - Edição Sete Lagoas
ecifes na Indonésia em 2000 revelaram que apenas 6% dos corais da Indonésia estão em excelente condição, enquanto 24% estão em bom estado, e aproximadamente 70% estão em má condição (2003 A Universidade Johns Hopkins).Estimativas Gerais mostram que aproximadamente 10% dos recifes de coraisdo mundo já estão mortos.[carece de fontes?] Os Problemas vão de efeitos ambientais por causa de técnicas de pescaria, descritas acima, para acidificação do oceano. O descoramento de corais é outra manifestaçã do problema e esta aparecendo em vários recifes pelo planeta.[editar] Proteção e Restauração de Recifeshabitantes da Ilha Ahus, Província de Manus, Papua-Nova Guiné, tem um histórico de gerações de prática de pesca em seis áreas de sua lagoa de recife. Enquanto a pesca com linha é permitida, pesca com rede e lanças são restritos para tradições culturais. O resultado é que tanto a biomassa quanto os peixes individualmente são significativamente maiores nestas áreas do que em áreas em que a pesca é completamente irrestrita (Cinner et al. 2005). [http://earthobservatory.nasa.gov/Newsroom/NewImages/images.php3?img_id=17182]É estimado que aproximadamente 60% dos recifes do mundo estão em risCo por conta de atividades destrutivas relacionadas a humanos. A Ameaça a saúde dos recifes é particularmente forte no sudeste da Ásia, aonde uma quantidade de 80% dos recifes estão considerados em extinção[editar] Áreas Protegidas pela MarinhaUm método de administração de recifes costeiros que está se tornando cada vez mais proeminente e á implementação das Áreas Protegidas pela Marinha. APMs foram introduzidas no sudeste da Ásia e em qualquer outro lugar do mundo que tenta promover pesca responsável e proteção de habitat. Assim como a designação de parques nacionais e áreas protegidas, extrações potencialmente danosas são proibidas. Os objetivos das APMs são tanto social quanto biológico, incluindo a restauração de recifes de coral, manutenção estática, aumentar e proteger a biodiversidade e benefícios econômicos. Conflitos envolvendo as APMs envolvem falta de participação, visões e percepções de efetividade conflitantes, e fundos.A Indonésia tem atualmente 9 APMs, clamando um total de 41 129 km² de águas costeiras sob proteção[carece de fontes?] Um estudo realizado numa das mais novas APMs implantadas na Indonésia mostra a necessidade de co-gerenciamento quando se fala em sucesso de gerências APMs. A aproximação colaborativa enfatiza a cooperação e a parceira entre partidos em nível nacional, provincial e da comunidade local.Os recifes de coral das Filipinas e Indonésia estão desaparecendo rapidamente graças a pesca com dinamite e cianide. Entre 1966 e 1986 a produtividade dos recifes de corais das Filipinas caiu em um terço enquanto a população nacional dobrou (estado dos recifes).[carece de fontes?] Na Indonésia também, mais de oitenta por cento dos corais estão correndo perigo (o Alerta de Jacarta). Estes dois locais são o lar da maior diversidade de recifes do mundo. Se o grau de destruição não diminuir, 70% de todos os corais do mundo irão desaparecer nos próximos 25 a 40 anos (nas Filipinas)[carece de fontes?][editar] OrganizaçõesMuitas organizações existem para ajudar a preservar o habitat dos recifes de corais. Por exemplo, o Conselho Aquático da Marinha (CAM) é uma organização internacional sem fins lucrativos que funciona para trazer responsabilidade e sustentabilidade para a industria de comércio de peixes de aquário preocupada que as práticas da industria possam fazer mal aos recifes de coral. Estas preocupações incluem o uso de cianido para atordoar os peixes e poder pescá-los, práticas erradas de cuidado e acasalamento, diminuição do número de animais selvagens, regulamentos limitados do governo e manutenção de recursos naturais, e a falta de informação confiável sobre a industria. Um banimento em coleta de organismos de recifes para a indústria aquária criaria a perda de sustentamento das comunidades, e possivelmente aumentaria a troca ilegal. CAM mantém uma grande rede de pesquisadores, operadores da indústria e ambientalistas para garantir soluções objetivas que beneficiem a industria e o meio ambiente. CAM apoia o conceito de que existe uma maneira sustentável e responsável de alcançar as demandas da industria criando padrões internacionais e esquemas de certificação para informar e educar consumidores, colecionadores, e revendedores sobre a importância de sustentar um ambiente saudável para o recife de coral.
Recifes Preciosos - 06.mp4
Há uma grande diferença entre a população pobre e a de bom poder aquisitivo no que se refere à mortalidade infantil, às doenças infecciosas como tuberculose e cólera e a exposição à poluição aérea. Problemas psicossocias também estão relacionados com depressão, alcoolismo, uso de drogas ilícitas, suicídio, violência e homicídios. E mais frequente a população carente ser vítima de assaltos, estupros e assassinatos. A violência e vulnerabilidade dos pobres aumentam devido à crescente ausência de oportunidades de emprego. A pobreza, dessa forma, torna-se muito mais que a simples ausência de renda. A miséria urbana é o mais importante fator de risco ambiental de saúde, quando está associada com ausência de bens físicos, influência política e acesso a serviços sociais básicos. Mesmo com os progressos em moradia, em algumas cidades, desde 1990, há um crescimento contínuo do número de pessoas expostas a riscos urbanos. Os governos usualmente se esquecem que uma importante contribuição para diminuição da pobreza é a produção de obras de moradia e saneamento básico. (2003)
O Ciclo Vicioso da Pobreza
 
Foi um dia muito maneiro e ficamos sabendo muito sobre ecologia e como tentar minorar os problemas ambientais.
Dia da eco na EP
GRUTA DOS BREJÕES....MORRO DO CHAPÉU BAA Área de Proteção Ambiental  APA Gruta dos Brejões/Vereda do Romão Gramacho - criada pelo Decreto Estadual nº 32.487 de 13/11/1985, está localizada na Chapada Diamantina setentrional, e abrange parte dos Municípios de Morro do Chapéu, João Dourado e São Gabriel, numa área total de 11.900 ha . Essa APA é a mais antiga do Estado da Bahia, foi criada para preservar o região da Gruta dos Brejões e da Gruta da Igrejinha, locais de extraordinárias formações geológicas.2. Características GeraisColunas calcárias, estalactites e estalagmites compõem a beleza subterrânea, principal foco para a preservação da região. A presença de grandes canyons, embelezam ainda mais o cenário onde predomina a vegetação de caatinga, com variação das matas de encostas. Rios, com o Rio Jacaré, formam belos vales que abrigam uma diversidade de animais e vegetais com um alto grau de preservação. Pinturas rupestres enfeitam as paredes das cavernas, muitas com difícil acesso, sítios arqueológicos de grande valor para o estudo da pré-história são encontrados no local. A religiosidade também faz-se presente nas grutas, marcada com o dia de Nossa Senhora dos Milagres, padroeira do lugar, comemorado no dia 15 de agosto.3. Aspectos Bióticos3.1 A FloraNa APA Gruta dos Brejões/Vereda do Romão Gramacho tem como ecossistema predominante a Caatinga, sendo que a mata ciliar faz-se presente em espécies como o Ingá (Inga sp) e a Carnaúba (Copernicia cerifera), formando, muitas vezes, veredas. Existem espécies que só são encontradas nas encostas, outras só nos vales e a explicação para essa variação é que o desenvolvimento das espécies está sempre relacionado com as características abióticas do habitat, seja ela clima, solo e etc. Flores como a do quiabento (Peireskia zehntneri) podem ser encontradas em meio a hostilidade do ecossistema da Caatinga.3.2 A FaunaA fauna da APA apresenta como principais classes as aves e os répteis, tendo como exemplos o cancã (Cyanocorax cyanopagon), um pássaro que apresenta um canto inconfundível e cobras como a cascavel (Crotalus durissus). Uma espécie ameaça de extinção, que é encontrada na APA é o veado-caatingueiro (Mazama guarizoubira), que é endêmico da região de Caatinga. Peixes, como a piranha, fazem parte da fauna encontrada na APA. Existe a ocorrência da águia-chilena (Geranoaetus melanoleucus).4. ComunidadesAs comunidades que existem na APA vivem basicamente da criação de caprinos, agricultura de subsistência. É uma região que tem um potencial, mas que ainda é pouco explorado. Existem histórias de moradores mais antigos, que contam que no século XIX, os primeiros habitantes do Povoado Brejão da Gruta eram negros fujões dos engenhos do Recôncavo, que iam amoitarem-se em esconderijos nos arredores do povoado, criando os quilombos. As cavernas serviam de refúgio.5. Conflitos AmbientaisDesmatamentos, queimadas, além de vandalismo, que acabam com pinturas rupestres datadas com milhares de anos. O manejo ilegal de fósseis, que datam mais de 10 mil anos, também é um problema a resolver-se.6. Como VisitarA Área de Proteção Ambiental  APA Gruta dos Brejões/Vereda do Romão Gramacho - fica a 550 km de Salvador, e está localizada na Chapada Diamantina e para chegar no maior município que compreende a APA, segue a Via Feira de Santana (BR-324), depois a BA-052, onde, após aproximadamente 440 km, chega-se a Morro do Chapéu.
Morro do Chapéu,Bahia... Gruta dos Brejões
A Escola Coronel Sarmento, Icoaraci-Belém-Pará, realizou, em 9 de janeiro de 2010 o projeto Ilhas de Belém. O projeto visa, entre outros, possibilitar com que seus alunos e demais participantes conheçam as ilhas de Belém e percebam problemas e dificuldades dos moradores ribeirinhos, além de se interar do bucolismo ambiental da região. O Estado do Pará que tem esse nomo por causa dos índios que deram esse termo (Pará) para indicar terra  de muitos rios. Esse vídeo é a 1ª parte do material produzido.
Ilhas_de_Belem_1.flv
El Loro plantea en muchos videos que vive en el Pais de las Maravillas. Y aclaro, nosotros no estamos en el primer mundo, pero no nos engañamos como pretende hacerlo éste soquete.Hay situaciones diarias como trasladarse a trabajas o a estudiar, que pueden poner de mal humor a cualquiera, cuando estas situaciones se perpetúan el el correr del tiempo, uno se siente violado, y buscar enroscarse y destilar bronca contra otro, es una buena valvula de escape.Con los años, Buenos Aires se ha convertido en una ciudad realmente irrespirable. Cada vez hay más automóviles. Y la mayoría de los colectivos es un paradigma de lo que está prohibido y es condenable en el nivel de la polución. Está a la vista cómo los caños de escape de los vehículos escupen constantemente monóxido de carbono, óxidos de nitrógeno, hidrocarburos, dióxido de azufre, lo cual produce irritación en los ojos, en la nariz, en la garganta, dolores de cabeza y montones de perturbaciones más, algunas que pueden llegar a ser muy graves.¿Se acuerda? El 27 de septiembre de 1993, un escape de gas cianhídrico en Avellaneda produjo siete víctimas fatales. Ese día fue declarado Día de la Conciencia Ambiental.Pero ¿cuál es la conciencia que nuestras autoridades demostraron desde entonces frente a este tema?Según un informe de la dirección de Política y Evaluación Ambiental porteña, los colectivos provocan el 40% de la contaminación que padecemos los habitantes de esta Capital.Lo recalcamos. Vivimos envueltos en una humareda tóxica, en una nube negra lanzada por los caños de escape que provocan afecciones respiratorias, sensación de ahogo y, con el tiempo, hasta cáncer. Se sabe que mujeres embarazadas que estuvieron expuestas a ese humo contaminante dieron a luz hijos con problemas respiratorios y malformaciones.Pensemos en todos los niños que circulan por las calles de nuestra Buenos Aires, en los bebes que las mamás llevan en sus preciosos cochecitos. ¿Qué inhalan esos bronquios? ¿Cuál es el contacto físico de los recién nacidos con el aire de la ciudad? ¿Y qué consecuencia les va a traer en su salud actual y futura?Los óxidos de azufre irritan ojos y garganta. La polución del aire produce de todo: hasta náuseas y mareos.Ya en 2004 este diario decía: El tránsito de la ciudad genera por año unos 3,8 millones de toneladas de dióxido de carbono, equivalente al 29% del total de las emisiones de gases con efecto invernadero que aporta el área metropolitana de la ciudad de Buenos Aires al ambiente.Ni hablar de la otra contaminación, la acústica. Escapes libres, sirenas, rugidos y chirridos del transporte en general, alarmas, zumbido de sierras y estridencias de obras en construcción, estampidas de camiones recolectores de basura, de procesos de carga y descarga de mercadería; todo ese descontrol parece taladrarnos el cerebro.Según la Organización Mundial de la Salud, ya en 2003 Buenos Aires era la ciudad más ruidosa de América latina y la cuarta en el nivel mundial, detrás de Tokio, Nagasaki y Nueva York. Según dicen, Buenos Aires tiene actualmente el triple de ruidos que hace treinta años.Los problemas de oídos que eso implica no son menores, claro. Y los psicológicos, derivados de todo ese barullo, ni hablar.Todos estos temas de contaminación vial son controlados esporádicamente, son multados esporádicamente, pero nuestra experiencia del día a día nos dice que nada funciona realmente según un plan estructural.Nuestros ojos siguen llorando, nuestros pulmones siguen reclamando, nuestros corazones siguen clamando. Hay un humo espeso que rodea nuestra vida... que nos apresa, que nos asfixia.Queremos una ciudad con un aire respirable, con un ruido aceptable, donde los entre 10.000 y 15.000 colectivos que dan vuelta por esta urbe gocen de un buen estado de mantenimiento, donde los infractores paguen sus infracciones, donde haya una conciencia mínima acerca de los perjuicios a nuestra salud que produce toda esa polución de gases, ruidos y olores.Tenemos derecho a vivir mejor. Tenemos derecho a respirar un aire más limpio, en una ciudad menos ruidosa y sentir que nuestra salud es un tema de preocupación de los que nos gobiernan.No pretendemos que una jungla de cemento tenga la serena placidez de una aldea impoluta. Pero puede tener, dentro de su vitalidad y de su dinamismo, un mínimo de orden, de equilibrio, de controles y de limpieza. No tiene por qué ser todo caos y locura, destrucción y agresión.Mejorando, además, la atmósfera de nuestra ciudad, mejoraremos también la de todo el planeta, porque el oxígeno que respiramos es uno; ningún país, ninguna comarca lo encasilla, sino que circula por toda la Tierra.
Botnia, ¿por que el Loro vive caliente 2 ?
animação realizada pela EBM Batista Pereira - Fpolis, feito pelos alunos para contextualizar o problema ambiental
Primavera
 

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